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  • Ômer I
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    • os cobiçosos israelitas juntaram codornizes miraculosamente providas em tão grande número que “quem recolhia menos ajuntou dez ômeres” (220 decalitros). (Núm. 11:32) As Escrituras também mencionam o ômer como medida para a cevada, a semente e o trigo. — Lev. 27:16; Isa. 5:10; Eze. 45:13.

  • Ômer, Ii (Gômor)
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    • ÔMER, II (GÔMOR)

      Medida para secos equivalente a um décimo dum efa. (Êxo. 16:16, 18, 22, 32, 33, 36) Calcula-se o efa como equivalente a 22 litros, à base da evidência arqueológica relativa à capacidade da medida correspondente para líquidos, o bato. (Compare com Ezequiel 45:10, 11.) Um gômor (ômer, ALA; VB) por conseguinte, equivaleria a 2,2 litros.

      Uma comparação do texto hebraico de Êxodo 29:40 com o de Números 28:5 revela que a “décima parte” significa um décimo do efa, ou um gômor. Isto provê a base para se traduzir a expressão hebraica ‘décima parte’ como “um décimo de um efa” ou algo similar. — Núm. 15:4, ALA; IBB; MC; NM; PIB; VB.

  • Onã
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    • ONÃ

      [vigoroso]. Um dos filhos de Judá, o seu segundo com a filha cananéia de Sua. (Gên. 38:2-4; 1 Crô. 2:3) Depois de Er — o irmão mais velho de Onã — que não tinha filhos, ter sido morto por Jeová por praticar o erro, Judá disse a Onã que realizasse o casamento de cunhado com Tamar, esposa de Er. Se tivessem um filho, este não seria o fundador da família de Onã, e a herança de primogênito lhe pertenceria como herdeiro de Er; ao passo que, caso não houvesse herdeiro, Onã obteria a herança para si mesmo. Quando Onã teve relações sexuais com Tamar, ele “desperdiçou o seu sêmen na terra”, em vez de inseminá-la. Não se tratava dum ato de masturbação por parte de Onã, pois o relato diz que “quando teve relações com a esposa de seu irmão” ele desperdiçou seu sêmen. Pelo visto, era um caso de “coitus interruptus” (coito interrompido), em que Onã propositalmente impediu que sua ejaculação penetrasse no canal genital de Tamar. Devido a esta desobediência a seu pai, à sua cobiça e ao seu pecado contra o arranjo divino do casamento, e não pelo abuso de si, Onã, que também não tinha filhos, foi morto por Jeová. — Gên. 38:6-10; 46:12; Núm. 26:19.

  • Onesíforo
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    • ONESÍFORO

      [o que traz lucro]. Um cristão mencionado na segunda carta de Paulo a Timóteo. (2 Tim. 4:19) Em contraste com outros no distrito da Ásia que se desviaram de Paulo, Onesíforo permaneceu como apoiador leal dele, e, quando Paulo se achava em Roma, Onesíforo o procurou diligentemente, apesar dos riscos que correu. Não ficou envergonhado das cadeias de Paulo, mas prestou um bom serviço ao apóstolo, como fizera em Éfeso. Paulo apreciava grandemente esta lealdade, e orava para que Onesíforo e sua casa obtivessem a misericórdia de Jeová. — 2 Tim. 1:15-18.

      Ter Paulo enviado saudações à família de Onesíforo, em vez de ao próprio Onesíforo (2 Tim. 4:19), não indica, necessariamente, que ele não mais estivesse vivo, embora isso pudesse ser verdade. Talvez simplesmente estivesse longe da família nessa ocasião, ou, talvez, até mesmo estivesse incluído nas saudações gerais enviadas à sua família de crentes.

