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  • Vitória sobre o mundo sem conflito armado
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • por ali e o vituperaram, não se fez semelhante a eles, nem lhes retribuiu na mesma moeda. Por volta das três horas da tarde, quando Jesus disse: “Está consumado!” e inclinou a cabeça e expirou, obtido a vitória sobre o mundo, e isso sem conflito armado. (João 19:30; 1 Ped. 2:22-24) O mundo o havia matado como homem, mas ele morreu sem ser derrotado. O mundo odioso não tirou satisfação de sua morte. Não pôde impedir, nem impediu que ele obtivesse o prêmio glorioso pela sua vitória sobre o mundo. Não se passaram inteiramente três dias antes de o Deus Todo-poderoso o ressuscitar dentre os mortos numa vitória estupenda sobre a morte, enaltecendo-o então à mão direita do trono de seu Pai celestial, muito além do alcance do mundo odioso aqui embaixo na terra, o mero escabelo de Deus. (Fil. 2:5-11; 1 Ped. 3:22) Espera-o outra espécie de vitória, e esta junto com seus santos anjos guerreiros, na vindoura “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon. — Rev. 16:14, 16; 19:11-21.

  • Co-vencedores sobre o mundo
    A Sentinela — 1974 | 1.° de junho
    • Co-vencedores sobre o mundo

      1. Para quem estabeleceu uma norma a vitória de Jesus sobre o mundo e como foi o idoso apóstolo João uma ilustração disso?

      A VITÓRIA de Jesus sobre o mundo, sem se empenhar num conflito com ele pelo uso de armas militares, estabelece a norma para seus discípulos. Seus fiéis apóstolos, do primeiro século E. C., seguiram esta norma. Todo o ódio do mundo, durante décadas, não conseguiu quebrantar sua devoção inabalável ao reino messiânico de Deus, nem silenciar sua pregação dela em todo o mundo. Apenas poucos anos antes do fim daquele século, o apóstolo cristão João, provavelmente o último dos apóstolos a sobreviver, escreveu a concristãos e disse: “Eu, João, vosso irmão e compartilhador na tribulação e no reino, e na perseverança em companhia de Jesus, vim a estar na ilha que se chama Patmos, por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de Jesus.” (Rev. 1:9) Iguais àqueles apóstolos fiéis, os verdadeiros discípulos de Jesus copiam sua norma para obter a vitória sobre este mundo do século vinte.

      2. Segundo a profecia de Jesus a respeito das dificuldades de seus seguidores, de que modo é ele alvo do ódio do mundo?

      2 Embora não esteja mais no cenário terrestre, Jesus Cristo é o alvo do ódio do mundo mesmo hoje em dia. Pode ser que os quase um bilhão de membros das igrejas da cristandade objetem a esta declaração, insistindo: “Nós não o odiamos!” Contudo, há uma prova pela qual podemos saber se hoje odiamos a Jesus. Numa profecia a respeito do que seus discípulos sofreriam, Jesus disse-lhes as seguintes palavras de aviso antecipado: “Vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome; mas aquele que tiver perseverado até o fim é o que será salvo.” “Então vos entregarão a tribulação e vos matarão, e sereis pessoas odiadas por todas as nações, por causa do meu nome.” (Mat. 10:22; 24:9) É lógico, pois, que o ódio aos discípulos de Cristo, por causa do seu nome, significa odiar ao mesmo tempo o próprio Cristo.

      3. Para alguém continuar a ser seguidor genuíno de Jesus, que vitória precisa também obter, e com que recompensa por ela?

      3 Não é possível esquivar-se da verdade nua e crua: os discípulos genuínos de Jesus Cristo têm de enfrentar e suportar o ódio do mundo assim como ele fez. Portanto, para alguém permanecer discípulo num sentido real, terá de obter a vitória sobre o mundo. Não por meio de qualquer violência, mas sem conflito armado, como no próprio caso de Jesus. A questão que confronta o discípulo é: Será derrotado pelo mundo ou derrotará o mundo? Se ele sofrer a derrota, terá de sofrer também as conseqüências tristes da derrota. No entanto, se ele derrotar o mundo, será recompensado com o prêmio grandioso da vitória — das mãos de Deus.

      4. O que prova hoje que, ser alguém odiado por todas as nações e todos os povos por causa do nome de Cristo, não significa ser odiado apenas por ser chamado cristão?

      4 O que significa ser odiado assim por todas as pessoas e nações por causa do nome de Cristo? Significa ser odiado por pessoas e nações só por se chamar cristão? Não, não atualmente. Hoje em dia, há centenas de milhões de pessoas religiosas que se chamam “cristãos” e que usufruem uma boa reputação perante os demais do mundo da humanidade e estão em relações amistosas com eles. Quem são estes chamados cristãos que usufruem a amizade do mundo e não sofrem o ódio do mundo? Segundo todas as observações, são os membros das seitas religiosas da cristandade. Será que sofrem perseguição como classe? Será que são proscritos ou proibidos como classe e obrigados a ocultar-se? É verdade que lutam entre si mesmos, não por serem chamados cristãos, mas por pertencerem a seitas religiosas diferentes da cristandade. Nisso está envolvida a questão da autoridade religiosa pela qual querem ser regidos.

      5. Portanto, a expressão de Jesus, “por causa do meu nome”, significa que motivo para isso?

      5 A expressão de Jesus, “por causa do meu nome”, significa por se aderir a Jesus pelo que ele é oficialmente, o Rei messiânico designado por Jeová Deus. Significa que é por confessarmos a ele e lhe obedecermos como verdadeiro Senhor, nosso Senhor celestial, cujas ordens executamos como tendo precedência às de qualquer governante terrestre. Significa apegar-se ao governo messiânico que ele representa e não dividir a lealdade por se meter nos assuntos de qualquer governo terrestre, constituído pelos homens. Significa considerar-se e agir como escravo de Jesus Cristo, escravo que não pertence a si mesmo, mas e propriedade de Jesus Cristo, pelo preço do próprio sangue vital deste. Sim, significa também ser testemunha do Deus e Pai de Jesus Cristo, a saber, Jeová, a Fonte do reino messiânico.

      6. Assim, ser chamado pelo nome de Cristo significa o que, e viver à altura de seu nome nos obriga em que sentido?

      6 Portanto, ser chamado pelo nome de Cristo significa muito mais do que apenas levar uma vida limpa. Exige identificar-se como não pertencendo ao sistema mundial de coisas, do qual a cristandade é a parte mais destacada e poderosa, mas como pertencendo ao novo sistema puro de Deus, que ele tem em reserva para os habitantes da terra. Isto coloca a pessoa na situação de ser residente forasteiro, morador temporário neste passageiro sistema mundial de coisas. (1 Ped. 2:11) Isto impede que o verdadeiro cristão se una às pessoas do mundo e se harmonize com o proceder delas, ficando emocionalmente incitado e controlado pelo nacionalismo mundano, pelo orgulho dum país terreno. Jesus disse a respeito de si mesmo aos judeus nacionalistas: “Vós sois dos domínios de baixo; eu sou dos domínios de cima. Vós sois deste mundo; eu não sou deste mundo.” (João 8:23) Deste modo, Jesus não se fez parte deste mundo com suas aspirações egoístas. Viver à altura de seu nome obriga seus discípulos a também não fazer parte deste mundo. — João 17:14, 16.

      7. Qual é a reação normal dos mundanos para com a não-participação dos verdadeiros cristãos nos assuntos favoritos do mundo, e como foi isto explicado por Jesus.?

      7 Cria tal atitude um ressentimento ou

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