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O homem Alexandre MagnoDespertai! — 1972 | 22 de julho
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dificuldade, e fazendo sinal para eles com os olhos.”
Cerca de dois dias depois, Alexandre morreu, tendo vivido apenas trinta e dois anos e oito meses. Foi exatamente como certos sábios indianos observaram:
“Ó Rei Alexandre, cada homem só possui tanto da terra quanto este pedaço em que nos erguemos; e, sendo vós um homem igual aos outros homens, exceto que estais cheios de atividade e de desassossego, estais perambulando por toda esta terra, longe do vosso lar, afligindo a vós mesmos e afligindo a outros. Mas, não demorará muito até que ireis morrer, e possuireis só o bastante da terra que dê para vosso túmulo.”
Embora Alexandre tivesse aplaudido as palavras destes homens sábios, jamais deu ouvidos a elas. Sua ambição o impelia a continuar fazendo conquistas até que sua vitalidade se exauriu por completo. Ao morrer, não possuía nada mais do que outros homens.
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Água — maravilhosa dádiva para o homemDespertai! — 1972 | 22 de julho
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Água — maravilhosa dádiva para o homem
Do correspondente do “Despertai!” na República Dominicana
ESTÁVAMOS junto de uma corrente borbulhante, bem alto nas montanhas próximo de Medellín, Colômbia, depois de termos viajado o dia inteiro por uma região seca de Córdoba. Nossas roupas e o carro em que viajávamos deixavam escorrer pequenos fios de pó. E também nossas gargantas, é o que parecia. Fazendo uma curva na subida, que nos levaria a ultrapassar a montanha e descer para Medellín, demos com essa corrente. Na verdade, uma maravilhosa dádiva do Criador do homem!
O Ciclo da Água
A água desta linda corrente estava em movimento constante. Junto com a água de outras correntes das montanhas, dos vales, e até subterrâneas, de rios e de lagos, movia-se para o mar. Ali o sol, com seus potentes raios, a ergueria como vapor d’água, removendo o sal por simples evaporação.
A cada segundo, o sol retira cerca de 15.000.000 de toneladas de água doce dos oceanos salgados e de outras fontes. Levado pelas nuvens e por correntes de ar para algumas massas terrestres sedentas, o vapor d’água se deposita sobre elas em forma de chuva, drena-se em algum rio ou corrente, e, por fim, retorna ao mar. Notavelmente, a Santa Bíblia, há cerca de 3.000 anos atrás, descrevendo este ciclo, afirmava: “Todas as torrentes hibernais correm para o mar, contudo, o próprio mar não está cheio. Ao lugar de onde correm as torrentes hibernais, para lá elas voltam a fim de sair correndo.” — Ecl. 1:7.
Mas, o vapor d’água não é resultado apenas da ação bombeadora do sol sobre as superfícies das massas aquosas. Cerca de 85 por cento provêm dos oceanos, mas as plantas também contribuem com vapor d’água. Captam a umidade por meio de suas raízes e então a transmitem
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