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  • Tema a Jeová, o Ouvinte de oração
    A Sentinela — 1990 | 15 de maio
    • grandiloqüentes. Não consistem de fórmulas repetidas mecanicamente. Não, elas não contêm virtualmente inúteis doxologias, expressões de louvor insinceras. Orações assim são muito comuns na cristandade e no restante de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa. Mas, os cristãos verdadeiros acatam o conselho de Jesus: “Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé nas sinagogas e nas esquinas das praças para serem vistos pelos homens . . . E nas orações não faleis muitas palavras como os pagãos. Eles pensam [erroneamente] que serão ouvidos por causa das muitas palavras. Não os imiteis.” — Mateus 6:5-8, Bíblia Vozes.

      14. Que declarações discernidoras fizeram alguns a respeito da oração?

      14 Além de Jesus e dos escritores bíblicos, outros fizeram declarações discernidoras a respeito da oração. Por exemplo, o escritor inglês, John Bunyan (1628-88), disse: “A oração é um sincero, sensível e afetuoso derramamento da alma a Deus, através de Cristo, na força e ajuda do Espírito, pelas coisas conforme Deus prometeu.” O ministro puritano Thomas Brooks (1608-80) observou: “Deus não atenta à oratória de tuas orações, em quão belas possam ser; nem à geometria de tuas orações, em quão longas possam ser; nem à aritmética de tuas orações, em quão numerosas possam ser; nem à lógica de tuas orações, em quão metódicas possam ser; mas ele atenta à sinceridade delas.” A estes comentários pode-se acrescentar a observação de Bunyan: “Na oração é melhor ter um coração sem palavras, do que palavras sem coração.” Mas, se somos sinceros e de fato preenchemos os requisitos divinos, como podemos estar certos de que o Rei da eternidade ouvirá as nossas orações?

      Jamais Repelido

      15. Em essência, o que disse Jesus em Lucas 11:5-8?

      15 Jeová Deus jamais faz-se de surdo para com as orações de seus servos dedicados. Isto ficou claro nas acalentadoras palavras de Jesus quando seus discípulos pediram instruções sobre oração. Em parte, ele disse: “Quem de vós terá um amigo e irá a ele à meia-noite, e lhe dirá: ‘Amigo, empresta-me três pães, porque um amigo meu acaba de chegar a mim duma viagem e eu não tenho nada para pôr diante dele’? E aquele diz lá de dentro, em resposta: ‘Deixa de incomodar-me. A porta já está fechada à chave e meus filhinhos estão comigo na cama; não posso levantar-me e dar-te algo.’ Eu vos digo: Embora não se levante e não lhe dê nada por ser seu amigo, certamente por causa da persistência ousada deste ele se levantará e lhe dará as coisas que necessita.” (Lucas 11:1, 5-8) Qual era o ponto nessa ilustração?

      16. Quanto a oração, o que quis Jesus que fizéssemos?

      16 Jesus certamente não quis dizer que Jeová não está disposto a nos ajudar. Ao contrário, Cristo quer que tenhamos confiança implícita em Deus e que o amemos o suficiente para orar incessantemente. Assim, Jesus continuou: “Eu vos digo: Persisti em pedir, e dar-se-vos-á; persisti em buscar, e achareis; persisti em bater, e abrir-se-vos-á. Pois, todo o que persistir em pedir, receberá, e todo o que persistir em buscar, achará, e a todo o que persistir em bater, abrir-se-á.” (Lucas 11:9, 10) Por certo, então, devemos orar persistentemente quando somos perseguidos, ou quando nos sentimos aflitos por causa duma fraqueza profundamente arraigada ou por causa de qualquer outra provação. Jeová está sempre pronto para ajudar seus servos fiéis. Ele jamais nos diz: “Deixa de incomodar-me!”

      17, 18.(a) De que modo Jesus nos incentivou a pedir espírito santo, e o que aumenta a força das suas palavras? (b) Como comparou Jesus os tratos de um genitor terrestre com os de Deus?

      17 Se havemos de desfrutar uma íntima relação com Deus, necessitamos de seu espírito santo, ou força ativa. Por isso, Jesus continuou: “Deveras, qual é o pai entre vós que, se o seu filho lhe pedir um peixe, lhe entregará uma serpente em vez de um peixe? Ou, se lhe pedir um ovo, lhe entregará um escorpião? Portanto, se vós, embora iníquos, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais o Pai, no céu, dará espírito santo aos que lhe pedirem!” (Lucas 11:11-13) Mateus 7:9-11 fala de dar uma pedra em vez de pão. A força das palavras de Jesus aumenta se nos dermos conta de que o pão nas antigas terras bíblicas era do tamanho e do formato de uma pedra achatada, redonda. Certos tipos de serpentes se assemelham a certos tipos de peixe, e existe um pequeno escorpião branco um tanto parecido com um ovo. Mas, se lhe for pedido pão, um peixe ou um ovo, que tipo de pai daria a seu filho uma pedra, uma serpente ou um escorpião?

