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Falar com DeusA Sentinela — 1963 | 15 de agosto
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a compelir cada ouvinte a dizer um fervoroso “Amém!” no fim.
22. Como e onde se devem ensinar as crianças a orar?
22 Visto que a oração em público não é aula prática, as crianças não devem ser pedidas para representar os adultos em oração. O lugar dos filhos aprenderem a orar é nos joelhos dos pais. Pais, tomem tempo e reflitam em ensinar seus filhos a orar e o que devem dizer em oração. Incutam na mente dos jovens que estão falando com Deus e que portanto devem falar com reverência, com sinceridade e com a simplicidade peculiar às crianças.
23. O respeito pelo privilégio de orar determina o quê?
23 O respeito pelo precioso privilégio de orar determina que não se deve orar nas demonstrações. É por isso que um servo varão que acompanha uma irmã nos seus estudos bíblicos domiciliares permite que ela dirija o estudo para que possa dar conselhos se houver necessidade, mas ele ora no início e no fim, pois a oração nunca deve ser proferida com o propósito de se dar conselho.
24. Como pode ser resumido o nosso privilégio de falarmos com Deus?
24 É sem dúvida grande comiseração da parte de Deus permitir que andemos e falemos com ele. E ao andarmos com ele, estejamos sempre alertas para ouvir e atender o que nos tem a dizer ao falarmos com ele, perseverando incessantemente nisto com ações de graças, ao passo que revelamos as nossas petições. Ao mesmo tempo, cuidemos de nos comportar em harmonia com as nossas petições, de manter as idéias contidas em nossas petições sempre apropriadas para a ocasião e de evitarmos cair em rotina. Fazendo isto, participaremos na vindicação do nome de Jeová, alegraremos o coração dele e nos asseguraremos muita satisfação agora e no eterno novo mundo de justiça de Jeová.
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Ouvindo a voz do pastor correto — MartinicaA Sentinela — 1963 | 15 de agosto
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Ouvindo a Voz do Pastor Correto — Martinica
Há quatro meses, certa irmã professora recebeu de uma de suas alunas um convite para ouvir um discurso dos Adventistas do Sétimo Dia. Ela foi com outra irmã e viu na assistência uma colega do tempo de estudante. Pensou então: “Ela, aqui? Tenho que falar com ela.” E logo após o discurso, dirigiu-se à amiga e, depois de algumas palavras, disse-lhe: “Vejo que você tem algum interesse na Bíblia.” A amiga respondeu: “Algum, não! Muito!” “Ótimo”, foi a resposta da irmã, que continuou a dizer: “Sendo assim, então palestraremos sobre a Palavra de Deus. Está bom?” “Está bom”, respondeu a amiga, “mas já sabe que estou com os Adventistas do Sétimo Dia e tenho estado com eles já por uns quatro anos e não com as testemunhas de Jeová, pois vocês não têm a verdade, e dizem coisas contrárias à Bíblia.” A irmã respondeu: “Se possível, pode dar-nos um exemplo?” “Pois não”, disse ela: “Por exemplo, vocês dizem que Jesus Cristo não mais será visto. Todavia, a Bíblia diz que ‘todo olho o verá’.” “É verdade”, disse a irmã, “mas se quiser iremos à sua casa e palestraremos sobre esse ponto. Está bom?” Ela concordou.
Chegou então o dia da palestra, e logo ela compreendeu o ponto. Junto com a filha, que também tomou parte na palestra, ela disse: “Compreendemos muito bem!” A irmã então convidou-as para as nossas reuniões, e elas começaram a freqüentá-las regularmente.
Mas o pastor foi à casa delas, sendo então boa hora para uma comparação. Foi útil para salientar a verdade, sendo que a filha, vendo a falta de sinceridade do pastor, exclamou: “Monsieur Pastor, compreenda por favor! As explicações das testemunhas de Jeová são muito claras! As suas não estão certas, eu vejo que o senhor não deseja compreender; isto nos aflige.” E depois que as irmãs saíram da casa, o pastor disse à mãe e à filha: “Voltarei com outros textos.” Mas a filha respondeu: “É inútil, Pastor; já somos testemunhas de Jeová em nossos corações.”
Algumas semanas depois saíram a pregar as boas novas, sendo ambas batizadas na Assembléia de Distrito “Ministros Corajosos”, em agosto passado, e isto em apenas quatro meses depois do seu primeiro contato! Deveras, o Senhor sabe quem lhe pertence. — Anuário, págs. 153, 154.
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