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  • “Não estejais ansiosos de coisa alguma”
    A Sentinela — 1981 | 1.° de junho
    • Cristo, na última noite de sua vida terrena, suplicou a Jeová e foi fortalecido pelo seu Pai celestial para beber o “copo” que se lhe destinava. — Mat. 26:36-47.

      12. Por que podem os servos de Jeová orar com confiança a ele quando sentem alguma ansiedade?

      12 Considere também as muitas outras orações registradas nas Escrituras — as de confissões, de louvores e de agradecimentos. Pergunte-se então: Não devem os atuais servos de Jeová dirigir-se a ele em oração, quer se sintam felizes, quer gratos, aflitos ou ansiosos? De fato, devem fazer isso, confiantes em que seu Pai celestial ouve suas súplicas e expressões humildes e sinceras.

      13. Por que podia o apóstolo Paulo exortar concristãos a não estarem ansiosos “de coisa alguma”?

      13 Pouco antes de o apóstolo Paulo aconselhar os concristãos a fazerem Deus saber de suas petições, ele exortou: “Não estejais ansiosos de coisa alguma.” (Fil. 4:6) Neste respeito, ele estava repetindo o conselho de Jesus, que disse: “Parai de estar ansiosos pelas vossas almas”, e “não estejais ansiosos de antemão sobre o que haveis de falar”. (Mat. 6:25; Mar. 13:11) O apóstolo sabia que o Pai celestial cuidaria de Seus adoradores e que estes teriam o auxílio do espírito santo de Jeová em tudo o que tivesse a aprovação divina.

      14. Quanto à oração, o que são “petições”?

      14 Apercebidos de que Jeová é o “Ouvinte de oração”, nós, os que hoje nos empenhamos numa vida piedosa, podemos acatar confiantemente a admoestação de Paulo: “Mas em tudo, por oração e súplica, junto com agradecimento, fazei conhecer as vossas petições a Deus.” Nossas orações muitas vezes são “petições”. Quer dizer, envolvem pedir coisas específicas ou fazer solicitações definidas. Eliézer e Ana estavam entre os fiéis cujas solicitações definidas foram ouvidas por Deus, e Jesus indicou que é correto fazer petições a Deus de modo específico. Por exemplo, Cristo disse aos seus discípulos que deviam pedir ao Pai: “Dá-nos o nosso pão para o dia, segundo as exigências do dia.” — Luc. 11:2, 3.

      15. (a) Relacionado com a oração, o que indica a “súplica”? (b) O que nos ensina Hebreus 5:7 sobre as orações de Jesus Cristo?

      15 Pode surgir grande ansiedade sobre muitos assuntos, e, às vezes, isto pode requerer “súplica”. Este termo dá ênfase à necessidade e ao rogo humilde e fervoroso. De modo que não se trata apenas de se dirigir na adoração em oração geral a Deus. Às vezes são necessárias tanto petições como súplicas. “Cristo, nos dias da sua carne”, lemos, “ofereceu súplicas e também petições Àquele que era capaz de salvá-lo da morte, com fortes clamores e lágrimas, e ele foi ouvido favoravelmente pelo seu temor piedoso”. (Heb. 5:7) Reconhecendo necessidades inegáveis, Jesus fez rogos de coração, suplicando fervorosamente a seu Pai. Além disso, Cristo peticionou a Jeová, fazendo solicitações definidas. — João 17:9, 10, 15-21.

      16. Como pode o cristão ficar afetado quando suas orações recebem resposta?

      16 Quando os pedidos específicos dum cristão são satisfeitos e quando seus rogos sinceros são respondidos, ele sabe que Jeová está com ele. Esta realização da ajuda divina pode provocar uma reação similar à de Jó, que exclamou após ter suportado uma provação: “Em rumores ouvi a teu respeito [Jeová Deus], mas agora é o meu próprio olho que te vê.” (Jó 42:5) Iguais a Jó, podemos encarar com o olho do entendimento, da fé e do apreço os tratos de Jeová conosco e podemos ‘vê-lo’ assim como nunca o vimos antes. Quanta paz de coração e da mente resultam desta intimidade com nosso Pai celestial!

