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  • Livro bíblico número 42 — Lucas
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • é galileu, envia-o a Herodes, que por acaso está em Jerusalém na ocasião. Herodes e seus guardas se divertem às custas de Jesus e o mandam de volta para um julgamento diante de uma turba exaltada. Pilatos ‘entrega Jesus à vontade deles’. — 23:2, 25.

      28. (a) O que promete Jesus ao ladrão que demonstra fé nele? (b) O que registra Lucas a respeito da morte, do sepultamento e da ressurreição de Jesus?

      28 Morte, ressurreição e ascensão de Jesus (23:26-24:53). Jesus é pregado na estaca entre dois malfeitores. Um deles escarnece de Jesus, mas o outro demonstra fé e pede para ser lembrado no Reino dele. Jesus promete: “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.” (23:43) Daí, se abate uma escuridão incomum, a cortina do santuário rasga-se pelo meio, e Jesus clama: “Pai, às tuas mãos confio o meu espírito.” Com isto, expira, e seu corpo é retirado e deitado num túmulo escavado na rocha. No primeiro dia da semana, as mulheres que vieram com ele da Galiléia vão ao túmulo, mas não encontram o corpo de Jesus. Assim como ele próprio predissera, ressuscitou ao terceiro dia! — 23:46.

      29. Com que relato alegre conclui o Evangelho de Lucas?

      29 Aparecendo sem se identificar a dois de seus discípulos na estrada para Emaús, Jesus fala sobre os seus sofrimentos e interpreta-lhes as Escrituras. Subitamente eles o reconhecem, mas ele desaparece. Comentam então: “Não se nos abrasavam os corações quando nos falava na estrada, ao nos abrir plenamente as Escrituras?” Voltam depressa a Jerusalém para contar isto aos outros discípulos. Enquanto ainda estão falando sobre essas coisas, Jesus aparece no seu meio. Eles não conseguem acreditar de tanta alegria e admiração. Então, ‘abre-lhes plenamente a mente para que compreendam’ pelas Escrituras o significado de tudo que acontecera. Lucas conclui o seu Evangelho com a descrição da ascensão de Jesus ao céu. — 24:32, 45.

      POR QUE É PROVEITOSO

      30, 31. (a) Como edifica Lucas confiança nas Escrituras Hebraicas como sendo inspiradas por Deus? (b) Que palavras de Jesus cita Lucas em apoio disso?

      30 As boas novas “segundo Lucas” edificam confiança na Palavra de Deus e fortalecem a fé para suportar as fustigações de um mundo que nos é estranho. Lucas fornece muitos exemplos de cumprimentos exatos das Escrituras Hebraicas. Jesus é apresentado como tirando sua comissão em termos específicos do livro de Isaías, e Lucas parece usar isso como tema em todo o livro. (Luc. 4:17-19; Isa. 61:1, 2) Essa foi uma das ocasiões em que Jesus citou dos Profetas. Ele também citava da Lei, como na ocasião em que rejeitou as três tentações do Diabo, e dos Salmos, como ao perguntar a seus adversários: “Como é que dizem que o Cristo é filho de Davi?” O relato de Lucas contém muitas outras citações das Escrituras Hebraicas. — Luc. 4:4, 8, 12; 20:41-44; Deut. 8:3; 6:13, 16; Sal. 110:1.

      31 Quando Jesus entrou em Jerusalém montado num jumentinho, segundo predito em Zacarias 9:9, as multidões o aclamaram alegremente, aplicando-lhe o texto de Salmo 118:26. (Luc. 19:35-38) Num lugar, dois versículos de Lucas são suficientes para abranger seis pontos que as Escrituras Hebraicas profetizaram a respeito da morte ignominiosa de Jesus e de sua ressurreição. (Luc. 18:32, 33; Sal. 22:7; Isa. 50:6; 53:5-7; Jon. 1:17) Finalmente, após sua ressurreição, Jesus inculcou poderosamente nos discípulos a importância das inteiras Escrituras Hebraicas. “Disse-lhes então: ‘Estas são as minhas palavras que vos falei enquanto ainda estava convosco, que todas as coisas escritas na lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos, a respeito de mim, têm de se cumprir.’ Abriu-lhes então plenamente as mentes para que compreendessem o significado das Escrituras.” (Luc. 24:44, 45) Semelhantes àqueles primeiros discípulos de Jesus Cristo, nós também podemos ser esclarecidos e obter forte fé, prestando atenção aos cumprimentos das Escrituras Hebraicas, tão precisamente explicados por Lucas e pelos demais escritores das Escrituras Gregas Cristãs.

      32. Como o relato de Lucas frisa o Reino, e qual deve ser a nossa atitude para com o Reino?

      32 Em toda a sua narrativa, Lucas indica de modo contínuo o Reino de Deus ao seu leitor. Do início do livro, em que o anjo promete a Maria que o filho a quem ela dará à luz “reinará sobre a casa de Jacó para sempre, e não haverá fim do seu reino”, aos capítulos finais, em que Jesus fala sobre introduzir os apóstolos no pacto para o Reino, Lucas frisa a esperança do Reino. (1:33; 22:28, 29) Apresenta Jesus tomando a dianteira na pregação do Reino e enviando os 12 apóstolos, e mais tarde os 70, para fazerem essa mesma obra. (4:43; 9:1, 2; 10:1, 8, 9) A unicidade de devoção necessária para poder entrar no Reino é acentuada pelas oportunas palavras de Jesus: “Deixa que os mortos enterrem seus mortos, mas tu, vai e divulga o reino de Deus”, e: “Ninguém que tiver posto a mão num arado e olhar para as coisas atrás é bem apto para o reino de Deus.” — 9:60, 62.

