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Obstinação, IiAjuda ao Entendimento da Bíblia
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(“arrogantes”, ALA; CBC; PIB; Vozes). — 2 Ped. 2:10.
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OcidenteAjuda ao Entendimento da Bíblia
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OCIDENTE
Veja OESTE (OCIDENTE) .
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ÓdioAjuda ao Entendimento da Bíblia
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ÓDIO
Nas Escrituras, a palavra “ódio” tem vários matizes de significado. Pode indicar intensa hostilidade, persistente má-vontade, amiúde acompanhada de malícia ou dolo. Tal ódio pode tornar-se uma emoção consumidora, que procura fazer o mal ao seu objeto, “ódio” pode também significar um forte desagrado, mas sem qualquer intenção de causar danos ao objeto, procurando, em vez disso, evitá-lo, por nutrir um sentimento de repulsa para com este. A Bíblia também emprega a palavra “ódio” no sentido de se amar em grau menor. (Gên. 29:31, 33; Deut. 21:15, 16) Por exemplo, Jesus Cristo disse: “Quem se chegar a mim e não odiar seu pai, e mãe, e esposa, e filhos, e irmãos, e irmãs, sim, e até mesmo a sua própria alma, não pode ser meu discípulo.” (Luc. 14:26) É óbvio que Jesus não quis dizer que seus seguidores deviam mostrar hostilidade ou desprezo para com suas famílias, e para com eles próprios, uma vez que isto não concordaria com o restante das Escrituras. — Compare com Marcos 12:29-31; Efésios 5:28, 29, 33.
A lei dada por Deus a Israel declarava: “Não deves odiar teu irmão no teu coração.” (Lev. 19:17) Um dos requisitos para aquele que se apresentava como homicida desintencional e que procurava obter a segurança nas cidades de refúgio era que não tivesse nutrido ódio para com a pessoa morta. — Deut. 19:4, 11-13.
ODIAR OS INIMIGOS?
O conselho de Jesus de se amar os inimigos acha-se em plena harmonia com o espírito das Escrituras Hebraicas. (Mat. 5:44) O fiel Jó reconheceu que seria errado qualquer sentimento de alegria maliciosa diante da calamidade sofrida por alguém que o odiasse intensamente. (Jó 31:29) A Lei mosaica impunha aos israelitas a responsabilidade de prestarem ajuda a outros israelitas a quem talvez julgassem ser seus inimigos. (Êxo. 23:4, 5) Em vez de se regozijarem com o desastre sofrido por um inimigo, instrui-se aos servos de Deus: “Se aquele que te odeia tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se ele tiver sede, dá-lhe água para beber.” — Pro. 24:17, 18; 25:21.
A idéia de que se devia odiar os inimigos foi uma das coisas acrescentadas à lei de Deus, por parte dos instrutores judeus da tradição. Visto que a Lei orientava os israelitas a amar seu próximo ou vizinho (Lev. 19:18), tais instrutores deduziram que isto subentendia o ódio aos inimigos. “Amigo” e “próximo” ou “vizinho” vieram a ser considerados como se aplicando exclusivamente a alguém da raça judaica, ao passo que todos os demais eram encarados como inimigos naturais. À luz do seu entendimento tradicional sobre o “próximo”, e em vista de seu conhecido ódio e inimizade para com os gentios, pode-se facilmente depreender por que acrescentaram as palavras não-autorizadas “e odiar o teu inimigo” à declaração da lei de Deus. — Mat. 5:43.
O cristão, por contraste, acha-se sob a obrigação de amar seus inimigos, isto é, aqueles que se fazem inimigos pessoais dele. Tal amor (Gr., agápe) não é sentimentalismo, baseado em simples apego pessoal, como geralmente se pensa, mas é um amor moral ou social, baseado na deliberada aquiescência da vontade como questão de princípio, de dever ou de justiça, buscando-se corretamente o bem da outra pessoa, segundo o que é correto. Agápe (amor) transcende as inimizades pessoais, jamais se permitindo que estas façam com que a pessoa relegue os princípios corretos e pague na mesma moeda. Quanto àqueles que se opõem ao proceder cristão da pessoa, e a perseguem, fazendo isso em ignorância, o servo de Deus até mesmo orará por tais indivíduos, para que os olhos deles possam ser abertos, a fim de verem a verdade a respeito de Deus e Seus propósitos. — Mat. 5:44.
