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  • Nunca está sozinho
    A Sentinela — 1973 | 1.° de março
    • 34. O que devemos decidir quanto ao futuro, e com que resultado grandioso?

      34 Ainda nos aguarda um tempo de grande aflição, quando Gogue de Magogue, Satanás, o Diabo, lançar seu predito ataque contra nós, o povo de Jeová. (Eze. 38:1, 2, 8-12) Mas nunca estamos sozinhos, e Jeová nos ajudará a perseverar, quer estejamos em prisão solitária, quer não. Estamos decididos a nos manter firmes, não importa o que venha a haver no futuro. No tempo devido, Jeová Deus entrará em ação vigorosa contra todos os seus inimigos, e nós estaremos triunfantes ao lado do seu reino. Depois de tudo acabado e a “grande tribulação” ter passado, verificaremos que Jeová foi nossa pronta Ajuda, nosso Alto de segurança, nosso Refúgio seguro e nossa Força.

  • Ajuda vinda de cima
    A Sentinela — 1973 | 1.° de março
    • Ajuda vinda de cima

      “Mantende-vos vigilantes o orai continuamente, para que não entreis em tentação.” — Mat. 26:41.

      1, 2. (a) Quando o apóstolo Pedro escreveu as palavras: “Sede vigilantes, visando as orações”, em que acontecimento talvez pensasse? (b) Que conselho deu Jesus aos três apóstolos que deixaram de ‘manter-se vigilantes’?

      “MAS tem-se aproximado o fim de todas as coisas. Sede ajuizados, portanto, e sede vigilantes, visando as orações.” Quando o apóstolo Pedro escreveu estas palavras de conselho aos cristãos, talvez pensasse na noite em que ele, Tiago e João foram aconselhados por Jesus a orar. Estavam no Jardim de Getsêmane. Chegara o tempo de Jesus ser traído. Jesus disse aos três: “Minha alma está profundamente contristada, até à morte. Ficai aqui e mantende-vos vigilantes comigo.” — 1 Ped. 4:7; Mat. 26:38.

      2 Jesus afastou-se então um pouco, prostrou-se com o rosto por terra e orou ao seu Pai celestial: “Pai meu, seu for possível, deixa que este copo se afaste de mim. Contudo, não como eu quero, mas como tu queres.” Voltando aos três discípulos, Jesus achou-os dormindo. Ele disse a Pedro: “Não pudestes vigiar comigo nem mesmo por uma hora? Mantende-vos vigilantes e orai continuamente, para que não entreis em tentação.” — Mat. 26:39-41.

      3. Apesar do conselho de Jesus, qual foi a reação dos apóstolos, induzindo a que comentário de Jesus?

      3 Novamente, pela segunda vez, Jesus afastou-se e orou, pedindo a Deus que se fizesse a Sua vontade. Daí voltou, e encontrou de novo os três discípulos dormindo, “pois estavam com os olhos pesados”. Pela terceira vez, Jesus os deixou e foi orar. Ao voltar aos apóstolos, ele disse: “Numa ocasião destas, vós estais dormindo e descansando! Eis que se tem aproximado a hora para o Filho do homem ser traído às mãos de pecadores. Levantai-vos, vamos embora. Eis que se tem aproximado aquele que me trai.” Enquanto ainda falava estas palavras, aproximou-se Judas Iscariotes com uma multidão armada, para que Jesus fosse detido. — Mat. 26:42-47.

      A ORAÇÃO É NECESSÁRIA PARA SE EVITAR A TENTAÇÃO

      4. (a) Que advertência clara tinham recebido os apóstolos antes de entrarem na situação da tentação? (b) Como reagiu Pedro em face desta advertência?

