-
A Escola de Gileade ajuda na proclamação do Reino em toda a terraDespertai! — 1973 | 8 de junho
-
-
têm feito, apegando-se às suas designações por dez, vinte e mais anos. Dos 5.235 estudantes que se formaram das cinqüenta e duas turmas de Gileade nos últimos vinte e nove anos, bem mais de 2.500 ainda se acham em suas designações, proclamando o reino de Deus! E pense só no quinhão que tiveram no maravilhoso aumento na proclamação do Reino!
Lá em 1942, quando não havia missionários de Gileade em parte alguma, apenas 10.070 publicadores do Reino pregavam em 11 terras da África. Agora há mais de 265.000 publicadores em 50 países da África! Em todas as outras partes a situação é semelhante. A Escola de Gileade exerceu tremendo efeito na pregação do reino de Deus em toda a terra. — Mat. 24:14.
Até agora, os estudantes de 111 terras foram a Gileade, e foram enviados depois a 159 terras. Com o passar dos anos, foram ensinadas doze línguas em Gileade, mas os graduados pregam a mensagem do Reino em dezenas de línguas diferentes.
A qüinquagésima terceira turma tem o mesmo desejo de fazer com que a mensagem do Reino seja pregada em toda a terra. Como certo casal da Dinamarca, dessa classe, observou: “Orávamos a Deus juntos. Visto que a organização de Deus desejava enviar missionários, estávamos dispostos a ir. Queríamos estar onde quer que a organização de Deus desejasse que estivéssemos.”
É este desejo de milhares de homens e mulheres jovens, de serem usados por Deus, que tornou possível que a Escola de Gileade cumprisse seu propósito, de treinar missionários para proclamar o reino de Deus em toda a terra.
-
-
“Ensina-nos a orar”Despertai! — 1973 | 8 de junho
-
-
“A Tua Palavra É a Verdade”
“Ensina-nos a orar”
UMA boa e calorosa relação com outros é difícil de se desenvolver e manter sem alguma espécie de comunicação. Semelhantemente, a relação íntima com o Criador, Jeová Deus, não pode ser preservada sem a comunicação com Ele por meio da oração. Avaliando isto, os pais cristãos se preocupam em ensinar os filhos a orar. O que lhes ensinam, naturalmente, deve basear-se na Bíblia, a Palavra da verdade de Deus. O exemplo de Jesus Cristo em ensinar seus discípulos sobre a oração pode servir de padrão para os pais, em especial os pais cristãos dedicados.
Quando Jesus Cristo terminou de orar em certa ocasião, um de seus discípulos se aproximou dele, dizendo: “Senhor, ensina-nos a orar, assim como também João ensinou aos seus discípulos.” Respondendo a esta solicitação, Jesus estabeleceu um modelo ou padrão para oração: “Sempre que orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Dá-nos o nosso pão para o dia, segundo as exigências do dia. E perdoa-nos os nossos pecados, pois nós mesmos também perdoamos a todo aquele que está em dívida conosco; e não nos leves à tentação.’” — Luc. 11:1-4.
Ao fornecer esta oração modelar, Jesus não tinha presente que ela deveria ser decorada por seus seguidores e, depois disso, repetida regularmente. Isto se evidencia do fato que Jesus havia, numa ocasião anterior, usado diferente fraseado ao apresentar a mesma oração modelar. (Mat. 6:9-13) Nessa oportunidade, prefaciou a oração com as palavras: “Ao orares, não digas as mesmas coisas vez após vez, assim como fazem os das nações, pois imaginam que serão ouvidos por usarem de muitas palavras. Portanto, não vos façais semelhantes e eles, porque Deus, vosso Pai, sabe de que coisas necessitais antes de lhe pedirdes.” — Mat. 6:7, 8.
Em conformidade com isso, os pais cristãos, usando a oração modelar de Jesus como base, podem ajudar os filhos a ver que matérias constituem assunto para oração — a santificação do nome de Deus, a vinda do reino de Deus contra seus inimigos, as necessidades diárias e o perdão de pecados. Naturalmente, muitas outras orações se acham registradas na Bíblia, em especial nos Salmos, e pode-se usá-las para dar instrução adicional.
Depois de fornecer a oração modelar, Jesus apresentou uma ilustração que sublinhava a disposição de Jeová de responder às orações. Aplicando a ilustração, Jesus disse: “Se vós, embora iníquos, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais o Pai, no céu, dará espírito santo aos que lhe pedirem!” (Luc. 11:13) Os pais podem imitar o exemplo de Jesus por ajudar os filhos a avaliar que Jeová Deus deveras ouve e responde às orações. Uma forma boa de os pais poderem fazer isso é por lhes falar como Jeová respondeu às próprias orações pessoais deles.
Para que o ensino sobre a oração atinja os corações dos filhos, precisam ver que os pais confiam em Jeová Deus para obterem orientação em cuidar dos assuntos da vida. A profundidade de devoção e de gratidão que seu pai expressar, ao representar a família em oração sincera pode produzir saudável efeito sobre eles. Pode movê-los a se achegar a Jeová em oração.
Deve-se também ensinar aos filhos o modo correto de se achegar a Deus em oração. A necessidade disto poderia ser indicada por uma ilustração tirada da vida real. Ao visitar um amigo, por exemplo, a pessoa o deixa saber que chegou; não vai simplesmente entrando na casa. Em muitos países, faz-se isso por bater à porta. Similarmente, há uma forma correta de nos aproximarmos de Deus, o Soberano Universal, e essa é por meio de Jesus Cristo. A seus discípulos, Jesus disse: “Ninguém vem ao Pai senão por mim. Se perdirdes algo em meu nome, eu o farei.” — João 14:6, 14.
À medida que os filhos ouvem as orações de outros, notarão que amiúde no início da oração as súplicas e expressões de agradecimento são oferecidas no nome de Jesus e que a oração é concluída em nome de Jesus. Tendo aprendido que o Filho de Deus instruiu que as orações fossem oferecidas em seu nome, os filhos também farão isso.
Os filhos também observarão que as orações são usualmente concluídas com a palavra “Amém”. Assim, seria bom explicar-lhes o significado deste termo. Significa “verdadeiramente”, “assim seja.” “Amém” subentende forte aprovação da oração, confiança na habilidade de Deus de responder à oração e fervorosa esperança de que o faça.
Quando a família se acha reunida, o pai cristão usualmente representa a mãe e os filhos em oração. Mas, deseja estar seguro de que os filhos se sintam motivados a fazer suas próprias orações. Por conseguinte, seria bom que o pai indicasse que, em seu caso, a oração familiar não basta, pois ele tem assuntos pessoais a respeito dos quais orará. Pode incentivar os filhos a fazer o mesmo, talvez antes de se deitarem ou depois de se levantarem de manhã. Também, por palavras e pelo exemplo, pode inculcar nos filhos que as orações não devem ser repetitivas. Ao se motivar corretamente o coração dos filhos, eles se expressarão livremente ao seu Pai celeste.
De início, as orações dos filhos talvez sejam bem breves. Mas, se tais orações partirem do coração apreciativo, terão
-