O ÓDIO CORRETO
Todavia, sob certas condições e em certas ocasiões, é correto odiar. “Há . . . tempo para amar e tempo para odiar.” (Ecl. 3:1, 8) Até mesmo sobre Jeová, diz-se que ele odiava Esaú. (Mal. 1:2, 3) Mas não se pode atribuir isto a qualquer arbitrariedade da parte de Deus. Esaú provou-se indigno do amor de Jeová por desprezar seu direito de primogenitura e o vender, e, assim, também as promessas e as bênçãos divinas ligadas a tal direito. Ademais, tencionava matar seu irmão, Jacó. (Gên. 25:32-34; 27:41-43; Heb. 12:14-16) Deus também odeia olhos altaneiros, a língua falsa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que projeta ardis prejudiciais, pés que se apressam a correr para a maldade, a testemunha falsa, todo aquele que cria contendas entre irmãos, com efeito, qualquer um e qualquer coisa que se erga em oposição completa a Jeová e a Suas leis justas. — Pro. 6:16-19; Deut. 16:22; Isa. 61:8; Zac. 8:17; Mal. 2:16.
Por conseguinte, em verdadeira lealdade a Jeová, seus servos odeiam aquilo e aqueles a quem Ele odeia. (2 Crô. 19:2; Sal. 139:21, 22) Mas este ódio não procura infligir dano a outros, e não é sinônimo de dolo ou malícia. Antes, expressa-se na total repulsa ao que é iníquo, evitando o que é mau e os que odeiam intensamente a Jeová. (Rom. 12:9, 17, 19) Os cristãos odeiam corretamente os que são inimigos juramentados de Deus, tais como o Diabo e seus demônios, bem como os homens que deliberadamente e com conhecimento de causa, tomam sua posição contra Jeová.
Ao passo que os cristãos não nutrem amor pelos que transformam a benignidade imerecida de Deus em desculpa para a conduta desenfreada, não odeiam as pessoas que se envolvem no erro, mas que são dignas que se lhes demonstre misericórdia. Em vez de odiarem o errante arrependido, eles odeiam a ação iníqua, sim, “até mesmo a roupa interior que tiver sido manchada pela carne”. (Judas 4, 23) Também, ao se tornarem cristãos, pessoas que anteriormente se odiavam não mais se odeiam. (Tito 3:3) Quem odeia seu irmão ainda anda nas trevas, e qualquer afirmação, por parte desse indivíduo, de que ama a Deus serie, realmente mentira. Odiar nosso irmão equivaleria ao assassínio. — 1 João 2:9, 11; 4:20; 3:15.
O sentimentalismo pode fazer com que o conceito duma pessoa sobre o amor e o ódio sofra um desequilíbrio, como aconteceu, pelo visto, com Davi, relacionado com o filho dele, Absalão. (2 Sam. 18:33; 19:1-6) Assim, também, “quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina”. — Pro. 13:24.
Por respeitar a privacidade dos outros e mostrar consideração amorosa para com eles, a pessoa pode evitar tornar-se desnecessariamente um objeto de ódio. Daí o conselho: “Faze raro o teu pé na casa do teu próximo, para que não se farte de ti e certamente te odeie.” — Pro. 25:17.
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OdresAjuda ao Entendimento da Bíblia
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ODRES
A palavra grega áskos designa uma sacola ou recipiente feito da pele inteira do animal. Jesus Cristo disse: “Tampouco se põe vinho novo em odres velhos; mas, caso o fizerem, então os odres rebentarão e o vinho se derramará, e os odres ficarão arruinados. Mas, põe-se vinho novo em odres novos, e ambas as coisas ficam preservadas.” (Mat. 9:17; Mar. 2:22; Luc. 5:37, 38) À medida que o vinho novo fermenta, gera dióxido de carbono que faz com que os recipientes de pele, quando novos, se expandam. Odres antigos, sem flexibilidade, rebentavam quando sob pressão.
