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  • Ficar ileso — enquanto milhares caem
    A Sentinela — 1975 | 15 de março
    • pelos homens, contrárias à Bíblia, espalhou-se além do paganismo em toda a cristandade. Deste modo, os que vão à igreja, na cristandade, foram infeccionados e levados à sua condição religiosa, doentia, pondo em perigo a sua salvação. Mas Deus nos esclareceu contra as “trevas” que geram a pestilência.

      22. Quanto à “destruição que assola ao meio-dia”, com que podemos razoavelmente compará-la?

      22 Que dizer, porém, da “destruição que assola ao meio-dia”, da qual os verdadeiros cristãos atrás do “grande escudo” da “veracidade” de Deus não têm medo? O meio-dia, a parte mais luminosa dum dia ensolarado, é exatamente o contrário das trevas da noite. (Jó 11:17) Contudo, há uma ‘assolação’, uma “destruição”, que acompanha o brilho e o calor deste “meio-dia”. É paralela à ‘flecha que voa de dia’. A “destruição” ali não descreve algo visível ou tangível, contudo, assola assim como assoladores que atacam ao meio-dia. (Jer. 6:4; 15:8; 20:16) Pode-se entender razoavelmente que se refira ao flagelo altamente contagioso, epidêmico, que abate a muitos, despojando-os da vida.

      23. O que é o “meio-dia” mencionado ali e o que é a “destruição que assola” durante ele?

      23 O “meio-dia” ali é no sentido mundano. A luz brilhante é a chamada “iluminação” da Era Cerebral do mundo, de sua era nuclear, era espacial. Suas doutrinas e sua propaganda gabam-se do intelectualismo humano e são materialistas. Os que se deixam doutrinar assim sofrem espiritualmente a destruição, porque é contrário à Palavra de Deus, à sua adoração e ao seu reino messiânico. Por isso é pestífero, e muitos ficam confusos e perdem a fé por causa das “contradições do falsamente chamado ‘conhecimento’”. (1 Tim. 6:20, 21) No fim, as vítimas sofrem a amargura do desapontamento e da frustração. O mundo atual colhe os frutos amargos por deixar-se levar pelo intelectualismo humano. Os brilhantes cientistas e filósofos políticos, educacionais e sociais apenas aumentaram o ‘calor’ na sociedade mundana. Poluíram com sua doutrina atéia o ambiente mental e moral no qual a sociedade hodierna vive.

      24. Quando ficou especialmente exposta esta “destruição que assola ao meio-dia”, e que iluminação espiritual foi contrastada com ela?

      24 A espiritualmente mortífera “destruição que assola ao meio-dia” foi exposta especialmente pela “quarta praga” descrita em Revelação 16:8, 9. A tigela desta “praga” começou a ser esvaziada sobre o “sol” do intelectualismo humano em 1925, no congresso de Indianápolis, Indiana, E. U. A., das testemunhas de Jeová, nos meados do ano. Naquele mesmo ano, explicaram-se à base da descrição profética em Revelação 12:1-13 o nascimento do reino messiânico de Deus e a expulsão de Satanás e seus demônios do céu. A vitalizadora iluminação espiritual dos adoradores de Jeová foi assim posta em contraste com a iluminação modernista, sábia segundo o mundo, dos despojados da vida espiritual pela “destruição” no seu meio-dia.

      SOBREVIVÊNCIA ESPIRITUAL NO MEIO DE PERIGOS AMEAÇADORES

      25, 26. Quem são os “mil” que “cairão ao teu próprio lado”, em que sentido caem e por quê?

      25 As ameaças já descritas para a vida espiritual são coisas não temidas pelos que estão “no lugar secreto do Altíssimo” e “sob a própria sombra do Todo-poderoso”. O salmista dá agora garantia inspiradora de fé, nas suas palavras seguintes dirigidas a estes como classe: “Mil cairão ao teu próprio lado e dez mil à tua direita; não se aproximará de ti.” — Sal. 91:7.

