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  • Jeová — ajudador sem igual
    A Sentinela — 1977 | 15 de fevereiro
    • escreveu o apóstolo Paulo, “de que nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem governos, nem coisas presentes, nem coisas por vir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criação será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Rom. 8:38, 39) Portanto, não importa o que talvez tenhamos de enfrentar no futuro, confiemos sempre na capacidade de Jeová, de nos ajudar a preservar a relação aprovada com ele.

  • Não tenha medo
    A Sentinela — 1977 | 15 de fevereiro
    • Não tenha medo

      “Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?” — Heb. 13:6.

      1. (a) Durante séculos, que medo tem dominado a vida de muitas pessoas? (b) Que efeito pode ter sobre os verdadeiros cristãos cederem eles a este medo?

      A POSSIBILIDADE de não poder sustentar a si mesmo ou a própria família é um medo que, por séculos, tem dominado a vida de muitas pessoas. Visto que pode causar a ruína espiritual, os servos de Jeová Deus precisam resistir a tal medo. No entanto, isso nem sempre é fácil. Além de sofrerem os mesmos problemas, em ganhar a vida, que os outros, os verdadeiros cristãos podem sofrer pressões adicionais por parte do mundo, por causa de sua aderência fiel à Palavra de Deus.

      2. Como poderiam as exigências dum patrão criar problemas para o cristão?

      2 O servo de Jeová sabe que a Bíblia condena o mentir e lhe ordena manter-se separado do mundo e de seus modos. (Col. 3:9; Tia. 4:4) Todavia, seu patrão talvez queira que minta por ele, deturpando fatos, promovendo o espírito festivo dos feriados mundanos, envolvendo-se na política, ou coisas assim. Ele talvez seja ameaçado de perder o emprego, se não satisfizer a vontade de seu patrão.

      3. Que tentações poderá ter de enfrentar o cristão que tem um negócio?

      3 O cristão talvez tenha um negócio próprio e ache cada vez mais difícil ganhar a vida. Talvez fique tentado a entregar-se a práticas comerciais escusas ou a falsificar sua renda, para tirar vantagens nos impostos. Embora outros talvez façam essas coisas, quem procura agradar a Jeová sabe que ceder à tentação seria errado. A Bíblia diz: “Não deveis cometer injustiça . . . no peso ou na medida . . . Deveis mostrar ter balanças exatas, pesos exatos.” (Lev. 19:35, 36) “Rendei a todos o que lhes é devido, a quem exigir imposto, o imposto; a quem exigir tributo, o tributo.” — Rom. 13:7.

      4. O que talvez fique sabendo alguém sobre seu emprego, depois de estudar a Bíblia por algum tempo?

      4 Por meio do estudo da Bíblia com uma testemunha cristã de Jeová, alguém talvez chegue a reconhecer que aquilo que faz para ganhar a vida viola princípios bíblicos. Isto constitui verdadeiro problema. Pode ser muito difícil para ele achar outro trabalho. Renunciar ao emprego e depois tomar outro pode resultar em ganhar menos e em perder benefícios de assistência médica ou social, e de aposentadoria.

      5. Como poderia uma ação governamental ameaçar a segurança econômica do cristão?

      5 Às vezes, por causa de proscrições governamentais, os verdadeiros cristãos podem ver-se confrontados com a perda forçada do emprego. As autoridades governamentais talvez exijam fidelidade incondicional e apoio ao partido no poder. De fato, talvez exija que o estado seja idolatrado. Que haveria tais acontecimentos no mundo é demonstrado em Revelação 13:16, 17, onde lemos, a respeito da “fera” ou do sistema político do mundo, que todos seriam compelidos, “pequenos e grandes, e ricos e pobres, e livres e escravos, para que dêem a estes uma marca na sua mão direita ou na sua testa, e para que ninguém possa comprar ou vender, exceto aquele que tiver a marca, o nome da fera ou o número do seu nome”.

      COMO RESISTIR À PRESSÃO

      6. Que conceito sobre as coisas materiais habilitará a pessoa a resistir à tentação de transigir, na esperança de garantir seu meio de vida?

      6 Uma ajuda em resistir à pressão de transigir, na esperança de assegurar o próprio sustento, é a avaliação correta das coisas materiais. Em Hebreus 13:5 provê-se o seguinte encorajamento: “Vossa maneira de viver esteja livre do amor ao dinheiro, ao passo que estejais contentes com as coisas atuais.” Quando alguém está contente com o “sustento e com que [se] cobrir”, ele fica menos preocupado com qualquer perda que possa sofrer, se tiver de obter outro emprego. (1 Tim. 6:8) Também, estar contente com as necessidades dar-lhe-á um campo mais amplo de trabalho para fazer uma escolha. Mesmo que consiga apenas um emprego de pouca remuneração, não deve recusar aceitar tal trabalho apenas porque acha que é abaixo da sua dignidade. Deve estar disposto a tentar formas de trabalho por conta própria que talvez pareçam muito servis aos olhos dos outros.

      7. Qual é a melhor ajuda para se evitar a transigência quando confrontado com pressões econômicas?

      7 Todavia, a ajuda mais valiosa para se resistir à tentação de transigir, quando confrontado com pressão econômica, é ter fé inabalável na capacidade de Jeová, de prover o necessário aos que o amam. Depois de enfatizar a atitude correta para com as coisas materiais, Hebreus 13:5, 6, prossegue: “[Deus] disse: ‘De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei.’ Para que tenhamos boa coragem e digamos: ‘Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?”

      8. Por que não se deve encarar a perda dum emprego, pela causa do Reino, como perda do meio de vida?

      8 Embora os homens possam fazer com que alguém perca o emprego, não podem impedir que Jeová Deus responda à petição: “Dá-nos hoje o nosso pão para este dia.” (Mat. 6:11) A perda de certas vantagens materiais não precisa significar a perda do meio de vida. Jesus Cristo, de fato, obrigou seu Pai a cuidar daqueles que colocam os interesses espirituais em primeiro lugar e aderem fielmente à norma de Deus, quanto ao que é direito. Ele disse: “Nunca estejais ansiosos, dizendo: ‘Que havemos de comer?’ ou: ‘Que havemos de beber?’ ou: ‘Que havemos de vestir?’ Porque todas estas são as coisas pelas quais se empenham avidamente as nações. Pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas. Portanto, nunca estejais ansiosos quanto ao dia seguinte.” — Mat. 6:31-34.

      9. Por que não é razoável preocupar-se indevidamente com o dia seguinte?

      9 Em harmonia com as palavras de Jesus, faremos bem em lembrar-nos de que cada dia tem os seus próprios problemas. Portanto, não se deviam aumentar esses problemas por preocupação indevida com o dia seguinte. Ora, ninguém pode ter absoluta certeza de que mesmo esteja vivo no dia seguinte! Nada, na atual esfera humana, tem qualquer permanência real. Doença, acidente e morte podem causar mudanças rápidas, que podem alterar toda a rotina da vida para a pessoa. O mundo da humanidade é deveras muito parecido a um palco, no qual as cenas mudam em rápida sucessão. É assim como escreveu o apóstolo Paulo aos Coríntios: “Está mudando a cena deste mundo.” (1 Cor. 7:31) Naturalmente, na maioria dos casos, a pessoa estará viva no dia seguinte. Não obstante, preocupar-se

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