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  • “O que o homem semear, isso também ceifará”
    A Sentinela — 1969 | 1.° de março
    • em que, ao manterem puro o seu motivo para o seu serviço, e na base do amor, seu “labor não é em vão em conexão com o Senhor”. (1 Cor. 15:58) Convidam outros, de todas as nações, a participarem com elas na sua boa obra de proclamar as boas novas do reino de Deus, reconhecendo que “Deus não é parcial, mas, em cada nação, o homem que o teme e que faz a justiça lhe é aceitável”. (Atos 10:34, 35) Estando interessadas no progresso desta obra do Reino, guardam registros de sua atividade, das horas gastas na pregação e dos resultados obtidos. Isso, além de prover encorajamento, ao passo que se nota progresso, ajuda também as congregações a verem prontamente onde poderia haver melhora e como o ministério poderia ser realizado com mais eficiência. Tais registros provêem também a base para se prestar ajuda pessoal, amorosa, aos novos ministros e aos que encontram dificuldades em progredir no ministério. Para prover também alguma base para a consideração do progresso da congregação como um todo, sugeriram-se alvos médios como meio de incentivar um ministério equilibrado, para que se dê atenção a abranger o território regularmente por meio de visitas de casa em casa, além de se fazerem revisitas e se realizarem estudos bíblicos domiciliares com pessoas interessadas.

      17. O que não se deve tomar como base para se julgar a integridade dos concristãos, e por que não?

      17 Mas, tais alvos sugeridos nunca podem ser usados como base para se medir a integridade do cristão. Nem deve o trabalho de alguém, no ministério, tornar-se a base para se fazer comparações com outros cristãos, levando assim à justiça própria e à jactância. Muitos anos de pregação de tempo integral ou de servir em alguma posição de destaque na organização de Jeová não fornecem base para se ser parcial e se tornar como aqueles a quem Jesus deu a ilustração já mencionada, aqueles “que confiavam em si mesmos como sendo justos e que consideravam os demais como nada”. (Luc. 18:9) Nem todos se encontram no mesmo estágio do crescimento à madureza cristã. Também, as circunstâncias e as capacidades naturais determinam, até certo ponto, o que alguém pode ou não pode fazer no que se refere à atividade cristã, do mesmo modo como talvez determinem o que alguém pode fazer no que se refere a dar apoio financeiro à obra de Deus, conforme Jesus ilustrou nos seus comentários sobre a contribuição para o templo, feita por uma viúva necessitada. — Luc. 21:1-4.

      18. Que atitude correta para com seu ministério desejará ter o cristão?

      18 O ministro cristão nunca deverá querer tornar-se escravo de números; de gastar tempo pregando só para alcançar certa quota de horas ou para alcançar um certo registro de serviço na sua congregação ou na Sociedade Torre de Vigia. Embora seja elogiável que o ministro procure alcançar ou ultrapassar os alvos sugeridos para um ministério equilibrado, realmente, não é sábio fazer deles um objetivo em si mesmo. O ministro cristão sempre desejará manter vivo, no coração e na mente, os motivos corretos para a sua atividade de serviço, deveras, em tudo o que fizer com relação à congregação. “O que for que fizerdes, trabalhai nisso de toda a alma como para Jeová, e não como para homens, pois sabeis que é de Jeová que recebereis a devida recompensa da herança.” — Col. 3:23, 24.

      19, 20. Por que é apropriado e benéfico fazer uma oração antes de empreender a atividade pregadora?