      26 Aqueles de quem se diz que estão do “próprio lado” dos adoradores dedicados de Jeová Deus seriam as pessoas da cristandade e do judaísmo, que professam adorar o Deus da Bíblia Sagrada. Estes ‘caem’ na morte espiritual, porque não estão no lugar de segurança espiritual de Jeová. Por isso, ficam expostos às coisas espiritualmente mortíferas, descritas pelo salmista, a coisa pavorosa da noite da terra, a flecha voadora de dia, a pestilência que infesta as trevas, a “destruição que assola ao meio-dia”. Não tomaram realmente a Deus por seu “refúgio” forte.

      27. Quem são os “dez mil” que caem “à tua direita”?

      27 Como se mil para um não fosse um contraste bastante grande, o salmista diz que os que caem serão “dez mil à tua direita”. Como no caso do Deus Todo-poderoso, a “direita” é representativa da mão e do lado que são mais fortes. (Sal. 98:1) Portanto, aqueles a quem tivemos de oferecer resistência espiritual mais forte, por causa de sua maior força religiosa, caem porque não são aprova do mundanismo, do modernismo, da propaganda anti-religiosa, da teologia popular e das doutrinas e práticas religiosas, inspiradas pelos demônios. Não foram imunizados pela ajuda do espírito de Deus.

      28. Como tem acontecido literalmente que dez mil caíram à direita do restante ungido, e a quem suscitou Deus como companheiros do restante?

      28 Hoje em dia, quando contrastamos o número relatado dos do restante ungido do Israel espiritual, por volta de dez mil, com os bilhões de membros da religiosa Babilônia, a Grande, podemos ver que é literalmente verdade que dez mil caíram à direita deste restante da “semente” da “mulher” de Deus. (Rev. 12:17) Mas, em lugar destas dezenas de milhares que caíram na morte espiritual à mão direita deste restante, Jeová Deus suscitou uma “grande multidão” de crentes semelhantes a ovelhas, que dedicaram sua vida a Jeová Deus mediante Jesus Cristo, o Pastor Excelente. (Rev. 7:9-17; João 10:16; Mat. 25:31-46) Jeová os tem suscitado como companheiros do restante, especialmente a partir do ano de 1935. Hoje ascendem a centenas de milhares, de modo que as testemunhas cristãs de Jeová ascendem agora a mais de dois milhões, que proclamam o reino de Deus.

      29. A quem não se aproximou aquilo que é destrutivo, arruinador da fé, de procedência mundana, mas a quem se aproximou?

      29 Aos que caíram espiritualmente, aproximou-se aquilo que é destrutivo, arruinador da fé, de procedência mundana, mas aos que estão no lugar de segurança espiritual de Deus, ‘não se aproximara deles. Desde o ano de após-guerra de 1919 E. C., os do restante têm aceito a cura espiritual provida pelo Grande Médico, Jeová Deus. (Sal. 103:1-3) Mas isto não se dá na cristandade, conforme predito em Isaías 6:9-12; Mateus 13:14, 15. Por conseguinte, os mais de um bilhão de membros da cristandade sucumbem às influências e pressões espiritualmente ruinosas deste mundo cheio de moléstias. Mas Deus imunizou seu restante e a “grande multidão” de seus companheiros cristãos. Deus não permite que se aproxime o contágio mundano ao seu lugar de imunidade espiritual. Permanecerem obedientemente no “lugar secreto” de Deus os mantém a salvo e bem.

      30, 31. (a) Os que estão “no lugar secreto do Altíssimo” olham e vêem a retribuição oportuna de quem? (b) Como e por que veio sobre tais a retribuição?

      30 Depois de morarem agora já por muitos anos em confiança “no lugar secreto do Altíssimo”, os do restante ungido do Israel espiritual, e, ultimamente, os da “grande multidão” de suas co-testemunhas, têm observado a veracidade do que o salmista inspirado disse a seguir: “Apenas estarás olhando com os teus olhos e estarás vendo a própria retribuição feita aos iníquos.” — Sal. 91:8.

