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DestinoRaciocínios à Base das Escrituras
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propôs que a classe inteira teria de ser conforme o modelo estabelecido por Jesus Cristo. Os selecionados por Deus para fazerem parte dessa classe, porém, precisam revelar ser fiéis, se hão de realmente alcançar a recompensa posta diante deles.)
Efé. 1:4, 5: “Ele . . . nos tem escolhido em união com ele [Jesus Cristo] antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e sem mácula diante dele em amor. Pois ele nos predeterminou para a adoção como filhos para si mesmo, por intermédio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade.” (É digno de nota que, em Lucas 11:50, 51, Jesus equipara “a fundação do mundo” com o tempo de Abel. Foi Abel o primeiro humano que teve o favor de Deus durante a sua vida toda. Assim, foi após a rebelião no Éden, mas antes da concepção de Abel que Deus formou seu propósito de produzir um “descendente” por meio do qual se proveria a libertação. [Gên. 3:15] Deus propôs que, em associação com o Descendente principal, Jesus Cristo, houvesse um grupo de seus fiéis seguidores que participassem com ele num novo governo sobre a terra, o Reino messiânico.)
Será que os astros e os planetas influem nos eventos em nossa vida ou provêem presságios que devemos pesar ao fazermos decisões?
Qual é a origem da astrologia?
“Pode-se remontar diretamente a astrologia ocidental a teorias e práticas dos caldeus e babilônios dos anos 2000 AC.” — The Encyclopedia Americana (1977), Vol. 2, p. 557.
“A astrologia se baseou em duas idéias babilônicas: o zodíaco e a divindade dos corpos celestes. . . . Os babilônios atribuíam aos planetas as influências que a pessoa esperaria das respectivas deidades do planeta.” — Great Cities of the Ancient World (Nova Iorque, 1972), L. Sprague de Camp, p. 150.
“Na Babilônia, bem como na Assíria, qual ramificação direta da cultura babilônica . . . a astrologia ocupa seu lugar no culto oficial como um dos dois principais meios à disposição dos sacerdotes . . . de determinar a vontade e a intenção dos deuses, o outro sendo a inspeção do fígado do animal sacrificial. . . . Os movimentos do sol, da lua e de cinco planetas eram tidos como representando a atividade dos cinco deuses em questão, junto com o deus-lua Sin e o deus-sol Xamaxe, na preparação das ocorrências na terra.” — Encyclopædia Britannica (1911), Vol. II, p. 796.
Qual é o ponto de vista do Criador da humanidade sobre essa prática?
Deut. 18:10-12: “Não se deve achar em ti alguém que . . . empregue a adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios . . . Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová.”
Aos babilônios ele disse: “Vejamos se os astrólogos que passam noites e noites observando o céu para anunciar o que vai acontecer no futuro são capazes de salvá-la. Eles serão destruídos num instante, como a palha seca . . . Os astrólogos e adivinhos que você sustentou por tanto tempo não a ajudarão em nada. Os povos que faziam negócios com você vão fugir, cada um para um lado. Ninguém vai ser capaz de salvá-la, Babilônia!” — Isa. 47:13-15, ABV.
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Deus
Definição: O Ser Supremo, cujo nome distintivo é Jeová. O idioma hebraico usa termos para “Deus” que transmitem a idéia de força, também de majestade, dignidade e excelência. Em contraste com o verdadeiro Deus, há deuses falsos. Alguns desses fizeram de si mesmos deuses; outros foram feitos objetos de adoração pelos que os servem.
Há razões sólidas para se crer em Deus?
Sal. 19:1: “Os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho das suas mãos.”
Sal. 104:24: “Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções.”
Rom. 1:20: “As suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas.”
A revista New Scientist dizia: “Persiste entre os leigos um
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