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  • Embalsamamento
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    • praticados pelos egípcios. Era a forma costumeira de preparar um corpo para seu enterro, sem dúvida sendo similar ao modo em que Lázaro foi preparado para seu sepultamento. Seu caso mostra que o costume judeu não envolvia um meticuloso processo de embalsamamento, destinado a preservar por muito tempo o corpo, pois, quando Jesus disse: “Retirai a pedra”, Marta replicou: “Senhor, ele já deve estar cheirando [mal], porque já faz quatro dias [que morreu].” Ela não esperaria que existisse tal condição caso Lázaro tivesse realmente sido embalsamado. Os pés e as mãos de Lázaro estavam amarrados com faixas, e “seu semblante [estava] enrolado num pano”, mas a intenção evidentemente não fora a de preservar o corpo dele da putrefação. — João 11:39, 44.

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    • EMBRIAGUEZ

      Veja BEBEDICE (EMBRIAGUEZ).

  • Emins
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    • EMINS

      [criaturas temíveis]. Uma tribo ou povo que habitava no território a E do mar Morto. São descritos como sendo grandes, numerosos e altos “como os anaquins”. (Deut. 2:10) Esta comparação com os filhos de Anaque indica que os emins tinham estatura gigantesca, e eram ferozes, pois Moisés declarou a Israel: “Tu mesmo ouviste dizer: ‘Quem se pode manter firme diante dos filhos de Anaque?’” — Deut. 9:2.

  • Empréstimo
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    • EMPRÉSTIMO

      Veja DÍVIDA, DEVEDOR.

  • Enchente (Inundação)
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    • ENCHENTE (INUNDAÇÃO)

      Veja DILÚVIO.

  • Endecha
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    • ENDECHA

      Uma composição, lírica ou musical, que expressa profunda tristeza, tal como o pesar causado pela morte de um amigo ou de um ente querido; uma elegia. (2 Sam. 1:17-27; Jer. 7:29; 9:19, 20; Eze. 27:32; Amós 8:10) Algumas endechas biblicamente registradas são proféticas, e representam vividamente a calamidade vindoura, às vezes como se já tivesse ocorrido. Entoaram-se endechas proféticas contra Tiro e seu rei (Eze. 26:17; 27:1,  2; 28:11-19), bem como contra o Faraó e o Egito. (Eze. 32:2-16) Elevar-se uma endecha sobre Judá e Jerusalém é mencionado em relação com a sua desolação. — Jer. 9:9-11.

  • En-dor
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    • EN-DOR

      [fonte da geração]. Uma cidade da planície, situada no território de Issacar, mas designada a Manassés. Os cananeus dali não foram inteiramente desapossados, mas foram submetidos a trabalhos forçados. (Jos. 17:11-13) Usualmente se identifica En-Dor com o local moderno que tem o mesmo nome, cerca de meio caminho entre Megido e a ponta S do mar da Galiléia.

      No Salmo 83:9, 10, liga-se En-Dor com a vitória de Jeová sobre Sísera. Ao passo que não é mencionada no relato da batalha em Juizes, capítulos quatro e cinco, evidentemente se situava a poucos km ao S do monte Tabor, de onde desceu o exército de Baraque. (Juí. 4:6, 12) Achava-se também na região geral de Taanaque e Megido, e do vale da torrente do Quisom, onde foram miraculosamente dispersadas as forças de Sísera. (Jos. 17:11; Juí. 5:19) Assim, certa parte da batalha evidentemente se estendeu até En-Dor, e o salmista, bem familiarizado com os pormenores históricos e geográficos, pôde falar de En-Dor como sendo o lugar onde muitos dos cananeus fugitivos foram aniquilados. — Sal. 83:10.