      31 É evidente que o Deus Altíssimo não classifica aqui os que estão no seu “lugar secreto” junto com os “iníquos”, que estão lá fora e que fazem parte deste mundo iníquo. Especialmente agora, perto do fim deste sistema condenado de coisas, os que se entregaram aos modos deste mundo iníquo colhem os frutos de seu proceder em retribuição. A devida retaliação sobrevêm aos mundanos, ao passo que seus problemas se multiplicam nos assuntos políticos, comerciais, morais, sociais e religiosos. Ceifam aquilo que semearam. A sociedade moderna, que se tornou muito permissiva na chamada “nova moralidade”, na “revolução sexual”, não pode imunizar os sexualmente pervertidos contra ‘receberem em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro’. — Rom. 1:27; Luc. 21:25, 26.

      32. Já antes da “grande tribulação”, os que estão no “lugar secreto” vêem a diferença entre quem, quanto às conseqüências?

      32 Os sábios segundo o mundo tornam-se vítimas de suas próprias tramas. Os que rejeitaram a sabedoria da Palavra de Deus e se expuseram às maquinações de Satanás tornaram-se joguetes de todo engano injusto para com os que estão perecendo, em retribuição por não terem aceito o amor da verdade, para que fossem salvos”. (2 Tes. 2:9, 10) Já antes da iminente “grande tribulação”, os protegidos por Jeová olham e vêem com os seus olhos a diferença, quanto às conseqüências “entre o justo e o iníquo, entre o que serve a Deus e o que não o serviu”. — Mal. 3:18.

  • Benefícios e recompensas por estar espiritualmente seguro
    A Sentinela — 1975 | 15 de março
    • Benefícios e recompensas por estar espiritualmente seguro

      1. Quem são os que estão seguros contra os perigos do mundo à deriva?

      A SEGURANÇA materialista, física, da humanidade está entrando em colapso, mas a segurança espiritual mostra ser uma proteção contra os perigos morais, sociais, políticos e religiosos deste mundo à deriva. Espiritualmente seguros estão os que colocam em primeiro lugar na sua vida as coisas espirituais especificadas na Palavra Sagrada de Deus. Sabem que Deus cuidará de todas as outras necessidades.

      2, 3. Como fizeram realmente os do restante e da “grande multidão” de Jeová seu “refúgio”?

      2 No que se refere a darmos a Deus o lugar de destaque em nossa vida, o escritor inspirado do Salmo 91 prossegue, dando-nos um senso de segurança por dizer: “Visto que disseste: ‘Jeová é meu refúgio’, fizeste do próprio Altíssimo a tua habitação; nenhuma calamidade te acontecerá, e nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.” — Sal. 91:9, 10.

      3 Que idéia maravilhosa, tornarmos este Deus Altíssimo ‘nossa habitação’! Isto se dá não só por se dizer a Jeová: “Tu és meu refúgio”, mas também por realmente fazer Dele o lugar onde procuramos nosso abrigo seguro. Com destemor, bem publicamente, os do restante ungido do Israel espiritual de Deus declararam que Jeová é seu refúgio, especialmente a partir do ano de 1925. Os da “grande multidão”, que surgiu recentemente, que se juntaram aos do restante em adorar a Jeová qual Deus, imitaram o restante em proclamar e fazer Dele seu refúgio, e por isso sua “habitação”.

      4. Em prol de que questão destacada estão unidos estes dois grupos no seu proceder?

      4 Estes dois grupos têm proclamado unidos que o Altíssimo, Jeová, é o Soberano Universal. Na questão agora em disputa entre a governança de toda a terra por Deus e a governança humana, tomaram sua posição a favor da soberania de Jeová. Anunciam continuamente, em todo o mundo, que o reino messiânico de Deus, às mãos de seu Filho Jesus Cristo, é a única esperança para a humanidade aflita. Habitam em Jeová como a única Fonte de toda a segurança. Seus interesses eternos agora e no futuro estão seguros Nele!

