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  • A vida com propósito satisfatório
    Despertai! — 1975 | 8 de agosto
    • Deus de fora. A humanidade foi criada com impulso de adorar a Deus. Significativamente, Ivan Lissner escreveu no livro Man, God and Magic (O Homem, Deus e a Mágica): “Não deixa de causar admiração a perseverança com que o homem se tem esforçado, no decorrer de sua história, de ir além de si mesmo. Suas energias jamais foram orientadas unicamente para as necessidades da vida. Sempre procurando, tateando em seu caminho adiante, aspirando o inatingível. Este anseio estranho e inerente no ser humano é sua espiritualidade. Constantemente, o leva em direção a um alvo que está um pouco além de seu alcance. E tal alvo é Deus.”

      Originalmente, a humanidade prestou adoração aceitável a Jeová e gozou de íntima relação com Ele. Devido ao pecado humano, contudo, esta condição foi perdida. (Gên. 3:1-7; Rom. 5:12) Desde então, os humanos tateiam em busca de Deus. Assim, declarou o apóstolo cristão, Paulo: “O Deus que fez o mundo e todas as coisas nele . . . fez de um só homem toda nação dos homens, . . . e decretou as épocas designadas e os limites fixos da morada dos homens, para buscarem a Deus, se tateassem por ele e realmente o achassem, embora, de fato, não esteja longe de cada um de nós.” (Atos 17:24-27) Semelhante a outros, aqueles que ‘realmente acham’ a Jeová Deus, por tornarem-se seus adoradores dedicados, têm de enfrentar problemas comuns à humanidade. Todavia, usufruem uma vida com propósito satisfatório.

      Como ilustração, considere este relato do Líbano:

      “Eu antes era uma cantora e atriz bem conhecida. Tinha fama, honra e riqueza. Mas, apesar destas coisas, não era feliz. Odiava a atmosfera em que vivia e, muitas vezes, pensava em acabar com a vida.

      “Em 1969, minha irmã se tornou testemunha de Jeová e se apressou em me falar as boas novas. . . . Quando minha irmã falou comigo sobre a verdade [da Palavra de Deus], fiquei contentíssima e a aceitei como uma pessoa faminta que encontrara alimento.

      “Isto perturbou grandemente minha família, porque iriam perder muita coisa, em sentido material, se eu parasse de cantar e representar. Com efeito, logo depois abandonei minha carreira de atriz e cantora, e mudei-me de minha casa extravagante para outra mais razoável. Livrei-me de vestidos caros, inapropriados e os substituí por vestidos modestos, e fui batizada em símbolo de minha dedicação a Jeová. Minha família tentou, de muitos modos, fazer com que voltasse a representar, mas eu acabara de uma vez com tudo aquilo. Tudo isso causou uma agitação e tanto entre meus antigos conhecidos e houve consideráveis comentários nas revistas de cinema e na televisão, o que apenas serviu de testemunho.

      “Hoje em dia, estou feliz de ter casado com um homem que é zeloso em seu amor a Jeová e serve qual superintendente na congregação do povo de Deus. Agora minha vida é feliz.”

      O próprio significado da vida intrigava um senhor na Suíça, que declara:

      “Há vários anos atrás, quando estava especialmente dessatisfeito com os eventos mundiais, amiúde ponderava sobre o significado da vida. . . .

      “Os livros sobre filosofia que eu lia me deixavam vazio, e tinha de admitir que, afinal das contas, eram apenas o modo de pensar humano. Cheguei à conclusão lógica de que tinha de haver um Deus, e, assim, certa noitinha, em desespero, abri meu coração em oração a Ele neste sentido: ‘Querido Deus, por favor, conduza-me à vereda correta, à vereda que leve à ti. Segura firme a minha mão entre as tuas e não me deixes desviar-me.’

      “Orei assim com a maior sinceridade durante várias noites, e, pouco depois, aconteceu que um casal idoso de testemunhas de Jeová falou comigo na cidade. Tinha a sensação de que me entendiam e, vagarosamente, desenvolveu-se calorosa amizade, que levou a um estudo bíblico domiciliar. . . .

      “Amiúde penso no modo maravilhoso em que Jeová ouviu minha oração e me conduziu a Ele.” E, agora, este senhor e sua esposa usam sua vida para ajudar outros a conhecer o Criador e seu amoroso propósito para a humanidade.

      As Escrituras Sagradas nos asseguram de que, para o homem bom diante de Deus, Jeová concede “sabedoria, e conhecimento, e alegria”. (Ecl. 2:26) É isto o que têm sentido centenas de milhares de pessoas que agora adoram a Deus “com espírito e verdade”. Têm um propósito satisfatório na vida — fazer a vontade divina e pregar as boas novas do reino de Deus a seu próximo. (João 4:24; Mat. 24:14) As pessoas que adquirem a sabedoria e o conhecimento das Escrituras, dados por Deus, e agem segundo os mesmos, não acham que sua vida esteja sendo desperdiçada. Nem se tornam entediadas da vida ou cansadas dela. Ao invés, sua vida é realmente feliz, tendo propósito satisfatório.

  • O preço alto da DV
    Despertai! — 1975 | 8 de agosto
    • O preço alto da DV

      UM BEBEZINHO de 19 dias foi internado num hospital em Atlanta, Geórgia, EUA. A menininha não mamava bem, era letárgica e havia um corrimento amarelado que saía de seu olho esquerdo.

      Os médicos fizeram estrênuos esforços de tratar a menininha com antibióticos; mas ela continuou a piorar. O que havia de mal?

      Mais de duas semanas foram gastas na procura da causa da doença da criança. Por fim, os médicos descobriram uma infecção por vírus — herpes simples Tipo 2, uma forma de doença venérea (DV). A garotinha se acha agora num lar para crianças com danos cerebrais.

      A DV se tornou expressão corriqueira para milhões de pessoas através do mundo. O Dr. Ralph Henderson, que dirige o ramo de DV do Centro Para Controle das Doenças dos E. U., explicou que “depois do resfriado comum, a DV é nossa maior doença transmissível”.

      O que é a doença venérea? Quão grave é? Há um meio razoavelmente seguro de evitar a DV?

      A DV pode referir-se a qualquer uma dentre várias doenças contagiosas. As mais comuns são a sífilis e a gonorréia. Por que estas doenças são chamadas “venéreas”?

      A Encyclopœdia Britannica (Edição de 1974) responde: “As doenças venéreas são ligadas, não por causa da similaridade dos agentes causadores, as reações dos tecidos, e os sintomas produzidos, mas porque os meios principais de contágio de cada doença é pelas relações sexuais, conforme subentendido pelo nome de seu grupo, venérea, derivado do nome da deusa do amor, Vênus.”

      “É Como Travar Uma Guerra”

      Nos anos recentes, a doença venérea se espalhou como fogo selvagem. A respeito da gonorréia nos EUA, o número de abril de 1974 de Life and Health (Vida e Saúde),

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