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Recorra a Jeová em busca de perspicáciaA Sentinela — 1989 | 15 de março
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respeito da moralidade sexual se tornaram cada vez mais destacadas, A Sentinela, em vez de advogar o proceder popular, tem provido sólida orientação bíblica. Esta tem ajudado muitos a proteger sua preciosa relação com Jeová e a concentrar-se na duradoura felicidade, em vez de em meros prazeres passageiros. De modo similar, artigos da Sentinela dirigidos a famílias de um só genitor e àqueles que lutam com depressão têm refletido uma perspicácia que só é possível para aqueles para quem os pensamentos de Jeová são preciosos e que oram fervorosamente: “Ensina-me a fazer a tua vontade, porque tu és o meu Deus.” — Salmo 143:10; 139:17.a
17. (a) O que sabiam os servos de Jeová com décadas de antecedência sobre o ano de 1914? (b) Embora os do povo de Deus, após 1914, ainda tivessem perguntas a respeito de pormenores, o que já sabiam que lhes dava uma sólida orientação na vida?
17 Jeová, por meio do “escravo fiel e discreto”, também tem ajudado seus servos a reconhecer com décadas de antecedência que o ano de 1914 marcaria o fim dos Tempos dos Gentios. (Lucas 21:24, Almeida) Quando entraram na era que se seguiu à Primeira Guerra Mundial, naturalmente, havia perguntas que os deixavam perplexos. Mas aquilo que já sabiam bastava para agirem sabiamente. Sabiam das Escrituras que era iminente o tempo devido de Deus para destruir o velho sistema; de modo que seria tolo depositar sua esperança nele ou deixar sua vida ser governada pelas normas materialistas dele para ser bem-sucedida. Sabiam também que o Reino de Jeová é a verdadeira solução para todos os problemas que afligem a humanidade. (Daniel 2:44; Mateus 6:33) Compreenderam claramente que todos os verdadeiros cristãos têm a responsabilidade de proclamar o Rei ungido de Jeová, Jesus Cristo, e Seu Reino. (Isaías 61:1, 2; Mateus 24:14) Em 1925, por meio do artigo “Nascimento da Nação”, da Sentinela (em inglês), foram fortalecidos por um entendimento mais claro de Revelação (Apocalipse), capítulo 12; entenderam assim o que havia ocorrido nos céus, de forma invisível aos olhos humanos. Tal perspicácia proveu uma sólida orientação para a sua vida.
18. Que privilégio e responsabilidade temos agora, e que pergunta devemos fazer a nós mesmos?
18 Agindo com fé, os poucos milhares que então serviam a Jeová como suas testemunhas tomaram a dianteira na pregação das boas novas do Reino estabelecido de Deus, em todas as partes do mundo. Em resultado disso, milhões de pessoas vieram a conhecer e a amar a Jeová, e têm a perspectiva de ter vida eterna. A todos nós, os que aceitamos a verdade em resultado dos trabalhos amorosos deles, foi mostrado que também temos o privilégio e a responsabilidade de participar na obra, dando a todos os que podemos contatar um testemunho cabal e continuando a fazer isso até que Jeová diga que a obra está terminada. (Revelação 22:17; compare isso com Atos 20:26, 27.) Evidencia o modo em que você usa sua vida que aprecia a perspicácia que Jeová tem provido por meio da sua organização?
19. (a) Cite um exemplo de alguém cuja vida reflete apreço pela perspicácia que Jeová provê por meio da sua organização. (b) O que podemos aprender deste exemplo?