  • Endro
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    • ENDRO

      [Gr., ánethon}. Os lexicógrafos modernos concordam que a planta a que o termo grego se refere é o endro ou aneto (Anethum graveolensL.), em vez do anis (Gr., ánneson), como aparece em traduções mais antigas (AV; Douay, em inglês; “funcho”, MC). Atualmente, o endro é mais comumente cultivado do que o anis na região da Palestina, e a evidência aponta que já era cultivado desde os tempos antigos no Oriente Médio, assim como pelos gregos e pelos romanos. O endro achava-se entre as plantas que os hipócritas fariseus incluíam meticulosamente no seu dízimo, enquanto deixavam de observar os assuntos de maior peso da Lei. (Mat. 23:23) Os escritos talmúdicos preceituavam que não só as sementes, mas também os caules e as folhas estavam sujeitas ao dizimo.

      Esta planta cresce de forma semelhante ao joio, assemelhando-se ao anis, e atinge uma altura de uns 60 cm, possuindo folhas verdes claras, de talho fino, e umbelas de pequenas flores amarelas. É cultivada por causa de suas sementes aromáticas, que são muito apreciadas para temperar os alimentos e também medicinalmente, para o tratamento de males estomacais.

  • Enfeites (Ornamentos)
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    • ENFEITES (ORNAMENTOS)

      As referências bíblicas e a evidência escavada pelos arqueólogos revelam, não só um grande interesse pela ornamentação, desde tempos antiqüíssimos, mas também grande habilidade e perícia na produção de enfeites do maior calibre artístico. Os artesãos realizaram obras altamente decorativas em tecelagens, bordados, esculturas de madeira e de marfim, e em artesanato com metais. Os restos de palácios na Assíria, em Babilônia, na Pérsia e na cidade de Mari suprem todos evidência de rica decoração, havendo grandes murais em paredes de interiores e baixos-relevos excelentemente esculpidos, apresentando cenas de guerra, de caçadas e assuntos palacianos, que adornam tanto as paredes internas como as externas. Os portais dos palácios eram amiúde guardados por grandes figuras de poderosos animais. As representações do rei e de outros, nos relevos, demonstram que suas vestes continham excelentes bordados. Até mesmo os arreios dos cavalos acham-se altamente decorados com borlas (de passamanaria) e gravuras. (Compare com os colares dos camelos dos midianitas; Juizes 8:21, 26.)

      ORNAMENTAÇÃO HEBRÉIA E CRISTÃ

      A Bíblia dá ênfase máxima à beleza espiritual, em vez de ao adorno material. A disciplina parental é “uma grinalda de encanto” para a cabeça da pessoa, “e um fino colar” para o pescoço, uma “coroa de beleza”; “os lábios de conhecimento são vasos preciosos”, superior a quaisquer vasos de ouro dum artesão; “como maçãs de ouro em esculturas de prata é a palavra falada no tempo certo para ela”, e “arrecada de ouro e ornamento de ouro especial é o sábio repreendedor sobre o ouvido atento”. (Pro. 1:9; 4:9; 20:15; 25:11, 12) A mulher linda, mas desprovida de sensatez, é assemelhada a “uma argola de ouro, para as narinas, no focinho dum porco”. (Pro. 11:22) Estes textos, ao passo que exaltam qualidades espirituais, também mostram que os escritores bíblicos e os que liam seus escritos estavam bem familiarizados com todos esses ornamentos.

      Incentiva-se a moderação, especialmente nas Escrituras Gregas Cristãs. As mulheres deviam ‘adornar-se em vestido bem-arrumado, com modéstia e bom juízo, não com estilos de trançados dos cabelos, e com ouro, ou pérolas, ou vestimenta muito cara, mas dum modo próprio das mulheres que professam reverenciar a Deus, a saber, por intermédio de boas obras’. (1 Tim. 2:9, 10) Pedro podia evocar exemplos dos tempos pré-cristãos ao instar com as mulheres para que procurassem a beleza da “pessoa secreta do coração, na vestimenta incorruptível dum espírito quieto e brando, que é de grande valor aos olhos de Deus”, apontando mulheres tais como Sara, que se adornavam desse modo, “sujeitando-se aos seus próprios maridos”. (1 Ped. 3:1-6) Assim, se forem seguidas, as Escrituras fornecem orientação para uma avaliação correta dos enfeites e das jóias, e para o bom equilíbrio em seu uso.

