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  • Um Deus digno de louvor
    A Sentinela — 1964 | 1.° de fevereiro
    • o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, enviou-me a vós.” Este é o meu nome por tempo indefinido, e este é o meu memorial de geração em geração.’” — Êxo. 3:15.

      Claramente então é o propósito de Deus que ele seja conhecido para sempre pelo seu nome Jeová. Um compositor levita dos dias de Davi até terminou o seu cântico com o seguinte pedido: “Que os povos saibam que tu, cujo nome é Jeová, só tu és o Altíssimo sobre toda a terra.” Todos os escritos que desde então foram acrescentados às Escrituras confirmam que Deus deseja identificar-se pelo seu nome Jeová. — Sal. 83:18.

      Hoje se identificam certas obras-primas com nomes tais como Rembrandt, Da Vinci e Miguel Ângelo, e falam sobre estes homens dotados em termos enaltecedores. Quanto mais deve ser louvado o nome de JEOVÁ, o Criador de todas as transcendentes obras-primas! É assim que se sente quando examina as maravilhas da criação? Foi assim que Davi se sentiu e do fundo do coração ele se empenhou a proferir palavras de louvor a Jeová, falando sobre a “grandeza”, “o poder”, “a beleza”, “a excelência” e “a dignidade” dele. Realmente, palavras não parecem adequadas para louvar a grandeza de Jeová. — 1 Crô. 29:11.

      Há muitas coisas ao nosso redor, pelas quais louvarmos a Jeová. Olhe para o céu. “Os céus declaram a glória de Deus”, disse Davi. Mesmo sem ajuda dos telescópios modernos, sendo-lhe a visão limitada a apenas poucos milhares de estrelas, Davi viu o bastante para reconhecer que um Mestre Artista tinha agido. Hoje sabe-se que há incontáveis bilhões de estrelas e que leis e ordem governam os seus movimentos. Não temos nós razão ainda maior para louvarmos a Jeová? Quão contentes devemos ficar por conhecermos o seu nome! — Sal. 19:1, 2; 8:3, 4.

      DOMÍNIO E SUPREMACIA

      Davi também apreciou que Jeová era o poderoso soberano que tratava com seu povo de modo tão maravilhoso e continuou a orar assim: “Teu é o reino, ó Jeová, que também te exaltas como cabeça de todos. Riquezas e glória vêm de ti, e tu dominas tudo; na tua mão há poder e fortaleza, e na tua mão está a habilidade de engrandecer e de dar força a todos. E agora, ó Deus nosso, te somos gratos e louvamos o teu bonito nome.” — 1 Crô. 29:11-13.

      Muitas pessoas hoje em dia estão inclinadas a louvar a Jeová por suas maravilhosas obras de criação, mas o que dizer quanto a louvá-lo por seu prometido Reino e pelo modo que exerce poder em benefício do seu povo? Está ciente de tais motivos para louvar a Deus? A bela oração de Davi mostra que ele não só estava familiarizado com os tratos de Jeová para com o seu povo de então, mas também demonstrou por meio das Escrituras inspiradas que sabia o que Deus tinha feito em benefício do seu povo de antes dele.

      O segundo livro dos Escritos Sagrados descreve como Jeová tinha libertado da escravidão no Egito a toda a nação de Israel. Quão poderoso e forte se provou Jeová ao separar o Mar Vermelho! Que Provisor maravilhoso foi ele no deserto! Como fortaleceu ele o seu povo para a conquista da Terra Prometida! Que lei maravilhosa deu ele a Moisés para governar o seu povo! Mas Jeová não só proveu a lei; mais tarde ele providenciou juízes e depois, reis.

      Davi sabia destas coisas. Lembrava-se de como o profeta Samuel fora enviado para o ungir por rei quando era um jovem pastor do rebanho do seu pai. Por isso compreendia que era no trono de Jeová que se assentava, segundo registrou mais tarde o escritor de Crônicas: “E Salomão assentou-se no trono de Jeová, como rei no lugar de Davi, seu pai.” Por saber destas coisas Davi reconhecia que o reino pertencia a Jeová e o seu coração estava cheio de louvor pelo modo maravilhoso que Ele governava o seu povo. — 1 Crô. 29:23.

