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A bênção da união fraternaA Sentinela — 1980 | 1.° de novembro
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A bênção da união fraterna
A UNIÃO certamente é uma bênção. Pelo esforço unido de muitos, consegue-se realizar muito mais do que apenas uma só pessoa pode. Quando as pessoas se dão bem entre si, têm grande alegria em trabalhar juntas.
Davi escreveu sob inspiração sobre a bênção da união fraterna. Visto que todos os israelitas eram descendentes de um só homem, Jacó as palavras de Davi, no Salmo 133, aplicavam-se realmente a nação inteira. Hoje, os cristãos devotos são membros duma fraternidade mundial, e, por isso, devem esforçar-se a manter a união agradável descrita pelo salmista. “Eis que quão bom e quão agradável é irmãos morarem juntos em união! É como óleo bom sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, que desce até o colar da sua veste. É como o orvalho do Hermom que desce sobre as montanhas de Sião. Pois ali Jeová ordenou que estivesse a bênção, sim, vida por tempo indefinido.” — Sal. 133:1-3.
Quando todas as tribos de Israel se reuniam em Jerusalém para as três festividades anuais, elas tinham a oportunidade de morarem juntas em união. Embora procedentes de tribos diversas, eram apenas uma só família de irmãos. Estarem juntos exercia uma influência agradável e salutar. O efeito de morarem juntos em união era igual a bom óleo de unção — um líquido refrescante, com aroma persistente e agradável. O óleo derramado sobre a cabeça de Arão descia-lhe pela longa barba e até o colar da sua veste. Do mesmo modo, o efeito salutar do ajuntamento dos israelitas exercia uma influência penetrante, introduzindo-se entre o povo reunido. Isto resultava em se esclarecerem mal entendidos e se eliminarem preconceitos. Era como se óleo bom permeasse tudo. O crédito por isso, naturalmente, cabia a Jeová Deus, de quem procedem todas as bênçãos.
De modo similar, quando existe entre os cristãos uma união fraterna tal como a descrita pelo salmista, não há altercações, nem críticas, nem constantes queixas. Mas a sua associação é boa, salutar e benéfica. Unidos pelo vínculo do amor, preocupam-se ativamente uns com os outros, e gostam de estar juntos. Sua união lhes traz deleite e prazer, por causa do encorajamento e da edificação mútuos resultantes. Quaisquer mal-entendidos ou dificuldades podem ser eliminados quando todos, unidos, se dirigem a Jeová Deus em humildade, desejando sua orientação, ajuda e o perdão pelas suas transgressões.
Morar Israel junto em união era também como o orvalho do monte Hermom. Este monte, com a altitude de mais de 2.800 metros acima do nível do mar, é encimado por neve quase que o ano inteiro. O cume nevado do Hermom condensa a névoa noturna, e assim produz orvalho abundante, que preserva a vegetação durante a longa época de estio. As correntes de ar fresco procedentes da cordilheira do Hermom também podem levar a névoa tanto para o sul como para onde está o monte Sião, condensando-se ali como orvalho. De modo que o salmista falou corretamente sobre ‘o orvalho do Hermom que desce sobre o monte Sião’. O quadro retrata uma influência descendente, refrescante, que contribui para a preservação da vegetação.
A união dos irmãos cristãos é igualmente deleitosa. Ela também tem um potencial preservador da vida. Isto se dá porque muitos, quando observam o amor existente entre os verdadeiros servos de Deus hoje em dia, começam a perguntar-se sobre a fonte de tal união. Sua investigação inicia-os então no caminho que conduz à vida.
Antes do estabelecimento da congregação cristã, Sião ou Jerusalém era o centro da verdadeira adoração. Portanto, visto que este era o lugar escolhido por Jeová Deus, era ali que o Altíssimo ordenou que estivesse a bênção. Ele, a Fonte de todas as bênçãos, morava representativamente no santuário em Jerusalém; de modo que se podia falar das bênçãos como procedentes dali. Neste sentido, toda a vida da nação de Israel relacionava-se com Jerusalém ou Sião.
Visto que a verdadeira adoração não depende mais de um lugar geográfico, o amor entre os servos de Deus deve evidenciar-se em toda a parte. (João 4:21, 23, 24) Este amor é o que realmente distingue os genuínos discípulos de Jesus Cristo. O Filho de Deus disse: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” (João 13:35) Certamente, devemos esforçar-nos muito para demonstrar este amor, a fim de que a nossa união com concrentes possa ser comparada ao fragrante óleo de unção e ao orvalho refrescante do monte Hermom.
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As “boas novas” chegam às ilhas VirgensA Sentinela — 1980 | 1.° de novembro
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As “boas novas” chegam às ilhas Virgens
AS ILHAS VIRGENS são um grupo de muitas ilhas — algumas grandes, outras pequenas — na extremidade nordeste do Mar das Antilhas, logo ao leste de Porto Rico. O clima ideal e o belo cenário — montanhas que descem até o mar, centenas de baías pitorescas e praias arenosas — atraem muitos turistas. Diariamente chegam milhares de veranistas, por avião e
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