-
O que acontece quando falta energia?Despertai! — 1978 | 8 de março
-
-
policiais, declarando sua disposição de ajudar a dirigir o trânsito, participar em patrulhas de segurança e ajudar os pedestres perdidos. Outros nova-iorquinos forneceram serviços de escolta.
Em certos casos, a falta de energia, que em algumas zonas da cidade durara vinte e quatro horas, uniu mais as pessoas. Houve gente que sala à rua e, ali, conversava com vizinhos com os quais não falavam por muitos anos. Um casal, cujo divórcio seria consumado em três meses, veio a Nova Iorque para uma “festa de divórcio”, e ficou preso no 38.º andar dum hotel, durante o blecaute. Acabaram conversando longamente um com o outro. Com que resultado? Decidiram salvar seu casamento.
O Que Teria Feito?
Na verdade, os tempos de crise podem expor publicamente o que realmente há no coração das pessoas. Disse a revista Time, de 25 de julho de 1977: “Os behavioristas crêem em geral que, dada uma combinação similar de total escuridão, calor sufocante e ira frêmita por parte duma subclasse, grande parte do mesmo tipo de saque turbulento poderia irromper em quase qualquer cidade dos E. U.” Com base na história recente, o mesmo poderia ser dito de muitas cidades de outros países. Isto faz com que seja apropriado perguntar a outros: O que teria feito? Teria visado os interesses de outros, procurando satisfazer as necessidades deles? Ou, teria pensado apenas em seu próprio bem-estar e no de alguns conhecidos, talvez correndo para casa sem verificar o que poderia fazer para ajudar naquela emergência? Pior ainda, ter-se-ia apropriado dos bens de outros, sem pensar no dano que causava aos donos de lojas e ao seu próximo, que se veriam privados de áreas vizinhas de compras e, assim, se veriam obrigados a tomar o transporte público para obter suas necessidades diárias?
Em realidade, não é preciso uma crise para revelar o que o leitor ou seus vizinhos teriam feito numa situação similar. O que a pessoa faz, no dia-a-dia, indica se é ou não correta e honesta. “Quem é fiel no mínimo”, afirma a Bíblia, “é também fiel no muito, e quem é injusto no mínimo, é também injusto no muito”. (Luc. 16:10) Empenha-se em ser fiel no mínimo, de modo que sua presença durante uma emergência seja uma bênção, e não uma maldição, para outros?
-
-
Progredimos muito?Despertai! — 1978 | 8 de março
-
-
Progredimos muito?
● Os cosméticos para os olhos não são coisa nova. A Rainha Jezabel do antigo Israel “passou a pintar os seus olhos de preto”, quando prestes a encontrar-se com Jeú. (2 Reis 9:30) Pelo menos algumas mulheres de Israel usavam pintura para os olhos, como faziam as de outras terras do Oriente Médio. (Jer. 4:30; Eze. 23:40) Ao passo que as referências bíblicas não mencionam a pintura dos olhos em relação às mulheres fiéis de Israel, em geral, uma das filhas de Jó chamava-se Querém-Hapuque, que significa “chifre de antimônio” ou “chifre de pintura para o olho”. — Jó 42:14.
● Referindo-se ao uso de preservativos nos cosméticos para os olhos, Susan Seliger escreve em The National Observer (Observador Nacional): “Até mesmo os antigos egípcios reconheciam o valor dos preservativos. Diz-se que usavam, para a maquilagem dos olhos, dois materiais azul-esverdeados de cobre que têm efeito antibiótico.” Ela então diz com sarcasmo: “Quem é que diz que progredimos muito, filhote?”
-