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  • Chegue-se a Deus em oração
    A Sentinela — 1977 | 15 de março
    • acharmos benignidade imerecida para ajuda no tempo certo.” — Heb. 4:15, 16.

      Pelo menos no fim de nossas orações devemos expressar que Jesus é o meio de aproximação. O apóstolo Paulo escreveu: “Não importa quantas sejam as promessas de Deus, elas se tornaram Sim [quer dizer, certas, confirmadas] por meio dele. Portanto, também por intermédio dele se diz o Amém a Deus, para glória por nosso intermédio.” (2 Cor. 1:20) “Amém”, após o encerramento da oração no nome de Cristo, significa “assim seja”, uma declaração de afirmação, a saber, que todas as promessas de Deus estão sendo e serão cumpridas por meio de Cristo. Portanto, ao dizerem “Amém”, os cristãos glorificam a Deus. Quando alguém ora, outros que ouvem a oração e concordam com ela também podem dizer silenciosamente “Amém”, no coração, ou fazê-lo audivelmente, caso se sintam induzidos a isso.

      O apóstolo Paulo exorta os cristãos a prosseguirem na sua luta da fé, ‘ao passo que com toda forma de oração, em todas as ocasiões, fazem orações em espírito’. (Efé. 6:18) Cada oração, quer audível, quer silenciosa, tem um objetivo ou uma finalidade. Há diversas formas de oração; por exemplo, “intercessões”, nas quais o cristão ora a favor de outros, “agradecimentos”, pedidos de bênçãos e orações de “súplica”, com respeito a certas necessidades ou certos problemas. (1 Tim. 2:1; Fil. 4:6) Há também muitas ocasiões para oração. Podem surgir circunstâncias em que precisamos invocar a Deus, ou pode haver tempos ou ocasiões regulares, tais como as reuniões cristãs. (Tia. 5:13-16; Atos 6:5, 6) As orações devem ser apropriadas à ocasião.

      Portanto, na oração, convém ser o mais específico possível. Deve haver um objetivo ou uma finalidade nesta ocasião; a oração não deve ser difusa, divagante e incoerente. Por exemplo, quando se dão agradecimentos na hora da refeição, usualmente seria impróprio fazer uma oração longa, tratando de assuntos bem remotos ou não relacionados com a ocasião. Uma oração breve serviria ali à finalidade. Mas, para iniciar o dia ou para concluir o dia com uma oração, talvez queiramos mencionar coisas que surgem na nossa vida diária e na daqueles da associação dos irmãos em todo o mundo. A oração poderá assim abranger mais assuntos. Naturalmente, há ocasiões em que “não sabemos em prol de que devemos orar assim como necessitamos, mas o próprio espírito implora por nós com gemidos não pronunciados”. (Rom. 8:26) Deus aceita nossa oração sincera nestas circunstâncias, respondendo segundo as nossas necessidades, como se tivéssemos orado exatamente para receber tal resposta.

      Quando Jesus ensinou aos seus discípulos a orar, deu-lhes um breve esboço, apresentando os assuntos na sua ordem de importância. (Mat. 6:9-13) Aconselhou também contra a repetição vã na oração. Falando a alguém numa palestra comum, acharíamos tolo dizer a mesma coisa vez após vez. Quanto mais assim ao falarmos a Deus, que ‘sabe de que coisas necessitamos antes de lhe pedirmos’. (Mat. 6:8) E assim como numa conversa com um amigo não usaríamos seu nome em cada sentença ou a cada instante, do mesmo modo não devemos repetir o nome de Jeová vez após vez numa oração.

      Os exemplos bíblicos de oração nos revelam que não há postura prescrita, nem posição exigida para as mãos. Jesus “prostrou-se com o rosto em terra, orando” no jardim de Getsêmane. (Mat. 26:39) Em outras ocasiões, “levantou . . . os olhos para o céu”. (João 11:41; Luc. 18:13) Falou sobre estar em pé ao orar. (Mar. 11:25) O apóstolo Paulo “ajoelhou-se” com os anciãos de Éfeso. — Atos 20:36.

      Quando alguém, numa reunião, lidera um grupo em oração, todos devem, naturalmente, assumir uma postura respeitosa, mas nenhuma postura específica torna a oração mais santa. Também devemos tomar em consideração que, numa reunião pública, os descrentes, embora sejam amigáveis, talvez não sintam vontade de inclinar a cabeça junto com a congregação. Deve bastar simplesmente anunciar que ‘nos dirigiremos agora a Jeová em oração’ ou algo parecido.

      A oração dirigida a Jeová Deus em nome de Jesus Cristo tem muito poder. As refeições, as orações de agradecimento agradam a Deus e o induzem a abençoar os comensais no uso do sustento que recebem. O apóstolo escreveu: “Cada criação de Deus é excelente, e nada deve ser rejeitado se for recebido com agradecimento, porque é santificado pela palavra de Deus [aprovando todas as coisas que Deus criou como alimento] e pela oração sobre ele.” (1 Tim. 4:4, 5) Quem não agradece a Deus seu alimento não mostra apreço, e não pode esperar a plena bênção de Deus. Não queremos ser como animais, desapercebidos da verdadeira Fonte e do Provisor de todas as coisas boas.

      O meio-irmão de Jesus, Tiago, disse sobre a eficácia da oração: “A súplica do justo, quando em operação, tem muita força. Elias era homem com sentimentos iguais aos nossos, contudo, em oração, ele orou para que não chovesse; e não choveu no país por três anos e seis meses. E ele orou novamente, e o céu deu chuva e a terra produziu os seus frutos.” — Tia. 5:16-18.

      De modo que há grande recompensa em se orar a Deus. Considere a bênção sem paralelo que o oficial romano Cornélio recebeu da oração. (Atos, cap. 10) Por isso, devemos orar em plena fé e confiança. Pois, Jeová, que deu nome a cada uma dos trilhões de estrelas, é capaz de ouvir as orações de centenas de milhares de seus adoradores e de dar-lhes consideração individual. — Sal. 147:4.

  • Qual era o papel dos profetas?
    A Sentinela — 1977 | 15 de março
    • Qual era o papel dos profetas?

      QUANDO se faz menção dos profetas hebraicos da antiguidade, o que lhe vem à mente? Pensa em homens que faziam predições do futuro? Ou pensa primariamente em homens que exortavam o povo a fazer a vontade de Deus?

      Os antigos profetas hebraicos, naturalmente, prediziam certos acontecimentos. Contudo, suas profecias de modo algum se limitavam a fazer predições. Isto se evidencia no termo hebraico para profeta, navi’. Esta palavra, em si mesma, não transmite a idéia de fazer predições. Navi’ refere-se a ‘alguém que profere palavras abundantes’ ou ‘alguém de fala fluente’. O uso real do termo mostra que os verdadeiros profetas eram porta-vozes de Deus, com fervorosas mensagens inspiradas. Exatamente o que estava envolvido na comissão que Deus deu aos profetas pode melhor ser apreciado pela comparação de sua conduta com a dos que falsamente afirmavam ter cargo profético.

      Por exemplo, considere a situação no tempo do profeta hebreu Miquéias. Havia ocorrido um enorme colapso moral em Israel e em Judá. Os líderes oprimiam o povo, especialmente os pobres e necessitados. Os juízes e os sacerdotes tinham avidez insaciável por dinheiro. O derramamento

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