  • Onésimo
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    • ONÉSIMO

      [proveitoso, útil]. Um escravo fugitivo a quem Paulo ajudou a se tornar cristão. Onésimo tinha sido um servo de Filêmon, cristão colossense, mas tinha fugido de Colossos para Roma. Pode ser que tenha até roubado de seu amo para fazer tal viagem. (Col. 4:9; Filêm. 18) É bem possível que tenha conhecido Paulo, ou pelo menos tenha ouvido falar dele, através de Filêmon; pois, embora não tenha sido especificamente mencionada nenhuma visita de Paulo a Colossos, nas viagens missionárias, Paulo deveras viajou por aquela área geral e estava familiarizado com Filêmon. (Atos 18:22, 23; Filêm. 5, 19, 22) De qualquer forma, de algum modo não especificado, Onésimo se tornou associado de Paulo em Roma e logo se tornou cristão. (Filêm. 10) Em grande contraste com sua anterior inutilidade a Filêmon como escravo, tornou-se então utilíssimo a Paulo como ministro, um “fiel e amado irmão” a quem Paulo chama de “as minhas próprias ternas afeições”. — Col. 4:9; Filêm. 11, 12.

      Todavia, Onésimo ainda era um escravo fugitivo e a ordem social daqueles dias obrigava Paulo a mandá-lo retornar a seu amo, embora com relutância, em vista de quão bom companheiro Onésimo se tornara. O apóstolo, contudo, não tinha meios de obrigar Onésimo a retornar, de modo que isso dependia, e resultaria, da própria disposição de Onésimo de ir. Ao enviar Onésimo, Paulo fez arranjos para que Tíquico o acompanhasse, e para que os dois levassem uma carta e um relatório a Colossos. (Col. 4:7-9) Em aditamento, Paulo entregou a Onésimo a sua carta para Filêmon, muito embora só fosse num período bem adiantado de seu encarceramento que Paulo esperava ser liberto e aguardava visitar Filêmon pessoalmente. (Filêm. 22) Esta última carta poderia ser denominada uma carta de reapresentação e de recomendação de Onésimo, na qual Paulo assegurava a Filêmon o bom ministério cristão e a nova personalidade de Onésimo, e em que Paulo suplicava que o reencontro dos dois fosse mais o de dois cristãos do que o de um escravo e seu amo. Paulo solicitava que qualquer dívida ainda restante de Onésimo para com Filêmon fosse debitada na conta do apóstolo. (Filêm. 12-22) Incidentalmente, na carta aos colossenses que Onésimo e Tíquico estavam levando, Paulo tratava de princípios cristãos que governavam o relacionamento entre escravos e amos. — Col. 3:22 a 4:1.

  • Onicha
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    • ONICHA

      [unha, garra, casca, aba, ou aquilo que fica dependurado e solto (para baixo)]. Ingrediente do incenso destinado exclusivamente para ser usado no santuário. (Êxo. 30:34-37) Alguns crêem que a onicha talvez se derivasse das valvas que se fecham, de certos moluscos. No entanto, visto que este ingrediente era usado para um propósito sagrado, outros consideram que se tratava dum produto vegetal, em vez de algo obtido dum animal impuro.

  • Ônix
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    • ÔNIX

      Gema semipreciosa, uma variedade dura de ágata; o termo também se aplica a uma forma listrada de calcedônia. O ônix possui camadas brancas que se alternam com negras, castanhas, vermelhas, cinzas ou verdes. A cor pálida produzida pela combinação das camadas vermelhas, que se tornam visíveis através das camadas brancas translúcidas desta pedra, evidentemente fazia os gregos lembrar-se da unha, que é ónyx em grego. Desde os tempos antigos, o ônix tem sido muito apreciado para adornos, anéis e contas. As camadas de cores variadas o tornavam especialmente popular para camafeus.

      A “terra de Havilá” era uma fonte destacada de ônix nos primitivos tempos bíblicos. (Gên. 2:11, 12) As pedras de ônix se achavam entre os valores contribuídos para a fabricação das coisas relacionadas com o tabernáculo de Israel. (Êxo. 25:1-3, 7) Os “nomes dos filhos de Israel . . . pela ordem dos seus nascimentos” foram gravados em duas pedras de ônix (seis nomes em cada pedra), colocadas sobre as ombreiras do éfode do sumo sacerdote “como pedras memoriais para os filhos de Israel”. Outra pedra de ônix foi gravada com o nome de uma das doze tribos de Israel, e foi colocada no centro da quarta fileira de pedras no “peitoral do julgamento” do sumo sacerdote. — Êxo. 28:9-12, 15-21; 35:5, 9, 27; 39:6-14.

