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São ornamentos idólatras?Despertai! — 1977 | 22 de junho
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importância. (1 Cor. 10:25, 26; 2 Tim. 2:14, 23) Desse modo, o cristão poderá concentrar-se na “justiça, e paz e alegria com espírito santo”, que ajudam a pessoa a penetrar no âmago do que o reino de Deus significa. — Rom. 14:17.
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Já viu maravilhas de Deus nas profundezas do mar?Despertai! — 1977 | 22 de junho
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Já viu maravilhas de Deus nas profundezas do mar?
O HOMEM consegue realizar coisas maravilhosas pelo uso de seu cérebro. Mas, usualmente, cópia as coisas naturais ou verifica que seus inventos e aparelhos já têm sido usados durante séculos no mundo vegetal e animal. E há muitos fenômenos naturais que o homem não consegue imitar. Nas vastas profundezas oceânicas, encontramos tais maravilhas numa série infindável.
Considere, como apenas um exemplo destas maravilhas, o fenômeno da luminescência a frio. Peixes luminescentes de espécies diferentes conseguem uma conversão quase 100% perfeita da energia em luz — portanto, nenhum calor. Alguns insetos terrestres também possuem tal habilidade, mas, no oceano, encontramo-la do modo mais diversificado na forma e na utilização — para proteção, para capturar seu alimento e para a reprodução.
Extraordinários Construtores
O homem é um grande construtor. Por meio de computadores e com o auxílio de plantas pormenorizadas, explosivos, gigantescas máquinas de terraplenagem, guindastes gigantes e artífices de toda espécie, ele ergue estruturas de grande tamanho e beleza. Todavia, há construtores no oceano cujos esforços, em alguns sentidos, ultrapassam de muito os do homem. É como se o Criador desejasse impressionar no homem que a habilidade criadora provém de Deus, e que quaisquer aptidões que o homem tenha, ele as recebeu de Deus. O homem não pode jactar-se corretamente de sua própria sabedoria. — Jer. 9:23, 24; 1 Cor. 4:7.
De grande destaque entre as estruturas oceânicas são as lindas formações coralinas. No Oceano Pacífico, especialmente, existem centenas de ilhas e atóis coralinos (ilhas que fecham um círculo ao redor duma lagoa) e apenas em anos relativamente recentes o homem conseguiu entender, em certo grau, exatamente como se processou tal construção.
Os corais são minúsculos animais chamados pólipos, a maioria deles tendo apenas uma fração de milímetro, embora alguns atinjam até 30 centímetros de diâmetro. Os pólipos têm corpos cilíndricos, com a boca numa ponta. A outra ponta se fixa no fundo do mar. Por retiraram o cálcio da água do mar, formam esqueletos de calcário. Quando morrem, seus esqueletos são sobrepostos por outros. Incontáveis bilhões de pólipos contribuíram com seus esqueletos para formar ilhas e recifes submarinos. O Recife da Grande Barreira, ao largo da costa nordeste da Austrália, é a maior formação coralina do mundo — cerca de 2.000 quilômetros de comprimento. Tais recifes podem constituir grave perigo para os navios. Mas, também podem servir de proteção, no sentido de proverem águas tranqüilas entre o recife e o continente.
Um “jardim coralino” submarino é uma das mais lindas vistas oceânicas. Possuindo matizes brilhantes, vermelhos, alaranjados, beges, amarelos, violáceos e verdes, encontram-se corais numa ampla variedade de padrões. Alguns parecem árvores ramificadas com estrelas nas pontas; alguns se parecem a folhas, samambaias ou leques; outros os se parecem com cogumelos, com cúpulas ou diminutos órgãos tubulares. Um jardim de coral é o lar de muitos outros animais — anêmonas do mar, medusas e todos os tipos de peixes de cores brilhantes, que vivem dentro de seus lindos castelos de corais ou por perto deles.
Os recifes coralinos submarinos têm sido chamados de “talvez a mais complexa comunidade de todas da natureza”. Disse o Professor John D. Isaacs, diretor de pesquisas sobre a vida marinha do Instituto Seripps de Oceanografia: “Partindo de seus alicerces de antigas montanhas vulcânicas, que afundam lentamente, as criaturas dos bancos de corais ergueram as maiores estruturas orgânicas que existem. Até mesmo o menor atol ultrapassa em muito a qualquer dos maiores feitos de engenharia humana, e uma grande estrutura de atol, em massa real, aproxima-se do total de todas as construções do homem que agora existem.” Pause e pense por um momento no que isso significa exatamente.
Parcerias Estranhas, mas Bem Sucedidas
A interdependência é a chave da vida oceânica. Por vezes, encontramos este princípio aplicado de forma mui inesperada. Há centenas de casos de uma espécie de “parceria” ou arranjo cooperativo entre diferentes criaturas. Por exemplo, há animais marinhos que executam serviços de “médico” ou de “limpador” para com outros. Entre estes acham-se o brilhantemente colorido camarão limpador e o peixe-anjo juvenil, que remove os parasitas de outros peixes. Estes peixes “médicos” esperam em seu “consultório” no recife —
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