      “Junto com Agradecimento”

      17. Por que devemos agradecer a Deus em oração?

      17 Paulo exortou os concrentes a fazerem conhecer suas petições a Deus por meio de oração e súplica, “junto com agradecimento”. (Fil. 4:6) Muitos, de fato, são os motivos pelos quais devemos agradecer ao Altíssimo e louvá-lo. (1 Crô. 29:10-13) Jesus deu aos seus seguidores um exemplo quando agradeceu o alimento, bem como o pão e o vinho emblemáticos usados na Refeição Noturna do Senhor. (Mat. 15:36; 26:26, 27; Luc. 22:19, 20) Além de expressarmos gratidão similar a Deus, devemos “dar graças a Jeová” pelas “suas obras maravilhosas para com os filhos dos homens”, pelas suas “decisões judiciais justas” e por muito mais. (Sal. 33:2-5; 92:1, 2; 100:4, 5; 107:1, 8, 15, 21, 31; 119:62) Quão apropriado é agradecer a Deus a sua inigualável Palavra de verdade! E quão gratos devemos ser pelo sacrifício de seu Filho, que tornou possível a reconciliação com Jeová! — Rom. 5:6-11.

      18. Se fizermos a vontade divina, por que não teremos nenhum motivo de ser vencidos pela ansiedade?

      18 Os “amantes de Jeová” também podem agradecer-lhe que realmente se importa com eles. O apóstolo Pedro escreveu: “Humilhai-vos, portanto, sob a mão poderosa de Deus, para que ele vos enalteça no tempo devido, ao passo que lançais sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Ped. 5:6, 7) De modo que tanto Pedro como Paulo exortaram os concrentes a não ficarem ansiosos de coisa alguma, mas a confiarem todos os seus cuidados a Jeová. E quão apropriado é este conselho! Não há absolutamente nada que o Altíssimo seja incapaz de fazer ou controlar a favor dos que estão devotados a ele de todo o coração. (Mar. 10:27; 12:29, 30) Os fiéis podem suportar tudo o que Deus permite, porque é ele quem lhes dá ‘força para todas as coisas’. (Fil. 4:13; 1 Cor. 10:13) O salmista Davi disse com bom motivo: “Rola teu caminho sobre Jeová e confia nele, e ele mesmo agirá.” (Sal. 37:5) Sim, faça fielmente a vontade divina e não terá nenhuma base para pânico e ansiedade sobrepujante. Antes, terá motivo válido para ter paz íntima, mesmo no meio de tribulação e distúrbios. Mas, quão grande é esta paz?

  • “A paz de Deus” que excede todo pensamento”
    A Sentinela — 1981 | 1.° de junho
    • “A paz de Deus” que excede todo pensamento”

      “A paz de Deus, que excede todo pensamento, guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus.” — Fil. 4:7.

      1. Por que sabia o apóstolo Paulo que os piedosos não têm motivo nenhum para terem ansiedade indevida?

      O APÓSTOLO cristão Paulo sabia de experiência que as pessoas piedosas não têm nenhum motivo para ficarem indevidamente ansiosas, porque Jeová está com elas. Paulo havia sido encarcerado, espancado, apedrejado, havia estado muitas vezes à beira da morte e havia sofrido muitos perigos, mesmo entre falsos irmãos. Mas, Deus nunca o abandonara. O apóstolo recorrera constantemente ao seu Pai celestial em oração fervorosa, lançando as ansiedades sobre ele e nunca ficando desapontado. — 2 Cor. 4:7-9; 11:23-27.

      2. O que resulta quando concristãos seguem o conselho de Paulo registrado em Filipenses, capítulo quatro, e versículo seis?

      2 De modo que foi com plena

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