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Óleo — nos tempos antigos e em sua dietaDespertai! — 1978 | 22 de junho
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digeridos e absorvidos pelo corpo do que as gorduras animais
Entre os óleos vegetais usados como alimento estão os extraídos da semente de açafrão, de semente de algodão e de azeitonas. O óleo de açafrão é classificado como contendo o máximo de ácido linoléico, que se supõe resulte na redução do nível de colesterol no sangue. A maior parte do óleo de semente de algodão produzido nos Estados Unidos acaba chegando à mesa de refeição. Talvez seja preparado para margarina, óleo de cozinha, gordura para bolos, molho de salada ou maionese. Muitos apreciadores de saladas e cozinheiras preferem o óleo de oliva por seu delicado sabor e por ser facilmente digerido.
Pessoas preocupadas em manter baixo nível de colesterol podem usar óleo de milho, ao invés de nata ou sorvete, ao fazerem milk skakes cremosos. Também, podem misturar manteiga com óleo de açafrão num liqüidificador, assim reduzindo sua taxa de colesterol.
Pode-se notar, contudo, que um produto de óleo vegetal não é, necessariamente, melhor do que um produto de gordura animal. Em seu livro Food Is Your Best Medicine (O Alimento É Seu Melhor Remédio), o Dr. H. G. Bieler escreve: “Em alguns casos, ao invés de deixar os óleos de cozinha e a margarina não-saturados em seus estados naturais, o comercialismo de novo penetrou, alterou seus pontos de liquefação, para fazê-los assemelhar-se à manteiga e a outras gorduras naturais, ‘enriqueceu-os’ com ‘vitaminas’ sintéticas, adicionou glutamato monossódico ou ácido glutamico, matéria de coloração de tintura de anilina, sal e vestígios de manteiga ou nata para dar sabor especial. Em realidade, todos esses aditivos tendem a saturar os hidrocarbonetos, de modo que o produto final, agradável ao paladar e gratificante para a mente do consumidor, é pouco mais do que graxa glorificada!” — Págs. 117, 118.
Conclui que, enquanto o fígado estiver em boas condições, pouca diferença faz se a pessoa ingere gorduras animais naturais, não-adulteradas, ou gorduras vegetais.
Outro fator amiúde despercebido é que as gorduras vegetais ficam saturadas ao serem aquecidas. Quanto mais freqüentemente forem reusadas, como na preparação de alimentos fritos em gordura, tanto mais saturadas se tornam.
Naturalmente, quando se trata de alimentos, as opiniões variam grandemente quanto a se algo é bom ou não. A moderação é, sem comparação, a melhor norma. A Bíblia insta: “Não venhas a ficar entre os beberrões de vinho, entre os que são comilões de carne.” (Pro. 23:20) Quantidades moderadas de gordura animal são, por certo, muito melhor do que doses excessivas de óleos vegetais. Para os que desejam lançar pela janela a moderação, um antigo provérbio, dum papiro egípcio, pode suprir um pensamento refletivo: “Nós vivemos de um quarto de tudo que comemos. Os médicos vivem dos outros três quartos.”
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“Noé” no SurinameDespertai! — 1978 | 22 de junho
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“Noé” no Suriname
NO SUDESTE DE SURINAME, um “korjaal”, ou barco de 18 metros, percorre o Rio Tapanahony. A embarcação, de construção doméstica, suscita brados de “Noa e psa!” (“Noé está passando!”) das crianças das aldeias, ao passar por elas. Por quê? Bem, ele foi construído por uma congregação muito ativa de 27 Testemunhas de Jeová, que o utilizam para fazer sua obra de pregação nas aldeias ao longo do rio. Também o usam para transportar a inteira congregação, junto com sua bagagem, até às assembléias cristãs realizadas na capital. Por isso, o nome “Noé” surgiu espontaneamente entre os aldeões, que sabem que o barco pertence às Testemunhas.
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