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  • Corvo
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    • Os corvos nidificam em penhascos ou áreas rochosas elevadas, bem como em árvores altas; escolhem um cônjuge para toda a vida e são pais devotados. Jeová Deus, o verdadeiro Provisor de todas as suas criaturas, voltou a atenção de Jó para Ele próprio por meio da indagação: “Quem prepara para o corvo o seu alimento quando seus próprios filhotes clamam a Deus por ajuda, vagueando por não haver nada para comer?” (Jó 38:41) O salmista também mostrou que o alimento trazido pelas aves paternas que percorrem grandes distâncias para satisfazer os estridentes pios de suas vorazes crias se deve às bondosas provisões do Criador (Sal. 147:7-9), ao passo que Jesus se referiu aos corvos de forma similar, para assegurar a seus seguidores que Aquele que cuida de tais aves do ar certamente proveria as necessidades de seus servos humanos. — Luc. 12:24; compare com Salmo 104:27, 28; Mateus 6:26.

  • Corvo-marinho
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    • CORVO-MARINHO

      [Heb., shalákh, mergulhador]. Esta ave somente aparece na lista de aves impuras sob a Lei mosaica, lista esta que proíbe que se coma certas aves, a maioria das quais são aves de rapina e necrófagas, embora pareça haver exceções, tais como a poupa e o cisne. (Lev. 11:17; Deut. 14:17) O verbo do qual se deriva este nome significa “atirar, arremessar ou lançar”; assim, descreve-se os pescadores do Egito, no Nilo, como ‘lançando [do heb., shalákh] anzóis’ no rio. (Isa. 19:8) Os tradutores da Septuaginta grega entendiam que tal ave fosse o kataráktes, nome grego duma ave que mergulha na água e nada em perseguição aos peixes, ao passo que a Vulgata latina usa mergulus (o “mergulhador”) para indicar tal ave. Portanto, parece evidente que o termo hebraico representa uma ave comedora de peixes, mergulhadora, e a maioria das traduções consideram o corvo-marinho como a espécie mais provável, visto ser muito comum na Palestina, especialmente ao longo da costa mediterrânea e também em certas massas de água interioranas, tais como o mar da Galiléia. Ao longo de lagos e rios pode-se encontrar um “corvo-marinho pigmeu”, menor, embora não seja tão freqüente.

      O corvo-marinho é da família dos pelicanos, sendo um tanto parecido ao pato. Tendo geralmente o corpo alongado e de coloração escura, o corvo-marinho é rápido e ágil na água, nadando sob a água principalmente por usar seus pés palmados, mas também, às vezes, por empregar suas asas relativamente longas para dardejar atrás de sua presa. Seu bico aguçado e curvado o torna um esplêndido pescador, e, desde os tempos antigos, os corvos-marinhos são treinados pelos pescadores no Oriente e em parte da Índia para capturar peixes para seus donos, sendo colocado um anel um tanto solto ao redor da garganta deles para impedir que engulam algo além de peixinhos bem pequeninos.

      [Foto na página 363]

      Corvo-marinho adulto.

  • Cós
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    • CÓS

      A capital, localizada no extremo NE duma ilha que tem o mesmo nome, situada na costa SO da Ásia Menor. Sua posição vantajosa fornecia a Cós grande importância comercial e naval nos tempos antigos. Depois que Paulo ‘separou-se a muito custo’ dos superintendentes de Éfeso, aos quais tinha falado em Mileto (Atos 20:17, 36-38), o navio que ele e Lucas tomaram ‘seguiu um rumo direto’, isto é, velejou de vento em popa, sem ziguezaguear, e sob bons ventos, até que ‘chegou a Cós’, um percurso de uns 56 km costa abaixo. (Atos 21:1) Alguns comentaristas têm calculado que, com os predominantes ventos normais de NO do mar Egeu, tal distância podia ser coberta em cerca de seis horas, permitindo que, como Lucas indica, o navio de Paulo chegasse a Cós no mesmo dia em que partira de Mileto. Parece provável que tal navio passou a noite ancorado ao largo da Costa E de Cós e chegou a Rodes “no dia seguinte”, depois de partir de manhã, numa viagem relativamente curta de 80 km.

  • Costela
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    • COSTELA

      Há, no corpo humano, 24 destes ossos longos, delgados e curvos que encerram a caixa torácica, dispostos em 12 pares. As costelas acham-se entre os ossos em cuja medula se produz o sangue, e formam uma caixa que protege o coração e os pulmões.

      Na criação da mulher, Deus não a fez separada e distinta do homem por formá-la do pó da terra, como fizera na criação de Adão. Ele tirou uma costela do lado de Adão, à base da qual fez para Adão um complemento perfeito, a mulher Eva. (Gên. 2:21, 22) Adão, contudo, permaneceu como homem perfeito, agora unido com sua esposa como ‘osso do osso e carne da carne’. (Gên. 2:23; Deut. 32:4) Ademais, isto não perturbou as células reprodutoras de Adão, de modo a influir em seus filhos, meninos ou meninas, na estrutura de suas costelas. Tanto o macho como a fêmea humanos possuem, cada um, 24 costelas.

      É interessante notar que uma costela que foi removida voltará a crescer, substituindo a si mesma, uma vez que se permita a permanência do periósteo (a membrana de tecido conjuntivo que envolve o osso). O registro não declara se Jeová Deus seguiu este proceder ou não; não obstante, como Criador do homem, Deus certamente estava a par desta qualidade incomum dos ossos das costelas.

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