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  • Há algum valor na acupuntura?
    Despertai! — 1973 | 8 de março
    • poucos gigantes da medicina — Semmelweis, descobridor da causa da febre puerperal e pai da desinfecção moderna — foi condenado e perseguido pela classe médica de seu tempo.”

      Por isso, para a maior parte do mundo fora da China, a acupuntura ainda se acha em estágio experimental. Neste ponto, não parece haver nenhuma evidência de que se baseia apenas em ‘a mente sobrepujar a matéria’ ou que esteja ligada à hipnose ou ao espiritismo. Mas, ainda resta muita coisa a se aprender.

  • Por que falar com entusiasmo?
    Despertai! — 1973 | 8 de março
    • Por que falar com entusiasmo?

      EM 1917, durante a primeira guerra mundial, o Primeiro Ministro de França, René Raphael Viviani, visitou os EUA, proferindo uma preleção na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque. Muito embora falasse em francês, um ouvinte que não entendia esse idioma disse que ficou entusiasmado com o discurso. “Fiquei animado e emocionado pelas maravilhosas qualidades de seu proferimento”, explicou.

      Por outro lado, é provável que já tenha ouvido discursos que não achou de jeito nenhum inspiradores, muito embora compreendesse cada palavra do orador. Certo advogado estadunidense disse: “Já ouvi muitos homens proeminentes deste país proferirem discursos com mortífera monotonia. Era embaraçoso para os ouvintes. Dificilmente conseguiam manter-se despertos.”

      Por que certo discurso é interessante, talvez até estimulando uma pessoa, quando ela nem sequer compreende as palavras? Todavia, por que certos discursos, proferidos numa língua que compreende claramente, são tão cansativos que quase o fazem dormir?

      O Que Torna Interessante o Discurso

      A resposta cabe principalmente à forma em que o discurso é proferido. Certa vez, uma senhora idosa inculcou isso indelevelmente num jovem ministro. Ele lhe perguntou o que achara dum discurso que ele acabara de proferir. Ela reconheceu que a matéria estava ótima, mas, disse-lhe: “Se não estava entusiasmado com aquilo que tinha a dizer, como esperava que nós ficássemos entusiasmados?”

      A senhora deveras sintetizou o que torna interessante um discurso. É o estímulo ou entusiasmo do orador quanto à sua matéria. Se realmente puser seu coração no discurso, então seu proferimento vivo e entusiástico captará a atenção da assistência. Sentar-se-ão e ouvirão. Mas, o orador que não tem entusiasmo verificará ser muito mais difícil cativar sua assistência, não importa quão excelente seja a matéria que apresente.

      Por certo, então, desejará falar com entusiasmo. Mas, o que fazer se o discurso duma pessoa não tiver esta qualidade? Qual é usualmente o motivo? Como se pode criar entusiasmo?

      Qualidade Natural

      Felizmente, o entusiasmo é uma qualidade natural possuída pela maioria das pessoas. Vê-se especialmente nas crianças. Quando passar por um pátio de recreio escolar, pare um pouco e ouça os gritos, as risadas e a conversação vívidos dos jovens. Não há monotonia nem apatia em seu modo de falar!

      Ou, talvez, já ouviu o apelo entusiástico duma criança. “Por favor, mamãe!”, talvez suplique a criança. “Deixe-me ir com as outras meninas. Não demoraremos muito. Prometo à senhora que vou arrumar meu quarto quando voltar! A senhora vai deixar eu ir, não vai?” Não é apenas a voz, mas também os olhos e o rosto, que refletem o apelo para conseguir a permissão da mãe. E, se a mãe hesitar em concedê-la, uma lágrima talvez molhe espontaneamente os olhos da criança, dando ênfase adicional e força ao apelo.

      Os adultos normalmente não perdem por completo este entusiasmo natural. Já escutou um homem que aprecia pescar contar seu passeio para pescar e os enormes peixes que apanhou? Ou já ouviu um grupo de mulheres conversando sobre um vindouro casamento ou outro evento social? Que entusiasmo desinibido demonstram tanto os homens como as mulheres quando falam com seus amigos íntimos! Os gestos, as expressões faciais, as mudanças de volume e de diapasão, as mudanças na velocidade do proferimento, as mudanças na ênfase, todos ocorrem naturalmente. Mas, quando a pessoa se levanta para falar a um grupo destes mesmos amigos, o que acontece?

      O leitor bem sabe. Essa forma natural, entusiástica de falar bem amiúde se desvanece, e o discurso da pessoa é monótono e sem vida. Por quê? O que mudou? Realmente, muito pouco.

      Talvez haja um pouco mais dos amigos do orador presentes, e estão sentados em fileiras. A verdadeira mudança, contudo, é invisível. Deu-se na mente e na atitude do orador. Talvez tenha ficado cônscio de si mesmo. Talvez sinta como se ficasse em foco, pensando, pelo que parece, que seus amigos agora são, de alguma forma, seus críticos. Se isto se der, perderá a confiança em sua habilidade de se expressar e, em resultado, perderá seu entusiasmo natural.

      Criar Entusiasmo num Discurso

      O primeiro requisito, então, para se ter entusiasmo ao discursar é avaliar corretamente sua assistência. Lembre-se, não se tornaram seus inimigos apenas por se sentarem em filas. Não são críticos. Antes, são amigos que vieram ouvir e aprender do que tem a dizer.

      Assim, para criar entusiasmo, ponha seu coração no que diz à assistência. Creia nas coisas que diz. Ou, expressando-nos de outro modo: Fale apenas as coisas em que crê. Isto é essencial, visto que a pessoa não pode falar com genuíno entusiasmo sobre assuntos em que não crê.

      Um terceiro requisito, relacionado de perto, é interessar-se na mensagem que tem a proferir, estar realmente cheio de idéias e desejar comunicá-las. Por exemplo, considere o homem interessado em pescar.

      Dificilmente poderia esperar que relate a seus amigos os planos para o vindouro casamento da irmã de sua esposa com o entusiasmo com que lhes falaria sobre sua última pescaria. Não está fascinado com os pormenores dos arranjos do casamento. Não é o seu interesse. Ah, mas a sacudidela da vara de pescar que lança a isca sobre a água, a mordiscada do peixe, a luta para trazê-lo, tudo isto é de profundo interesse para ele. Assim, pode falar com entusiasmo sobre tal assunto.

      Outro requisito para o proferimento entusiástico é estar bem preparado, conhecer seu assunto. O homem que fala de sua pescaria sabe do que fala. Sem dúvida já treinou como relatar este episódio muitas vezes em sua mente. Está confiante de que ninguém conhece essa estória tão bem quanto ele. Isto é vital para seu proferimento entusiástico. Se a pessoa tiver apenas ligeiro conhecimento do seu assunto, achará dificílimo falar com entusiasmo.

      Todavia, outro requisito para se falar com entusiasmo é estar convicto de que

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