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  • Introduções eficientes
    Manual da Escola do Ministério Teocrático
    • 15, 16. Qual deve ser a extensão da introdução dum discurso quando este faz parte duma seqüência de discursos?

      15 Quando vai proferir o único discurso no programa ou um discurso de estudante, sua introdução talvez possa ser mais extensa do que em outras ocasiões. Mas se o seu discurso formar parte duma seqüência de discursos, ou se fizer parte duma reunião de serviço, então a sua introdução pode ser breve e concisa, porque faz parte de um conjunto que já foi iniciado. Introduções compridas e complexas consomem desnecessariamente muito tempo. Será o corpo do discurso que vai transmitir as idéias que quer apresentar.

      16 Em resumo, sua introdução deve apenas estabelecer contato, despertar interesse e conduzir ao assunto que vai considerar. Faça isso com a presteza que for prática, e depois chegue logo ao âmago de seu assunto.

  • Volume e pausas
    Manual da Escola do Ministério Teocrático
    • Estudo 23

      Volume e pausas

      1, 2. Por que precisamos falar com volume suficiente?

      1 A menos que outros possam ouvi-lo facilmente, perder-se-á o valor daquilo que diz. Por outro lado, se o seu volume for alto demais, pode irritar a assistência e assim desviar a atenção dos bons pensamentos que preparou. Em muitos Salões do Reino se torna evidente a necessidade de nos preocuparmos com o volume adequado, pois, ao comentarem nas reuniões, os que porventura estejam sentados na frente amiúde não podem ser ouvidos pelos no fundo. Pode acontecer que aquele que fala da tribuna não tenha volume suficiente, e por isso deixe de inspirar sua assistência. No serviço de campo, também, encontramos pessoas que não ouvem bem e há ruídos com que competir, quer de dentro do lar que visitamos, quer de fora dele. Tudo isso indica que precisamos dar muita atenção ao volume correto.

      2 Volume suficiente para se ser ouvido confortavelmente. A primeira coisa a considerar para saber quanto volume se deve usar é melhor analisada pela pergunta: Usou-se a força de voz necessária? Quer dizer, foi ouvido nas últimas fileiras sem ser alto demais para os nas primeiras? Pensar nisso talvez baste para o estudante principiante, mas os que já progrediram mais devem esforçar-se a dominar também os seguintes aspectos da questão. O superintendente da escola deve decidir até que ponto cada estudante será aconselhado sobre esta característica oratória.

      3-10. Que circunstâncias nos ajudarão a saber quanto volume devemos usar?

      3 Volume adaptado às circunstâncias. O orador precisa aperceber-se das condições variáveis sob as quais fala. Isto ampliará a sua faculdade de discernimento, o tornará mais flexível e lhe permitirá alcançar a sua assistência e manter o interesse dela com mais facilidade.

      4 As condições variam de salão em salão e com o tamanho da assistência. Para controlar as circunstâncias, terá de controlar seu volume. Proferir um discurso no Salão do Reino exige mais volume que na sala de estar dum recém-interessado. Além disso, um pequeno grupo reunido na parte da frente do salão, como numa reunião para o serviço de campo, exigirá menos volume do que quando o salão está cheio, como numa reunião de serviço.

      5 Mas nem mesmo estas condições são constantes. Há barulho repentino dentro e fora do salão. Um automóvel que passa, um trem por perto, ruídos altos feitos por animais, o choro de crianças, alguém que chega tarde — todas estas coisas exigem um ajuste na força da voz. Se não forem reconhecidas e compensadas no volume, farão que se deixe de ouvir algo, talvez um ponto vital.

      6 Muitas congregações têm equipamento de amplificação da voz. Mas, se não houver cuidado no seu uso e o volume flutuar muito de alto para baixo, talvez seja necessário aconselhar o estudante por não ter tomado em consideração estas circunstâncias. (Veja o Estudo 13, sobre o uso de microfones.)

      7 Ocasionalmente, o orador achará difícil de controlar esta questão do volume, simplesmente por causa da qualidade de sua voz. Se este for seu problema e sua voz não alcançar muita distância, o superintendente da escola tomará isso em consideração quando dá conselho. Talvez lhe sugira certos exercícios ou um programa de treinamento que o ajude a desenvolver e fortalecer a sua voz. Todavia, a qualidade da voz, em si mesma, é um ponto separado de conselho e não será enfatizado quando se considera seu volume.

      8 Não é possível julgar cada circunstância existente durante apenas um discurso. O conselho deve ser dado sobre o discurso corrente, não sobre cada possibilidade que possa surgir. No entanto, quando parece ser necessário, o superintendente da escola pode advertir o estudante sobre possíveis problemas que poderá ter de enfrentar em circunstâncias diferentes, embora o estudante seja elogiado pelo discurso atual e se marque “B” na sua folha de conselho.

      9 Como pode o estudante saber se o seu volume é suficiente? A reação da assistência é um dos melhores barômetros. O orador experiente observará atentamente os no fundo do salão, durante a sua introdução, e poderá determinar pela expressão e atitude geral deles, se podem ouvir confortavelmente, e ele variará o volume de acordo. Uma vez que se familiarizou com o salão, não terá mais dificuldades.

      10 Outro método é observar os outros oradores no mesmo programa. Podem ser ouvidos facilmente? Quanto volume usam? Ajuste o seu concordemente.

      11, 12. Por que é essencial que o volume seja apropriado à matéria?

      11 Volume apropriado à matéria. Este aspecto de nossa consideração do volume não deve ser confundido com a modulação. No momento estamos interessados em simplesmente ajustarmos o volume à matéria específica em consideração. Por exemplo, quando se lêem condenações nas Escrituras, é evidente que o volume deve ser regulado de modo diferente do que quando o estudante lê conselho sobre o amor entre os irmãos. Compare Isaías 36:11 com os versículos 12 e 13 de Isaías 36e observe a diferença que deve ter existido no modo em que se proferiram estas declarações. O volume precisa ser adaptado à matéria, mas nunca se deve exagerar.

      12 Ao decidir quanto volume deve usar, analise com cuidado a sua matéria e seu objetivo. Se quiser mudar o modo de pensar da assistência, não a expulse com volume demais. Contudo, se quiser estimulá-la a uma atividade animada, o volume talvez possa ser maior. Se a matéria exige vigor, não a enfraqueça por falar suave demais.

      13-16. Indique o valor das pausas.

      13 Ao proferir o seu discurso, pausar nos lugares certos é quase tão importante como o volume adequado. Sem fazer pausas, o significado das declarações pode facilmente ficar obscurecido e os pontos principais, que devem ser lembrados pela assistência, não causarão uma impressão duradoura. As pausas lhe dão confiança e equilíbrio, permitem um controle melhor da respiração e oferecem a oportunidade de ganhar domínio sobre si nos pontos difíceis do discurso.

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