      33. Dê exemplos da ênfase de Lucas à oração. Que lição podemos tirar disso?

      33 Lucas enfatiza a questão da oração. Seu Evangelho é notável neste respeito. Fala da multidão que orava enquanto Zacarias se achava no templo; de João, o Batizador, ter nascido em resposta a orações por um filho e de Ana, a profetisa, orar noite e dia. Descreve Jesus orando por ocasião de seu batismo, passar ele a noite inteira em oração antes de escolher os 12 e a sua oração durante a transfiguração. Jesus admoesta os seus discípulos a “sempre orarem e . . . nunca desistirem”, ilustrando esse ponto por meio de uma viúva persistente que continuamente recorria a certo juiz até que ele lhe fez justiça. Somente Lucas fala do pedido dos discípulos para que Jesus lhes ensinasse a orar e do anjo que fortaleceu a Jesus, enquanto ele orava no monte das Oliveiras; e só ele registra as palavras da oração final de Jesus: “Pai, às tuas mãos confio o meu espírito.” (1:10, 13; 2:37; 3:21; 6:12; 9:28, 29; 18:1-8; 11:1; 22:39-46; 23:46) Como na época em que Lucas registrou seu Evangelho, assim também hoje a oração é uma provisão vital para fortalecer todos os que estão fazendo a vontade divina.

      34. Que qualidades de Jesus acentua Lucas como excelente precedente para os cristãos?

      34 Tendo mente profundamente observadora e estilo fluente e descritivo, Lucas confere ardor e vivacidade ao ensino de Jesus. O amor, a benignidade, a misericórdia e a compaixão de Jesus para com os fracos, os oprimidos e os desprezados se revelam em nítido contraste com a religião fria, formal, restritiva e hipócrita dos escribas e dos fariseus. (4:18; 18:9) Jesus dá constante encorajamento e ajuda aos pobres, aos cativos, aos cegos, e aos esmagados, fornecendo assim esplêndido precedente para os que procuram ‘seguir de perto os seus passos’. — 1 Ped. 2:21.

      35. Por que podemos ser realmente gratos a Jeová por Sua provisão do Evangelho de Lucas?

      35 Assim como Jesus, o perfeito Filho de Deus que fazia maravilhas, manifestou preocupação amorosa por seus discípulos e todas as pessoas sinceras, nós também devemos esforçar-nos a realizar nosso ministério com amor, sim, “por causa da terna compaixão de nosso Deus”. (Luc. 1:78) Para este fim as boas novas “segundo Lucas” são deveras de muito proveito e ajuda. Podemos realmente ser gratos a Jeová por ter inspirado Lucas, “o médico amado”, a escrever este relato exato, edificante e encorajador, apresentando a salvação por intermédio do Reino às mãos de Jesus Cristo, “o meio salvador de Deus”. — Col. 4:14; Luc. 3:6.

  • Livro bíblico número 43 — João
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • Livro bíblico número 43 — João

      Escritor: Apóstolo João

      Lugar da Escrita: Éfeso, ou perto

      Escrita Completada: c. 98 EC

      Tempo Abrangido: Depois do prólogo, 29–33 EC

      1. O que mostram as Escrituras quanto à intimidade da associação de João com Jesus?

      OS EVANGELHOS de Mateus, Marcos e Lucas já estavam em circulação por mais de 30 anos e eram prezados pelos cristãos do primeiro século como sendo obras de homens inspirados pelo espírito santo. Agora, ao se aproximar o fim do século, e ao diminuir o número dos que haviam estado com Jesus, é bem provável que surgisse a pergunta: Havia ainda algo a ser relatado? Havia ainda alguém que pudesse, de suas próprias recordações, preencher pormenores preciosos do ministério de Jesus? Sim, havia. O idoso João fora singularmente abençoado em sua associação com Jesus. Achava-se, pelo que parece, entre os primeiros discípulos de João, o Batizador, apresentados ao Cordeiro de Deus e foi um dos quatro primeiros convidados pelo Senhor a participar com ele de tempo integral no ministério. (João 1:35-39; Mar. 1:16-20) Ele continuou a ter associação íntima com Jesus durante todo o Seu ministério, e era o discípulo a quem ‘Jesus amava’, que se recostou no peito de Jesus durante a última Páscoa. (João 13:23; Mat. 17:1; Mar. 5:37; 14:33) Ele estava presente durante a cena angustiante da execução, onde Jesus o incumbiu de cuidar de Sua mãe carnal, e foi ele quem passou adiante de Pedro ao correrem para o túmulo, a fim de investigar a notícia de que Jesus fora ressuscitado. — João 19:26, 27; 20:2-4.

      2. Como estava João habilitado e como foi avigorado para escrever o seu Evangelho, e para que fim?

      2 Amadurecido por quase 70 anos de ministério ativo e estimulado pelas visões e meditações de sua recente prisão solitária na ilha de Patmos, João estava bem habilitado para escrever sobre coisas há muito guardadas em seu coração. O espírito santo então avigorou a sua mente para relembrar e assentar por escrito muitos dos preciosos e vitalizadores dizeres, para que quem lesse ‘pudesse crer que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que, por crer, tivesse vida por meio do nome de Jesus’. — 20:31.

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