      19 Por isso é bem apropriado que cada uma das testemunhas dedicadas de Jeová gaste algum tempo em oração antes de cada ocasião em que participa no ministério. Onde quer que as testemunhas de Jeová se reúnam, antes de participarem na atividade pregadora em grupo, faz-se sempre uma oração pedindo a bênção de Jeová sobre a sua atividade. Em primeiro lugar, isto as ajuda a terem em mente o objetivo de sua pregação. Acima de tudo, este é o de declarar o grande nome e propósito de Jeová. Depois, também, oferece oportunidade para ajudar os de disposição justa a encontrar o caminho da salvação e da vida, dando-se, ao mesmo tempo, o aviso dos julgamentos de Jeová, prestes a vir sobre o atual sistema mau de coisas. Também, o ministério oferece a cada um de nós a oportunidade de demonstrar sua lealdade e integridade ao Deus Todo-poderoso.

      20 A pregação, com tal pensamento em mente, sempre resulta em satisfação alegre, não importa como as pessoas acolham a mensagem. Deveras, assim se semeia visando o espírito.

      21. Por que pode o ministério cristão tornar-se incômodo para alguns, e que perigo se apresenta então?

      21 Talvez seja alguém que tem participado no ministério cristão já por vários anos, mas agora sente que falta aquela sensação de satisfação alegre. Talvez a pregação das boas novas do reino de Deus se tenha tornado algo tão incômodo, que está quase que deixando de fazer totalmente esta obra bendita, ou talvez já a tenha deixado de fazer. Por que se dá isso? Houve tempo em que tinha alegria no serviço de Deus, não tinha? Sim, houve tempo em que estava cheio de entusiasmo e zelo. Podia dizer que tinha o “espírito” do serviço cristão. Começara a semear visando o espírito. Mas, em alguma parte ao longo do caminho mudou de hábito quanto ao semear. Será o caso que se deixou cair no hábito de considerar as coisas do ângulo carnal, vendo apenas quotas, números, trabalhando apenas por causa do próprio trabalho, sem ter em mente o alvo real e sem manter viva a sua fé por alimentar-se da Palavra de Deus? Depois de ter começado bem a semear visando o espírito, talvez esteja agora em perigo de falhar completamente em alcançar a inteireza da madureza espiritual, que nunca poderá ser alcançada semeando-se para a carne. — Gál. 3:2, 3.

      22. (a) Que incentivo temos para semear “visando o espírito”? (b) Que frutos podem colher agora os que semeiam em harmonia com o espírito de Deus?

      22 Considere sinceramente a pergunta: Como está semeando? Visando a carne ou visando o espírito? Sem dúvida, seu desejo é semear visando o espírito. Pois, do contrário, por que estaria lendo esta revista? Pode ter a certeza do seguinte: assim como “aquele que semeia visando a sua carne, ceifará da carne corrupção”, assim, “aquele que semeia visando o espírito” ceifará algo com a mesma certeza. O quê? A vida eterna! (Gál. 6:8) Que incentivo para cuidarmos bem de que modo semeamos, para aprendermos a semear em harmonia com o espírito de Deus, para o interesse eterno de nossa vida espiritual! Mesmo agora já podemos colher frutos abundantes, ao passo que semeamos visando o espírito. De todos os modos, pois, “persisti em andar por espírito. . . os frutos do espírito são [mesmo já agora] amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio. . . . Se estamos vivendo por espírito, continuemos também a andar ordeiramente por espírito.” — Gál. 5:16, 22-25.

      “Visto que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que sorte de pessoas deveis ser em atos santos de conduta e em ações de devoção piedosa, aguardando e tendo bem em mente a presença do dia de Jeová.” — 2 Ped. 3:11, 12.

  • Duma pequeníssima semente
    A Sentinela — 1969 | 1.° de março
    • Duma pequeníssima semente

      ● A semente duma gigantesca sequóia da Califórnia pesa apenas 1/106 dum grama. Mas, de tais pequeníssimas sementes se desenvolvem árvores de bem mais de 60 metros de altura. Uma de tais árvores tem 84 metros de altura e tem na base uma circunferência de mais de trinta metros, o que quer dizer que levaria cerca de dezessete homens com os braços estendidos para cingi-la. Este é apenas um exemplo da mão-de-obra de Deus.

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