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  • Enfrente a ameaça do abuso do álcool
    Despertai! — 1978 | 22 de junho
    • melhor moradia para a família. O que é de grande interesse aqui é que afirmou não ter conseguido tudo isso graças ao tratamento médico, e sim à determinação que fez, com a ajuda da Bíblia, da oração, a ajuda da esposa, e de companhias edificantes.

      Nem é este um caso isolado. Muitas experiências similares, de diferentes partes do mundo, mostram que o alcoolismo pode ser vencido.

      No entanto, uma vez a pessoa sobrepuje sua dependência do álcool, precisa exercer grande cautela. Para a maioria dos ex-alcoólicos, o melhor conselho quanto às bebidas alcoólicas é: nem toque nelas! Quase todas as autoridades concordam que, para os ex-etilistas, a abstinência total do álcool é o melhor proceder. Uma porcentagem relativamente pequena pode recuperar o controle a ponto de poderem beber moderadamente e não voltar ao abuso do álcool. Mas, a maioria não consegue isso.

      Assim, ao passo que as bebidas alcoólicas podem acrescentar certo prazer à vida, devem ser manejadas como se manejaria um aparelho explosivo: com extremo cuidado. De outra forma, tal “explosão” criará problemas tão graves que até a própria vida poderá ser destruída.

  • Óleo — nos tempos antigos e em sua dieta
    Despertai! — 1978 | 22 de junho
    • Óleo — nos tempos antigos e em sua dieta

      O QUE lhe vem à mente quando se menciona o óleo vegetal? Pensa numa substância usada para molho de salada ou para cozinhar? Está também familiarizado com seu papel na fabricação de remédios, perfumes, tintas, margarina e sabões? O que dizer do passado? Dá-se conta que é muito antiga a história do uso do óleo, remontando a milhares de anos?

      Podemos examinar mais de perto esta substância escorregadia. O óleo é mais leve do que a água e, ao invés de se combinar com o líquido mais pesado, flutua em seu topo. O velho adágio, “água e azeite não se misturam”, descreve bem uma das principais caraterísticas deste fluído.

      O óleo vegetal mais comumente usado, nos tempos antigos, era extraído do fruto da oliveira. Até 30 por cento das azeitonas maduras constituem-se de azeite e, no caso da polpa apenas, cerca da metade dela. Num bom ano, uma oliveira saudável poderá produzir de 38 a 57 litros deste líquido. Essa quantidade seria suficiente para suprir as necessidades de gordura para a dieta de uma família de cinco ou seis pessoas.

      Antigamente, conforme indicado na Bíblia, o óleo de oliva tinha grande variedade de usos. Além de ser empregado para cozinhar e assar, era comumente esfregado no corpo depois do banho. Isto servia para proteger as partes expostas da pele dos intensos raios solares e também contribuía para manter a elasticidade da pele. (Rute 3:3; 2 Sam. 12:20) Junto com o vinho, o óleo de oliva talvez fosse aplicado a machucados e feridas, para suavizá-los e amainá-los. (Luc. 10:34) E era óleo de oliva que ardia nas lâmpadas antigas, fornecendo luz, quando necessário. — Mat. 25:3-8.

      Como se obtinha o óleo de oliva? O melhor óleo era produzido por pisar as azeitonas num lagar até que ficassem bem pisadas. As azeitonas pisadas eram então transferidas para cestas escoadoras onde soltavam o óleo. Para um óleo de classificação comum, as azeitonas eram pisadas num lagar ou moenda manual. O óleo de pior qualidade era extraído da polpa que restava, depois que as azeitonas eram pisadas num lagar de azeite ou de vinho. A polpa pulverizada era colocada em cestos e estes eram empilhados entre as duas colunas verticais do lagar de azeite Enquanto ficava nas cestas, a polpa era submetida à pressão de uma alavanca pesada.

      Óleo nos Tempos Modernos

      Como nos dias de antanho, os óleos vegetais têm muitas utilidades hoje. Ainda cumprem valiosos objetivos em ungüentos e remédios. Óleos extraídos da semente de açafrão, de soja e de linhaça têm sido usados para tintas. O óleo da semente de linhaça, chamado óleo de linhaça, também é empregado na fabricação de tinta de impressão, de linóleos e vernizes. óleo de caroço de algodão e de sésamo (gergelim) podem ser usados na produção de sabões. E certos lubrificantes, resinas, substâncias químicas e perfumes, devem sua existência aos óleos vegetais. Também, como nos tempos antigos, o óleo de oliva e outros óleos vegetais servem como itens alimentícios

      Há três métodos principais usados, hoje em dia, na extração de óleos de frutas, nozes e sementes. Há o método de “prensa hidráulica a frio”, o método da “prensa expelidora”, em que a matéria que contém óleo é submetida a grande calor e pressão, e o método “solvente”. No caso da extração por solventes, os produtos que contêm óleo são triturados, aquecidos a vapor e então misturados com um solvente. Depois da liberação do óleo pela polpa, o solvente é removido do óleo. Alguns objetam a tal método, afirmando que um resíduo do solvente poderia permanecer e contribuir para o desenvolvimento do câncer em pessoas que usam tal óleo como alimento. A extração por solvente, contudo, é usada pelos grandes refinadores comerciais de óleo por ser o método mais eficiente e econômico.

      Depois de extraído, o óleo é usualmente submetido a um processo de refinação. Isto remove, entre outras coisas, a clorofila, as vitaminas A e E, e os compostos de fósforo, e torna o óleo leve e claro. Visto que a refinação despoja o óleo de valiosas substâncias, as pessoas que objetam ao açúcar branco e a farinha branca refinados talvez prefiram óleos não refinados ou crus

      Muita gente prefere os óleos vegetais às gorduras animais, tais como a nata, a manteiga, banha de porco e gordura das vísceras (de boi e carneiro). Isto se dá porque as gorduras animais contêm colesterol, substância adiposa que pode contribuir para o enrijecimento das artérias. Ademais, as gorduras animais são “saturadas” de átomos de hidrogênio, ao passo que os óleos vegetais, em geral, são “não-saturados”, o que significa que são mais facilmente

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