      5. Que espécie de calamidade não sobrevêm aos que fazem de Deus o refúgio de sua vida?

      5 As calamidades estão aumentando para este mundo iníquo, não só nos assuntos políticos e econômicos, mas são muito mais prejudiciais nos assuntos morais, sociais e religiosos. No entanto, para os que fazem do único Deus vivente e verdadeiro, Jeová, o refúgio de sua vida, “nenhuma calamidade te acontecerá”. Quer dizer, nenhuma das calamidades descritas nos versículos precedentes do Salmo 91. Naturalmente, podem compartilhar com o público em geral das calamidades naturais em grande escala, tais como inundações, furacões, terremotos, epidemias, falta de alimentos, estragos causados por guerras internacionais e intertribais, e revoluções políticas, mas isto não destrói sua espiritualidade, nem enfraquece sua fé e confiança no Deus Todo-poderoso. E podem restabelecer-se material e fisicamente de tais calamidades terrenas.

      6. Por que é mais séria a calamidade espiritual e quem são os que a sofrem?

      6 A calamidade espiritual, porém, é diferente. Dela não há restabelecimento, como no caso da religiosa cristandade e do judaísmo. Estes grupos religiosos, iguais ao paganismo, não são espiritualmente prósperos. Continuam no seu estado religioso doentio, enfermo, aguardando-os calamidade destrutiva na vindoura “grande tribulação”. (Mat. 24:21, 22; Rev. 7:14) A calamidade aguarda todos os que não se refugiam em Jeová e que não habitam nele.

      7. (a) Quais são as “pragas” figurativas que contaminam o mundo semelhante a uma cidade? (b) Em que proceder esta a segurança para nós, que moramos como que em tendas quais residentes forasteiros?

      7 Os que com plena confiança habitam no Deus Altíssimo são representados como residentes forasteiros, habitando em tendas neste atual sistema de coisas, fora dos limites da cidade. (1 Ped. 2:11; Heb. 11:8-10) A estes, como classe, faz-se a promessa divina: “E nem mesmo uma praga se chegará à tua tenda.” (Sal. 91:10) Entre as “pragas” espiritualmente prejudiciais que agora grassam no mundo semelhante a uma cidade estão coisas contagiosas tais como o nacionalismo, o patriotismo fanático, o ensino da evolução como fato, o materialismo egoísta, o vício das drogas, a mania das transfusões de sangue, práticas espíritas, a moderna “nova moralidade sexual”, o amor aos prazeres mais do que o amor a Deus, o sectarismo religioso, o “Alto Criticismo” da Bíblia, a adoração da “vaca sagrada” da ciência, também a adoração da “fera” política e a adoração de sua “imagem” do após-guerra, as Nações Unidas, sucessoras da Liga das Nações. (Rev. 9:20, 21; 13:1-18) Apenas se os que fazem de Jeová seu refúgio mantiverem sua “tenda” armada longe da “cidade” deste mundo continuarão livres do contágio das muitas “pragas” deste. Por isso, mantenhamos a distância, como não fazendo parte deste mundo. — João 17:14-16; veja Hebreus 11:9, 10.

      PROTEÇÃO ANGÉLICA PARA NÃO CAIR

      8. De que precisamos mais, em vez da mera orientação humana, e esta disponível a nós?

      8 Ao andarmos neste mundo de perigos espirituais, precisamos de mais do que da orientação humana para que nossos caminhos agradem a Deus. Tal orientação sobre-humana nos é assegurada, pois, conforme acrescenta o salmista, “dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos”. — Sal. 91:11.

      9. Isto nos faz lembrar de que promessa feita ao Israel carnal, e de que ministério prestado a Jesus, bem como de que garantia com referência aos seus seguidores semelhantes a crianças?