Esta ilustração fazia parte da resposta de Jesus quanto às razões pelas quais seus discípulos não seguiam todos os antigos costumes e práticas dos fariseus. Jesus evidentemente deu a entender que a verdade do cristianismo era poderosa e energizante demais para ser retida pelo velho sistema do judaísmo, que carecia de vitalidade e elasticidade, e que estava passando rapidamente. (Mat. 9:14-16) Para uma consideração geral dos recipientes de peles e suas utilizações, veja RECIPIENTE (ODRE) .
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Oeste (Ocidente)Ajuda ao Entendimento da Bíblia
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OESTE (OCIDENTE)
Os hebreus indicavam a direção do ponto de vista duma pessoa voltada para o E. Assim, o oeste ou ocidente estava às costas deles e poderia ser subentendido pela palavra hebraica ’ahhóhr, que significa “atrás” ou “retaguarda”. — Isa. 9:12.
Freqüentemente, “oeste” (ou, “para o oeste”, “ocidental”) é indicado pelo termo hebraico yam (que significa “mar”, como em Josué 1:4), evidentemente porque o Grande Mar ou Mediterrâneo se achava naquela direção, do ponto de vista da Terra Prometida. (Gên. 28:14; Êxo. 10:19; 38:12; Núm. 34:6; Zac. 14:4) É preciso levar em conta o contexto para se determinar se yam significa “mar” ou indica o oeste. — Jos. 15:8-12; 2 Crô. 4:2-4, 15.
Outro vocábulo hebraico (ma‘aráv) é utilizado para indicar quer o pôr-do-sol (Isa. 43:5; 59:19), quer o oeste. (1 Crô. 26:30; 2 Crô. 32:20) É utilizado para ajudar a transmitir a idéia de grande distância, na confortadora garantia da misericórdia de Jeová para com os humanos imperfeitos: “Tão longe como o nascente é do poente, tão longe pôs de nós as nossas transgressões.” — Sal. 103:12.
Quando Jesus disse que muitos viriam “das regiões orientais e das regiões ocidentais” a fim de recostar-se à mesa, no Reino, junto com Abraão, Isaque e Jacó, o texto grego em Mateus 8:11 afirma literalmente “das nascentes e dos poentes”. (Int) Aqui a palavra grega dysmé se relaciona à direção do pôr-do-sol, isto é, ao oeste. Dysmé é também usada em outras partes para indicar o oeste. — Mat. 24:27; Luc. 12:54; 13:29; Rev. 21:13.
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OfelAjuda ao Entendimento da Bíblia
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OFEL
[protuberância, inchação, saliência, elevação]. O termo hebraico ‘Óphel é aplicado de duas maneiras. É aplicado, mais comumente, em sentido topográfico, a uma colina ou promontório de destaque; tal emprego é encontrado tanto na Bíblia como na Pedra Moabita (“Construí . . . o muro de ‘Óphel”.). Uma forma desse termo é também aplicada à inchação ou protuberância das veias do corpo, conhecida como hemorróidas. — Deut. 28:27; 1 Sam. 5:6, 9, 12; 6:4, 5.
Em Jerusalém, ou perto dela, havia determinada colina ou elevação que era chamada de ha-‘Óphel, ou Ofel. Os indícios bíblicos, considerados junto com os comentários de Josefo, situam Ofel no canto SE do Moriá. (2 Crô. 27:3; 33:14; Nee. 3:26, 27; 11:21) No primeiro século EC, Josefo situou Ofel onde o muro E “unia-se à colunata oriental do Templo”. Ofel era, evidentemente, a saliência de terra que se estendia para o E, partindo do canto SE da colina do templo de Jerusalém.
O muro e a posição elevada de Ofel sobre o vale do Cédron lhe propiciavam forte posição defensiva. Não obstante, Isaías profetizou que “Ofel”, pelo visto o de Jerusalém, tornar-se-ia um ‘campo baldio’. — Isa. 32:14; compare com a referência à torre e ao “outeiro” (‘Óphél) em Miquéias 4:8.
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