      ORNAMENTAÇÃO NAS PROFECIAS

      Devido a que Sua bênção pairava sobre Jerusalém, Jeová assemelhou esta capital de Judá a uma mulher vestida de roupas custosas, ricamente enfeitada e cheia de jóias. A perda de espiritualidade da parte dela e sua prostituição espiritual com as nações resultaram em ser despojada de seus enfeites e deixada como que nua. (Eze. 16:2, 10-39) Tal despojamento ocorreu, não só em sentido espiritual, mas também literal, à medida que seus cobiçosos conquistadores tomaram a riqueza da cidade, inclusive as manilhas, as fitas para a cabeça, os ornamentos em forma de lua, os pingentes, os braceletes, os véus, as coberturas para a cabeça, as correntinhas para os pés, as faixas para o busto, as ‘casas da alma’ (referindo-se, talvez, aos frascos de perfume), as ornamentais conchas zunzunantes, os anéis, e as argolas para o nariz que “as filhas de Sião” usavam. (Isa. 3:16-26) Seria um tempo de pesar, pois, no pesar, costumeiramente se removiam os enfeites. — Êxo. 33:4-6.

      No entanto, quando Jeová recomprasse Sião do cativeiro babilônico, ele figurativamente a construiria com um alicerce de safira, com ameias (parapeitos) de rubis e portas de pedras fulgurosas, isto por causa da paz e da justiça que Ele lhe traria (Isa. 54:7, 8, 11-14), e ela se revestiria de atavios e enfeites como os duma noiva. (Isa. 49:14-18; compare com 61:10.) Este último quadro se assemelha um pouco à descrição da Nova Jerusalém, com suas portas de pérolas e seus alicerces semelhantes a pedras preciosas, como estando preparada qual “noiva adornada para seu marido”. (Rev. 21:2, 9-21) De novo, torna-se evidente que os enfeites e adornos se relacionam com qualidades e bênçãos espirituais que resultam da aprovação e do favor de Deus.

      Em contraste, Babilônia, a Grande, a mulher simbólica que comete fornicação com os reis da terra, adorna-se de roupas e enfeites régios, e vive em vergonhosa luxúria, mas será despojada de todos os seus maravilhosos adereços, sendo deixada nua e destruída. A beleza dela é enganosa, e ela ‘se glorifica’; assim, seus enfeites não representam a bênção e o favor divinos, mas, ao invés, as próprias pretensões dela, e os benefícios que seu proceder meretrício lhe traz, no sentido de poder e de riquezas. — Rev. 17:3-5, 16; 18:7-20.

  • En-gedi
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    • EN-GEDI

      [fonte do cabritinho]. Nome duma cidade e do deserto circunvizinho no território de Judá. (Jos. 15:62; 1 Sam. 24:1) Tal cidade usualmente é identificada com Tel ej-Jurn, próxima do moderno povoado de ‘Ain Jidi, a aproximadamente 39 km a SE de Jerusalém, nas margens do mar Morto.

      A jovem sulamita fez alusão à frutividade dessa região, referindo-se a um “cacho de hena . . . entre os vinhedos de En-Gedi”. (Cân. 1:14) Isto, contudo, só descreve parcialmente a rica vida vegetal que floresce ali, até mesmo hoje em dia. A localização especial de En-Gedi na depressão da região do mar Morto propicia o crescimento de vegetação semitropical, de palmeiras e balsameiras, além duma variedade de frutos, tornando En-Gedi um oásis que se destaca do vizinho e grandemente desolado Deserto de Judá. — Veja Judá, Ermo de.

      Não só esta vegetação abundante, mas também a inacessibilidade da região de En-Gedi a tornaram um esconderijo ideal para Davi quando ele estava sendo perseguido pelo Rei Saul. Assim, a Bíblia fala de certos “lugares de difícil acesso em En-Gedi”. (1 Sam. 23:29) Os visitantes da atualidade têm, similarmente, descrito os desfiladeiros rochosos perigosos e cheios de precipícios naquela área. A hostilidade de

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