      Mais tarde, Davi preparou pessoalmente muitas coisas valiosas, inclusive pedras de ônix, para a construção do templo prospectivo em Jerusalém. (1 Crô. 29:2) O ônix também se achava entre as pedras preciosas que serviam como “cobertura” figurada do “rei de Tiro” na endecha registrada por Ezequiel. (Eze. 28:12, 13) Jó, reconhecendo o valor da sabedoria, declarou que a pessoa não poderia comprar a sabedoria inestimável e piedosa com “a rara pedra de ônix” e outras coisas preciosas. — Jó 28:12, 16.

  • Onri
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    • ONRI

      O sexto rei do reino setentrional de dez tribos de Israel. Nada se acha registrado sobre os ancestrais de Onri, nem mesmo o nome do seu pai ou de sua tribo. Onri fundou a terceira dinastia de Israel (sendo precedida pelas de Jeroboão e de Baasa), seu filho Acabe e seus netos, Acazias e Jeorão, o sucedendo, e os quatro juntos totalizando uns quarenta e seis anos (951-905 AEC) no trono. Atalia, neta de Onri, governou seis anos sobre o trono de Judá. (2 Reis 8:26; 11:1-3; 2 Crô. 22:2) Jeú, que exterminara a casa de Acabe e estabelecera a seguinte dinastia de Israel, é chamado de “filho [isto é, sucessor] de Onri” no obelisco negro de Salmaneser III. Com efeito, os assírios continuaram a chamar Israel de “a terra de Onri” e os reis de Israel de “a casa de Onri” por muito tempo depois que os descendentes dele tinham deixado de governar — um tributo ao poder dele.

      Onri chegou ao trono, não por herança, mas pela espada. Tinha sido chefe do exército de Israel sob o Rei Elá (e, talvez, sob o seu predecessor, Baasa) quando Zinri, chefe da metade dos carros, derrubou Elá, assumiu a realeza e extirpou a casa e os amigos de Baasa. Assim que isto foi comunicado ao exército israelita, que nessa ocasião se achava acampado contra os filisteus em Gibetom, “todo o Israel” — sem dúvida os cabeças tribais “no acampamento” — fez de Onri o seu rei. De imediato, retiraram-se de Gibetom e tomaram de assalto Tirza, capital de Zinri. Vendo perdida a sua causa, Zinri incendiou a casa do rei com ele mesmo dentro dela, assim pondo um fim trágico ao seu governo de sete dias. — 1 Reis 16:8-20.

      Mas se apresentou um novo rival de Onri — Tibni, filho de Ginate. O povo permaneceu dividido por quatro anos, tempo durante o qual grassou presumivelmente a guerra civil até que os apoiadores de Onri derrotaram os de Tibni, garantindo o governo indisputado para Onri. Zinri havia morrido no vigésimo sétimo ano do Rei Asa, de Judá (951 AEC). (1 Reis 16:15-18) Por fim, no trigésimo primeiro ano de Asa (947), Tibni morreu de um modo não declarado, deixando Onri realizar oito anos de governo indisputado, até o trigésimo oitavo ano de Asa (940). — 1 Reis 16:21-23, 29.

      Atribui-se “potência” ao Rei Onri. (1 Reis 16:27) De acordo com as linhas quatro a oito da Pedra Moabita, Onri impôs a sujeição a Moabe, domínio este a que Acabe deu prosseguimento. (2 Reis 3:4) Em meados de seu reinado, Onri mudou sabiamente sua capital de Tirza, que ele mesmo capturara com muita facilidade. Comprou o monte de propriedade de Semer, bem apropriado para ser fortificado, e construiu ali uma nova cidade, Samaria, que conseguia suportar longos sítios. (1 Reis 16:23, 24) As inscrições em cuneiforme igualmente o chamam de fundador dela, e foi também seu local de sepultamento. (1 Reis 16:28) No decorrer de seu reinado, Onri enfrentou vários reveses, tais como o de ter de entregar algumas cidades ao rei da Síria (1 Reis 20:34), e de ter de pagar tributo à Assíria, sendo ele o primeiro rei israelita a fazer isso.

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