      18 Daí, Jesus comparou os tratos de um genitor terrestre com as ações de Deus para com os membros de Sua família de adoradores. Se nós, sendo em maior ou menor grau iníquos devido a pecaminosidade herdada, damos boas dádivas aos nossos filhos, quanto mais devíamos esperar que nosso Pai celestial desse a esplêndida dádiva de seu espírito santo a seus servos leais que humildemente o pedem!

      19. (a) O que dão a entender as palavras de Jesus em Lucas 11:11-13 e Mateus 7:9-11? (b) Se formos guiados por espírito santo, como encararemos as nossas provações?

      19 As palavras de Jesus dão a entender que devemos pedir a Deus uma porção maior de Seu espírito santo. Se somos guiados por ele, não nos ‘queixamos de nossa sorte na vida’ e não encaramos as provações e os desapontamentos como sendo realmente prejudiciais para nós. (Judas 16) De fato, “o homem, nascido de mulher, e de vida curta e está empanturrado de agitação”, e muitos não viveram o bastante para ver o fim de seus problemas ou pesares. (Jó 14:1) Mas, jamais encaremos as provações que nos sobrevêm como se fossem pedras, serpentes e escorpiões que o Ouvinte de orações de algum modo nos deu. Ele é a própria síntese do amor e não tenta a ninguém com coisas más. Ao contrário, ele nos dá ‘toda boa dádiva e presente perfeito’. Por fim, ele endireitará tudo com relação a todos os que o amam e o temem. (Tiago 1:12-17; 1 João 4:8) Os que têm andado na verdade por anos sabem por experiência própria que algumas de suas mais duras provações têm, através da oração e da fé, resultado em benefícios e têm aumentado a demonstração dos frutos do espírito de Deus em sua vida. (3 João 4) De fato, haveria maneira melhor de aprendermos a depender de nosso Pai celestial e de sermos ajudados a cultivar os frutos do espírito, a saber, o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fé, a brandura e o autodomínio? — Gálatas 5:22, 23.

      20. Como nos devem afetar as palavras de Jesus em Lucas 11:5-13?

      20 Portanto, as palavras de Jesus em Lucas 11:5-13 nos dão uma feliz garantia do amor e do terno cuidado de Jeová. Isto deve encher o nosso coração com a mais profunda gratidão e amor. Deve fortalecer a nossa fé e aumentar o nosso desejo de comparecer assiduamente ao escabelo dos pés do Rei Eterno e nos demorar na Sua amorosa presença. Ademais, as palavras de Jesus nos asseguram de que jamais sairemos de mãos vazias. Nosso Pai celestial agrada-se muitíssimo em que lancemos as nossas cargas sobre ele. (Salmo 55:22; 121:1-3) E quando nós, quais fiéis servos dedicados de Deus, pedimos seu espírito santo, ele nos dá ilimitadamente. Assim é o nosso amoroso Deus, e podemos ter plena fé que ele é o Ouvinte de nossas orações.

      Lembra-se?

      ◻ Através de quem temos de nos chegar a Deus em oração, e por quê?

      ◻ Em que sentido é a oração um privilégio restrito?

      ◻ Que significa ‘orar com espírito santo’?

      ◻ Como se pode provar biblicamente que as orações das fiéis testemunhas batizadas de Jeová são ouvidas?

  • “Ensina-nos a orar”
    A Sentinela — 1990 | 15 de maio
    • “Ensina-nos a orar”

      “Disse-lhe certo dos seus discípulos: ‘Senhor, ensina-nos a orar.’” — LUCAS 11:1.

      1-3. (a) Por que os discípulos de Jesus buscavam instruções sobre oração? (b) Que perguntas sobre oração surgem?

      ALGUMAS pessoas têm o dom de uma bela voz para cantar. Outras têm talentos naturais como músicos. Mas, para atingir o seu mais alto potencial, mesmo esses cantores e instrumentalistas precisam de instrução. É similar no caso da oração. Os discípulos de Jesus Cristo viam a necessidade de instrução, de modo que suas orações pudessem ser ouvidas por Deus.

      2 Jesus geralmente orava a seu Pai em particular, como fez numa noite inteira, antes de escolher os 12 apóstolos. (Lucas 6:12-16) Embora também instasse seus discípulos a orar em particular, estes ouviram-no fazer orações públicas e observaram que ele não era como os religiosos hipócritas que oravam para serem vistos pelos homens. (Mateus 6:5, 6) É lógico, então, que os seguidores de Jesus desejassem receber sua superior instrução a respeito de oração. Assim, lemos: “Então, na ocasião em que estava em certo lugar orando, quando parou, disse-lhe certo dos seus discípulos: ‘Senhor, ensina-nos a orar, assim como também João [o Batizador] ensinou seus discípulos.’” — Lucas 11:1.

      3 Como reagiu Jesus? O que podemos aprender de seu exemplo? E como podemos beneficiar-nos de sua instrução a respeito de oração?

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