      Tem a mesma apreciação pelo reino de Jeová e pelo modo que ele cuida do seu povo? Realmente, temos hoje motivo para apreciação ainda maior. Por quê? Porque aquele reino israelita foi apenas típico do reino eterno estabelecido nas mãos do Messias prometido, o descendente de Davi. Concernente a este rei, Deus prometeu: “Uma vez jurei na minha santidade, não mentirei a Davi. O seu próprio descendente provará existir até tempo indefinido e o seu trono como o sol diante de mim. Como a lua, será estabelecido firmemente, por tempo indefinido.” — Sal. 89:35-37.

      Jesus Cristo provou ser o descendente de Davi em cujas mãos Jeová colocou um reino tão eterno quanto o sol e a lua. Quando Jesus estava na terra, ele ensinou seus seguidores a orar por este reino. Sabe como ele disse: “Tendes de orar do seguinte modo: ‘Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu assim também na terra.” — Mat. 6:9, 10.

      Note que na oração ao seu Pai, Jesus disse: “Teu reino.” Sim, o reino de Jeová, assim como Davi tinha orado: “Teu é o reino, ó Jeová.” O cumprimento de profecias da Bíblia indica que este governo sobre-humano está perto. Brevemente Jeová demonstrará de novo que na sua “mão há poder e fortaleza”. Ele destruirá os ímpios deste velho mundo, assim como mergulhou a Faraó e suas hostes no Mar Vermelho. E assim como protegeu seu povo de então, assim o protegerá de novo, conduzindo-o ao seu prometido novo mundo para desfrutar as bênçãos eternas do seu reino.

      Quando se consideram todas as obras maravilhosas de Jeová, as que ele fez no passado, e o que ele promete fazer no futuro próximo, não há então motivo para render-lhe louvor? Felizes seremos se seguirmos o exemplo de Davi, quando orou: “E agora, ó Deus nosso, te somos gratos e louvamos o teu bonito nome.” — 1 Crô. 29:13.

  • Seminarista aprende a verdade — Samoa Americana
    A Sentinela — 1964 | 1.° de fevereiro
    • Seminarista aprende a verdade — Samoa Americana

      As pessoas locais apreciam as testemunhas de Jeová pelo que são e estão prontas a reconhecer as suas próprias responsabilidades, como salienta a seguinte experiência: Certo jovem que foi visitado no ministério de casa em casa explicou que já tinha falado com as testemunhas e estava perturbado pelo que elas lhe mostraram na Bíblia. Por quê? Estava num seminário católico romano e, tendo terminado quatro anos de treinamento, ia ser enviado a um seminário nos Estados Unidos. Sendo presidente do corpo de estudantes, tinha liderado os estudantes em ridicularizar as testemunhas de Jeová. Nos seus quatro anos de seminário, nunca tinha visto uma Bíblia nem recebido dos padres respostas satisfatórias às suas perguntas sobre as Escrituras. Enfraqueceu-se a sua fé católica. “Certa vez”, disse ele, “joguei futebol contra um time de outra aldeia, cujo capitão estava começando a pregar com as testemunhas de Jeová. Depois de jogar, a perspectiva Testemunha aproveitou a oportunidade para pregar para mim; e mais tarde refleti: Estou estudando para padre, mas nunca tive este zelo de pregar a minha fé em todas as ocasiões.”

      Depois de outras visitas e de um estudo sobre o desvio do cristianismo, ele teve mais certeza sobre o que queria ser. Terminaram-se as suas férias e ele voltou à Samoa Ocidental e ao seminário.

      Duas semanas mais tarde ele voltou. Tinha saído do seminário, seu pai o tinha expulsado de casa, e ele se achava novamente na Samoa Americana para estudar todos os dias com as Testemunhas e aprender a servir a Jeová de verdade. Apesar desta grande mudança na sua vida, tem permanecido firme e está ansioso para adquirir o mais rápido possível bastante conhecimento da verdade para poder ser batizado e então servir como pioneiro. — Anuário das Testemunhas de Jeová de 1963, em inglês, págs. 130, 131.

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