19 A vida duma grande multidão de pessoas em todas as partes da terra atesta que, no caso delas, a resposta é sim. Por exemplo, considere John Cutforth. Há uns 48 anos, ele tomou a peito o conselho bíblico então, como agora, trazido à atenção pela classe do “escravo fiel”, a saber: “Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas. Portanto, nunca estejais ansiosos quanto ao dia seguinte.” (Mateus 6:33, 34) Depois de anos de experiência no serviço de Jeová, o irmão Cutforth disse: ‘Uma das coisas que ficaram fortemente incutidas na minha mente é que Jeová tem uma organização na terra, dirigida por ele, que eu, como indivíduo, podia trabalhar com esta organização, e que, se seguisse plenamente sua orientação e direção, isso me daria paz, contentamento, satisfação e muitos amigos, além de muitas outras ricas bênçãos.’ Esta convicção foi repetidas vezes reforçada ao passo que ele tem usufruído uma vida plena de bênçãos espirituais nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e em Papua Nova Guiné.b Deveras, o proceder sábio para todos nós é aquele que reflete apreço pela maneira em que Jeová dá perspicácia ao seu povo. — Mateus 6:19-21.
Previna-se Para Não Perder a Perspicácia
20, 21. (a) Como se deu que alguns perderam a perspicácia piedosa que antes tinham? (b) O que nos ajudará a nos resguardarmos contra um proceder prejudicial?
20 A perspicácia que Jeová provê é um tesouro a ser prezado. No entanto, devemos aperceber-nos de que, se não continuarmos no proceder que nos habilitou a adquirir perspicácia piedosa, podemos perdê-la. Lamentavelmente, é isto o que tem acontecido com alguns. (Provérbios 21:16; Daniel 11:35) Rejeitando a disciplina que tocava a eles pessoalmente, tentaram justificar o que estavam fazendo. O orgulho tornou-se um laço para eles. Começaram a encarar como bom o que a Palavra de Deus mostra ser ruim, e afastaram-se da organização de Jeová. Que lástima!
21 A situação de tal pessoa é descrita no Salmo 36:1-3, onde lemos: “A pronunciação de transgressão para o iníquo está no meio do seu coração.” Quer dizer, seus próprios pensamentos e desejos egoístas o levaram à transgressão. “Não há pavor de Deus diante dos seus olhos”, prossegue o salmista. “Porque agiu de modo demasiadamente macio para consigo mesmo aos seus próprios olhos para descobrir seu erro, de modo a odiá-lo. As palavras da sua boca são coisa prejudicial e engano.” E com que resultado para ele? Ele ‘cessa de ter perspicácia para fazer o bem’. Convence-se realmente de que está fazendo o que é certo, e seduz outros a segui-lo. Quão vital, portanto, é que não somente tenhamos perspicácia, mas também que a resguardemos por apreciar os meios pelos quais Jeová nos habilitou a adquiri-la!
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Perspicácia dada por JeováA Sentinela — 1989 | 15 de março
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Perspicácia dada por Jeová
“Quanto aos que dentre o povo tiverem perspicácia, darão entendimento a muitos.” — Daniel 11:33.
1, 2. (a) Embora os israelitas tivessem sentido a benevolência de Deus, por que se tornaram rebeldes? (b) Fazermos o que seria proveitoso para nós? (Jeremias 51:10)
O POVO do antigo Israel sabia que Jeová era o único Deus verdadeiro. Eles haviam sido informados sobre os tratos dele com os seus antepassados, e sentiram pessoalmente a benevolência dele. No entanto, em mais de uma ocasião agiram com grave falta de perspicácia. “Foram rebeldes” para com Jeová e os representantes dele. Por quê? Porque “não se lembraram” do que ele tinha feito a seu favor. (Salmo 106:7, 13) Não era o caso de não saberem essas coisas; deixaram de ponderá-las com apreço. Em resultado disso, mostraram ser “pessoas desejosas de coisas prejudiciais”. — 1 Coríntios 10:6.
2 Nos nossos dias, uma maneira principal em que Jeová tem separado suas testemunhas como um povo distinto é pela perspicácia que ele tem provido por meio da sua organização visível. Nosso próprio reconhecimento do modo em que Jeová guia seu povo pode ser reforçado pela recapitulação de alguns exemplos dessa perspicácia. Um deles envolve o âmago da nossa crença — a identidade do próprio Deus.
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