      9 Esta promessa nos faz lembrar que, mediante o profeta Moisés, Deus disse à nação do Israel carnal: “Eis que envio um anjo diante de ti para guardar-te pela estrada e para introduzir-te no lugar que preparei. Pois meu anjo irá adiante de ti e deveras te levará.” (Êxo. 23:20, 23; 32:34; 33:2) Também, depois de o Filho de Deus, Jesus Cristo, ter rechaçado três tentações que lhe foram apresentadas no ermo da Judéia, uma das quais envolvia o Salmo 91:11, 12, “o Diabo deixou-o então, e eis que vieram anjos e começaram a ministrar-lhe”. (Mat. 4:1-11) Com referência aos que seguiam a Jesus quais crianças, Jesus disse: “Os seus anjos no céu sempre observam o rosto de meu Pai, que está no céu.” (Mat. 18:10) Estes anjos celestiais estão agora sob ordens divinas com respeito ao restante dos israelitas espirituais e seus companheiros leais.

      10. A que “caminhos” se aplica a tarefa dos anjos de “te guardar em todos os teus caminhos”?

      10 A tarefa destes anjos, “para te guardar em todos os teus caminhos”, aplicar-se-ia aos “caminhos” tomados pelos adoradores de Jeová em harmonia com a Sua palavra revelada, e, portanto, que têm a Sua aprovação e orientação. Seus anjos não acompanhariam o “restante” e a “grande multidão” de seus companheiros em caminhos que fossem diferentes — egoístas e obstinados. — Mat. 13:41, 42.

      11. De que modo indica a profecia de Jesus sobre a “terminação do sistema de coisas” e do mensageiro que voava no meio do céu que há envolvimento angélico com os seguidores dele na terra?

      11 A própria profecia de Jesus sobre o “sinal da [sua] presença e da terminação do sistema de coisas” predisse claramente que ele enviaria seus anjos para o ajuntamento dos membros escolhidos do Israel espiritual. Os anjos também estariam com ele ao vir para separar as pessoas das nações quais ovelhas e cabritos. (Mat. 24:3, 31; 25:31, 32; Rev. 7:1-8) O último livro da Bíblia, a Revelação dada mediante Jesus ao apóstolo João, revela definitivamente que os anjos celestiais estariam envolvidos com o restante ungido do Israel espiritual nas suas atividades terrestres, durante esta “terminação do sistema de coisas”. Por exemplo, no cumprimento da visão de João, a respeito do anjo que voava no meio do céu com boas novas eternas a proclamar a todos os habitantes da terra, indicam-se a orientação e a proteção angélicas para os adoradores de Jeová, que fazem esta obra na terra. (Rev. 14:6, 7) Há, porém, mais do que isso:

      12. Segundo Revelação, quando os do restante daquele tempo começaram a derramar as “últimas sete pragas”, por que devem ter tido orientação e proteção angélicas?

      12 Quando as “últimas sete pragas” começaram a ser derramadas durante os anos de 1922-1928 E. C., mediante o “restante” ungido daquele tempo, deve ter havido orientação e proteção angélicas. Isto é lógico, porque Revelação, capítulos 15-17, revela que as “tigelas” ou “taças” cheias da ira de Deus foram seguradas e manobradas por anjos celestiais, que receberam estes vasos das mãos de Deus. Por agirem assim nos caminhos de serviço de Deus, os adoradores de Jeová têm assegurada a proteção angélica. — Sal. 34:7; Heb. 1:13, 14.

      13. O que colocam os agentes terrestres de Satanás no caminho dos que andam nos “caminhos” de Jeová o que diz sobre isso o Salmo 91:12?

      13 Os “caminhos” tomados por nós, como adoradores de Jeová Deus, estão no meio deste sistema mundano de coisas, do qual Satanás, o Diabo, é o “deus”. (2 Cor. 4:4) Por isso, é de se esperar que os agentes terrestres deste falso deus coloquem no nosso caminho pedras figurativas, para que os adoradores de Jeová tropecem e caiam desastrosamente. Mas, com respeito a tais causas de tropeço, o salmista fala mais a respeito dos anjos de Jeová, dizendo: “Carregar-te-ão nas suas mãos, para que não dês com o pé numa pedra.” — Sal. 91:12.

      14. No primeiro século de nossa Era Comum, o que veio a ser uma “pedra contra que se esbarra” para a nação do Israel carnal, e por quê?