      4 Os discípulos de Jesus entraram em tentação — apesar das advertências de seu Mestre! Os três apóstolos estavam a postos e deviam ficar despertos, mas eles se recostaram e adormeceram, enquanto Jesus se concentrava três vezes em oração. É verdade que provavelmente já passava da meia-noite e que os discípulos estavam naturalmente com sono, mas Jesus, sabendo muito bem que o espírito está disposto, mas a carne é fraca, dissera-lhes que vigiassem e orassem! (Mat. 26:41) Haviam sido advertidos antes de entrar na situação da tentação, dizendo-lhes Jesus: “Esta noite, todos vós tropeçareis em conexão comigo pois está escrito: ‘Golpearei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão espalhadas.’” (Mat. 26:31) Haviam sido advertidos assim de que estava para se cumprir a profecia de Zacarias 13:7. No entanto, Pedro respondeu à advertência de Jesus por dizer: “Ainda que todos os outros tropecem em conexão contigo, eu nunca tropeçarei!” Disse-se, porém, a Pedro que ele faria ainda pior — que ele repudiaria o Senhor Jesus três vezes! — Mat. 26:31-35.

      5. Quando os apóstolos se confrontaram com a tentação, o que fizeram, mas o que deviam ter feito?

      5 Jesus havia dado um bom exemplo aos seus discípulos, na questão de se manter desperto e de se ser vigilante, visando as orações. Mas os apóstolos deixaram de compreender como se cumpririam as palavras de Jesus. Portanto, o que fizeram? Dormiram sobre o caso, em vez de orarem a respeito dele! Deviam ter orado a respeito dele, procurando ajuda de cima. Mas, lá estavam eles, dormindo sobre ele. Não estavam vigiando; não estavam orando continuamente, e por isso forçosamente entraram em tentação.

      6. (a) Qual é a “prova” que há de ‘vir sobre toda a terra habitada’, conforme Jesus predisse em Revelação 3:10? (b) Visto que a prova ainda não acabou, que advertência há nisso para os cristãos?

      6 Esta experiência dos três discípulos nos faz lembrar as palavras de Jesus dirigidas ao “anjo” da congregação de Filadélfia, registradas em Revelação 3:10: “Porque guardaste a palavra a respeito da minha perseverança, eu também te guardarei da hora da prova, que há de vir sobre toda a terra habitada, para pôr à prova os que moram na terra.” Desde a chegada do predito “tempo do fim”, as pressões de fontes humanas e de fontes demoníacas invisíveis tornaram-se deveras terríveis, em sentido materialista, descrente e nacionalista. A prova tem sido no sentido de se saber se a pessoa faz parte deste sistema iníquo de coisas ou se ela está a favor do reino de Deus. A grande tentação para a pessoa hoje é ceder a estas pressões e atrações mundanas e tornar-se parte deste sistema de coisas. Esta prova mundial dura um tempo comparativamente curto, semelhante a uma “hora”, mas ainda não acabou. Os cristãos hodiernos são assim advertidos de que se encontram num dia de tentação. Eles são também iguais aos cristãos do primeiro século, tendo necessidade de vigiar e de orar para evitar as tentações.

      7, 8. (a) Por que permite Deus que sobrevenham provas aos cristãos, e que meio provê Deus para obtermos ajuda de cima? (b) Entrar em tentação é na maior parte uma questão de quê? E, portanto, como ajuda a oração?

      7 Visto que os cristãos se confrontam hoje com tantas tentações, precisam saber como sair delas. Como poderá sair duma tentação? Lembre-se de que Jeová Deus não tenta a ninguém com algo mau, mas ele permite que sobrevenham aos seus servos fiéis tentações para provar sua integridade a ele e sua lealdade ao reino dele. Mas, lembre-se também de que, quando em tentações, temos o canal sempre aberto e sempre presente da oração. Podemos obter ajuda de cima, a qualquer hora.

      8 Conforme a Bíblia mostra, entrar em tentação é na maior parte uma questão de desejo. (Tia. 1:13-15) Por isso, cuide de que não cultive o desejo errado, pois, se fizer isso, então o engodo o arrastará diretamente ao pecado! Precisamos ser vigilantes, visando as orações, porque as orações nos ajudam a evitar desejos egoístas. Tais orações sinceras afugentam quaisquer desejos egoístas; livra-nos do laço do engodo, com todo o seu poder egoísta de atração. Precisamos orar para ser vigilantes, e a oração purificará também nosso coração. Sim, Deus nos ajudará, se tão-somente o pedirmos. Precisamos desta ajuda vinda de cima, porque forçosamente teremos tentações. Quando as tiver, lembre-se da advertência divina: Fique vigilante e ore!