      14 Isto significa que estes anjos celestiais nos sustentarão, nos apoiarão, para que não sejamos afetados por tal “pedra”. Lá no primeiro século de nossa Era Comum, os israelitas apóstatas, “ambas as casas de Israel”, não tiveram tal auxílio angélico contra tropeçarem para a ruína espiritual. Tropeçaram sobre o verdadeiro Messias de Jeová, Jesus Cristo, que era para eles “como pedra contra que se esbarra” e “como rocha em que se tropeça”, conforme predito em Isaías 8:14. (1 Ped. 2:7, 8) Sua rejeição de Jesus, como o Messias, prejudicou espiritualmente o povo judaico circunciso até o dia de hoje. No entanto, esta não é a “pedra” de que fala o Salmo 91:12.

      15. De que modo é diferente a “pedra” de Salmo 91:12, e como pode isto ser ilustrado?

      15 Esta “pedra” é algo da parte do Grande Adversário de Jeová, Satanás, o Diabo; portanto, quando se aceita o que esta “pedra” é, perde-se o favor de Deus. Esta é dessemelhante da “pedra” messiânica do primeiro século, a qual, se aceita pela nação judaica, serviria para terem o favor contínuo de Deus. Mas lá naquele tempo, os judeus nacionalistas seguiram messias falsos, não da parte de Deus. Olhando também para o nosso tempo, Jesus Cristo advertiu seus discípulos contra falsos messias ou cristos nesta “terminação do sistema de coisas”. (Mat. 24:3, 5, 23-26) Fiel à predição, surgiram tais “falsos cristos”, não especialmente na forma de homens individuais, mas na de sistemas políticos e econômicos, aos quais se atribui poderes messiânicos e mediante os quais se esperam bênçãos messiânicas. Por exemplo, assim como quando Nikita Krushchev prometeu que o comunismo russo do seu tipo estabeleceria um paraíso para o povo. E como poderíamos esquecer que, em dezembro de 1918, o Conselho Federal das Igrejas de Cristo na América aclamou a proposta Liga das Nações como “a expressão política do Reino de Deus na terra”?

      16. Graças aos anjos, quais são algumas das ‘pedras’ nas quais as testemunhas de Jeová não deram com o pé para cair?

      16 Os anjos de Jeová têm fielmente ‘carregado Seus adoradores nas mãos’, de modo que estes não deram com pé “numa pedra” desta espécie, nem perderam Seu favor. Em novembro de 1939, quando se expressaram publicamente em aderência a “neutralidade” cristã para com todas as controvérsias mundanas, isto os fortaleceu no seu proceder já escolhido da recusa do recrutamento militar, tanto em tempo de paz como em tempo de guerra. Depois da Primeira Guerra Mundial surgiram ditadores em governos políticos, tais como Adolfo Hitler, que intentou restabelecer o Santo Império Romano da Nação Teutônica, por mil anos. Mas as testemunhas cristãs de Jeová nunca cederam diante de tais ditadores, como tomando o lugar do verdadeiro Messias de Jeová, Jesus Cristo. Em tempos de prova, a respeito da supremacia da lei do Deus Altíssimo, tomaram as palavras dos apóstolos de Cristo e disseram a políticos, juízes e policiais: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” (Atos 5:29) Graças aos anjos de Jeová, nem mesmo “uma pedra” tal como proibições e proscrições deles e de sua pregação do reino de Deus fizeram Seus adoradores tropeçar e cair.

      SEGUROS CONTRA ATAQUES ABERTOS E SECRETOS

      17. Quanto à espécie de linguagem, em que é o Salmo 91:13 semelhante a Lucas 10:19?

      17 Perto do fim do ano 32 E. C., Jesus Cristo enviou setenta discípulos como evangelizadores do reino messiânico de Deus. Falando-lhes evidentemente em linguagem simbólica, ele disse: “Eis que eu vos tenho dado autoridade para pisardes serpentes e escorpiões sob os pés, e sobre todo o poder do inimigo, e nada, de modo algum, vos fará dano.” (Luc. 10:19) De modo similar, em sentido simbólico, o salmista diz então à classe que fez de Jeová sua habitação: “Pisarás no leãozinho e na naja; pisotearás o leão novo jubado e a cobra grande.” — Sal. 91:13.

      18. Como foi figurativamente pisado o “leãozinho”?

      18 O leãozinho faz um ataque aberto, frontal, expondo-se. Assim também os poderosos estados políticos têm recorrido à ação legislativa que menciona a vítima por nome. Eles têm abertamente criado leis destinadas contra as testemunhas de Jeová. Ou têm aplicado leis nacionalistas contra elas. Com que objetivo, Para devorá-las, assimilá-las, fazê-las religiosamente subservientes ao Estado, torná-las uma instituição religiosa, nacional, arrancada do corpo mundial das testemunhas de Jeová que é regido de Deus para baixo. As testemunhas leais de Jeová rejeitaram tal arranjo totalitário, controlado pelo Estado. De modo teocrático, atêm-se firmemente à Regência de Deus!

      19. Como foi figurativamente pisada a “naja”?

      19 Dessemelhante do leãozinho, a naja ou cobra venenosa ataca no escuro, de tocaia. É perigosa, igual a uma “serpente à beira da estrada”, com a qual se comparou a tribo de Dã, e que “morde os talões do cavalo”. (Gên. 49:16, 17) Ataques venenosos, inesperados, como os da naja foram feitos contra as testemunhas de Jeová, intencionalmente vitimadas, ao passo que realizam sua obra pública de proclamar de casa em casa o reino de Deus, mesmo em países onde vigoram religiões estatais. Ocultando-se atrás do Estado, qual executor para eles, os clérigos da cristandade fizeram ataques ocultos contra as testemunhas de Jeová por meio de políticos, legisladores, autoridades policiais e juízes de tribunais. (Sal. 94:20) Mas, no que se refere às testemunhas de Jeová, estas não ficaram paralisadas de medo pelo veneno dos ataques injustos. Continuaram a acatar a lei e a recorrer pacificamente aos tribunais, pelos seus direitos constitucionais, apelando para a Carta de Direitos concedida pelo Estado. Levaram aos tribunais mais altos dos países sua luta jurídica para estabelecer e defender por lei a liberdade de religião e o direito de pregar o reino de Deus. (Fil. 1:7, 16) Seus esforços foram muitas vezes coroados de vitória!

      20. Apesar da proscrição de suas publicações bíblicas, como conseguiram as Testemunhas ainda fazer discípulos?

      20 Quer os inimigos tenham usado ataques abertos, frontais, quer ocultos, sorrateiros, foram pisados pelas testemunhas marchantes do Deus Altíssimo. Quando suas publicações foram proscritas, continuaram a prosseguir com sua obra bíblica de fazer discípulos de Cristo por usarem apenas a Bíblia na sua obra de testemunho. O resultado foram discípulos! — Mat. 28:19, 20.

      21. Como pisoteiam os adoradores de Jeová o simbólico “leão novo jubado”?

      21 O salmista aumenta a intensidade das figuras de retórica quando, num paralelismo, fala de pisar “o leão novo jubado e a cobra grande”. O leão novo jubado deve ser mais velho e também de aspecto mais feroz do que apenas o leãozinho; e a cobra grande seria um réptil monstruoso, que a Versão dos Setenta grega dos Salinos chama de “dragão”. No entanto, não importa quão impressionante o aspecto, quão feroz o simbólico leão novo jubado seja, ao fazer seu ataque aberto, frontal, os adoradores de Jeová pisoteiam este atacante perigoso. Continuam na marcha, obedecendo o Deus Altíssimo como Governante Soberano em vez de a homens leoninos ou a organizações leoninas feitas pelo homem. Dão ao leonino César apenas o que pertence a César, de modo algum retendo de Deus nada que lhe pertença, dando-lhe tudo o que Lhe pertence. (Atos 5:29; Mat. 22:21) Por isso, não são espiritualmente feridos pela ação ameaçadora do “leão”.