      AJUDA DURANTE TENTAÇÕES

      9. O que escreveu o apóstolo Paulo sobre a tentação em 1 Coríntios 10:13, e como se relaciona isso com a fidelidade de Deus?

      9 É vital que os cristãos se dêem conta de que seu Deus fiel não permite que sejam tentados além do que podem suportar. Conforme o apóstolo Paulo escreveu em 1 Coríntios 10:13: “Deus é fiel, e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis agüentar, mas, junto com a tentação, ele proverá também a saída, a fim de que a possais agüentar.” Isto significa que Jeová Deus é fiel durante toda a operação da tentação, até que aquele que a sofre saiba como lidar com ela, com a ajuda de Jeová, e ele escapar da tentação.

      10, 11. (a) Conforme mostra a experiência dos israelitas, de que espécie de tentações falou o apóstolo especialmente? (b) Por que sobrevirão tais tentações também aos cristãos, e o que permite Deus que manifestemos?

      10 Agora, devemos lembrar-nos de que o apóstolo Paulo, aqui em 1 Coríntios 10:13, falou especialmente sobre tentações, não sobre perseguições. Referiu-se às tentações ‘comuns aos homens’. Disse no início deste 1 Cor. 10 versículo treze: “Não vos tomou nenhuma tentação exceto a que é comum aos homens.” Comum a que homens? Especialmente comum aos homens do antigo Israel, que estavam em pacto com Jeová. Pois, nos versículos precedentes deste capítulo, o apóstolo falou sobre as tentações que sobrevieram aos judeus naturais e que milhares deles caíram nestas tentações. Levantou a questão da experiência e da queda deles como advertência, para que os cristãos fossem cautelosos, a fim de não cair em circunstâncias similares. Aqueles israelitas tiveram contato com os pagãos, e milhares de israelitas caíram na imoralidade, conforme disse o apóstolo Paulo: “Nem pratiquemos fornicação, assim como alguns deles cometeram fornicação, só para caírem, vinte e três mil deles, num só dia.” (1 Cor. 10:8) Recorreram também à adoração de ídolos, a queixas e a resmungos. Jeová deixou que lhes sobreviessem tais tentações para ver o que havia no coração deles, se amavam a Jeová, seu Deus, ou não. — Deu. 8:1-3.

      11 De modo que todas estas tentações sobrevêm hoje aos cristãos que também estão numa relação pactuada com Jeová, visto que são os antítipos daqueles povos antigos, os israelitas naturais e a “vasta mistura de gente”. (Êxo. 12:37, 38; Núm. 11:4-6) Ao permitir que soframos tentações, Jeová pode saber que espécie de pessoas somos no coração. Deus provê, então, a saída da tentação, mas deixa que provemos o que realmente somos, o que somos no coração, que odiamos o mal e amamos o bem.

      SAÍDA DAS TENTAÇÕES

      12. Provê Deus a saída das tentações por simplesmente removê-las, e como é sua resposta ilustrada por aquilo que aconteceu com Moisés?

      12 Jeová promete na sua Palavra que, “junto com a tentação, ele proverá também a saída”. Como? Por simplesmente remover a tentação? Não, Deus não remove a tentação, como no caso de alguém ser tentado com respeito à imoralidade ou a resmungos. Faremos bem em lembrar-nos de que, quando Arão e Miriã se queixaram de seu irmão Moisés, de que ocupava um cargo muito destacado e de que eles não tinham bastante influência, Deus não aliviou estes dois queixosos da provação por tirar Moisés do cargo, aliviou? Não, deixou Moisés permanecer, pois ele era a escolha de Jeová e era o homem certo para o trabalho. Eram Arão e Miriã que precisavam endireitar-se. Como? Tinham de obter o ponto de vista teocrático sobre o assunto. Tinham de dar-se conta de que Jeová Deus é Rei e de que tinham de sujeitar-se aos Seus arranjos. (Núm. 12:1-16) Por isso não podemos esperar

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