      22. Como pisoteiam os adoradores de Jeová a simbólica “cobra grande”?

      22 A dragontina “cobra grande” nos faz lembrar o pai do “descendente” da serpente, Satanás, o Diabo, a “serpente original”. (Gên. 3:15; Rev. 12:9) O salmista o retrata aqui, não como “monstro marinho”, mas como monstro terrestre, como réptil de tamanho incomum, bastante comprido para enrolar-se em volta dum homem e afim de esmagá-lo e devorá-lo. (Jer. 51:34) Portanto, quando os adoradores de Jeová discernem que Satanás, o Diabo, por meio de sua monstruosa organização mundial, procura envolvê-los e esmagá-los com pressões mundanas, e devorá-los na sua organização controlada pelos demônios, livram-se e pisoteiam esta “cobra grande”. Evitam todas as formas de espiritismo e resistem a elas, não permitindo assim que os demônios assumam sutilmente o domínio de sua mente e vontade. (Luc. 10:17) Uma coisa é certa, os do restante ungido dos co-herdeiros de Cristo precisam fazer isso se quiserem participar no cumprimento de Romanos 16:20, de se esmagar em breve Satanás debaixo de seus pés. Precisam agora tomar medidas positivas contra este “dragão” vermelho e mantê-lo sempre debaixo dos pés. — 1 Ped. 5:8

      AMAR A DEUS E CONHECER SEU NOME

      23. O que diz Deus no Salmo 91:14 com respeito aos que O amam pelo que Ele é?

      23 Satanás, o Diabo, nega que as criaturas humanas possam amar a Deus, o Criador, simplesmente pelo que Ele é. Mas o Deus Altíssimo aprecia o verdadeiro amor até mesmo de criaturas terrestres Suas. O salmista mostra como Deus expressa seu apreço, ao representar então Deus como falando e dizendo a respeito de Seus adoradores amorosos, qual classe: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.” — Sal. 91:14.

  • Ampliado o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová
    A Sentinela — 1975 | 15 de março
    • Ampliado o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová

      A família de Betel de Brooklyn, Nova Iorque, ficou encantada ao saber, em 28 de novembro. que os seguintes irmãos foram constituídos membros do Corpo Governante das testemunhas de Jeová. Eles servirão agora ao lado daqueles que já servem no Corpo Governante. Os novos membros são os seguintes W. Lloyd Barry, atual superintendente de filial no Japão: John C. Booth, que trabalha no escritório da Fazenda da Torre de Vigia: Ewart C. Chitty, de Londres, na Inglaterra, que é secretário-tesoureiro da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia; Charles J. Fekel, de Brooklyn, Nova Iorque, que trabalha no departamento de composição da gráfica de Brooklyn; Theodore Jaracz, dos Estados Unidos, que serve como superintendente de circuito: Karl F. Klein, do Betel de Brooklyn, que trabalha no escritório: Albert D. Schroeder que tem servido como Instrutor na Escola do Ministério do Reino e Daniel Sydlik, que trabalha na gráfica do Betel de Brooklyn. Todos estes irmãos morarão por fim no lar de Betel em Brooklyn e assistirão às reuniões regulares do Corpo Governante das testemunhas de Jeová, realizada nas manhãs de quarta-feira, às oito horas. Também presidirão em rodízio semanal a mesa de Betel, em ordem alfabética, segundo o último nome.

      O Corpo Governante compõe-se agora de dezoito membros, todos ungidos, e os outros dez são os seguintes: Frederick W. Franz, Raymond V. Franz, George D. Gangas, Leo K. Greenlees, John O. Groh, Milton G. Henschel, William K. Jackson, Nathan H. Knorr, Grant Suiter e Lyman A. Swingle.

      Usufruem deveras a alegria de servir as testemunhas de Jeová em todo o mundo na sua qualidade de Corpo Governante, e suas deliberações sobre assuntos espirituais continuarão a mostrar-se muito benéficas para todas as testemunhas de Jeová, as quais usufruem o paraíso espiritual no qual se encontram hoje os que amam a Jeová.

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