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  • Iluminação festiva
    A Sentinela — 1980 | 15 de agosto
    • 21. Por que se alegrou o restante dos israelitas espirituais em meados do primeiro semestre de 1919? (b) Que espécie de trabalho, pensavam, ainda estava à frente, mas o que veio a ser?

      21 É evidente que o cumprimento da festividade das barracas começou naquele ano do após-guerra. Em vista de suas anteriores expectativas, antes daquele ano, os espirituais “filhos do reino” ficaram um pouco confusos sobre serem introduzidos na época do após-guerra. Mas, alegraram-se grandemente quando veio a libertação de Babilônia, a Grande, em meados do primeiro semestre de 1919. Passaram a empenhar-se imediatamente na obra de recolhimento que se apresentava então a eles. No começo, pensavam que seria apenas uma “obra de rebusca”. Isso foi expresso na Sentinela de 1.º de maio de 1919, em inglês, no artigo “A Colheita Terminou — O Que se Seguirá?”, na página 138, parágrafo 1. Todavia, em vez de uma obra de rebusca, resultou em ser uma colheita em plena escala.

      22. Planejavam os do restante ungido estabelecer-se para sempre na terra paradísica, e como consideravam a si mesmos no meio deste sistema de coisas?

      22 Os do restante ungido dos ceifadores moravam como que em “barracas”, porque não fixavam suas afeições em coisas terrenas. Não aguardavam viver num paraíso terreno por toda a eternidade futura. Aguardavam entrar na sua herança celestial junto com seu glorificado Senhor, Jesus Cristo. Portanto, seu conceito sobre as coisas era similar ao apresentado em Hebreus 13:13, 14: “Saiamos, pois, a ele, fora do acampamento, levando o vitupério que ele levou, porque não temos aqui uma cidade que permaneça, mas buscamos seriamente aquela que vem.” Em vista deste fato, consideravam-se peregrinos, “forasteiros e residentes temporários” no meio deste sistema de coisas, iguais a Abraão, Isaque e Jacó. — 1 Ped. 2:11; Gên. 47:9; Êxo. 6:4; Heb. 11:13; Sal. 119:54.

      23. (a) Foi esclarecida com iluminação espiritual a celebração da antitípica festividade das barracas em 1923? (b) Como se via a aplicação da parábola de Mateus 25:31-46?

      23 Para o restante ungido, que havia começado a entrar no antítipo moderno da festividade das barracas, brilhou a iluminação espiritual do templo celestial de Jeová. Foi durante o ajuntamento da classe espiritual prefigurada por Rute e Ester que a parábola de Jesus sobre as ovelhas e os cabritos, registrada em Mateus 25:31-46, recebeu iluminação especial para o esclarecimento de seu entendimento. No congresso geral de 1923, realizado em Los Angeles, Califórnia, E. U. A., o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.), então já por quatro anos livre do encarceramento na penitenciária de Atlanta (Geórgia), considerou a ilustração das ovelhas e dos cabritos. Esta não precisava esperar até o reino milenar de Jesus Cristo para o começo do seu cumprimento. A classe das pessoas semelhantes a ovelhas já se estava formando. Membros dela já apareciam no cenário e estavam fazendo o bem ao restante dos “irmãos” espirituais do glorificado Jesus Cristo. O tema da conferência pública “Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão” costumava ser aplicado a tais. Eles pertenciam às “outras ovelhas” mencionadas por Jesus em João 10:16.

      24. Fez-se então qualquer esforço especial para ajuntar os que faziam o bem aos “irmãos” espirituais de Cristo?

      24 Por ocasião da explicação da parábola de Mateus 25:31-46 não se fez nenhum esforço especial para ajuntar essas “outras ovelhas”. Mas expressou-se apreço pela bondade que mostravam ter para com o restante dos “irmãos” espirituais de Cristo. A iluminação espiritual, adicional, durante a antitípica festividade das barracas, aguardava o tempo devido.

  • Festividade a ser celebrada por bilhões
    A Sentinela — 1980 | 15 de agosto
    • Festividade a ser celebrada por bilhões

      1. Que evidência veio à luz em 1931 a respeito da participação das “outras ovelhas” na antitípica festividade das barracas, e depois, em 1932?

      SERÁ que os que constituem as “outras ovelhas” do Bom Pastor, Jesus Cristo, participam da celebração da antitípica festividade das barracas? A evidência animadora é que fazem isso no tempo que Deus marcou para eles. Iluminação festiva recaiu sobre o capítulo 9 da profecia de Ezequiel, em 1931. Revelou que as pessoas pesarosas, marcadas na testa pelo homem vestido de linho, com um tinteiro de secretário no seu lado, são as mesmas “ovelhas” da parábola de Jesus em Mateus 25:31-46. A iluminação festiva adicional revelou em 1932 que esta mesma classe de “ovelhas” havia sido prefigurada por Jonadabe, filho de Recabe que se tornou amigo do executor da parte de Jeová, o Rei Jeú de Israel. — 2 Reis 10:15-28; Jer. 35:1-19.

      2. (a) Na profecia de Jesus sobre a “terminação do sistema de coisas”, que outro ajuntamento haveria durante este tempo, além daquele de Mateus 24:31? (b) Em 1935, o que deu grande impulso a esta obra de ajuntamento?

      2 Lembremo-nos de que Jesus apresentou a parábola de Mateus 25:31-46 como parte do “sinal” que marcaria a sua “presença” invisível e a “terminação do sistema de coisas”. (Mat. 24:3) Desta maneira, Jesus predisse que haveria um ajuntamento de outros, além dos “escolhidos” de Mateus 24:31, durante esta “terminação do sistema de coisas”. Tal recolhimento dos que faziam o bem aos “escolhidos” começou no segundo trimestre de 1935. O que deu enorme impulso ao recolhimento foi o discurso proferido na sexta-feira, 31 de maio de 1935, no amplamente anunciado congresso das Testemunhas de Jeová realizado em Washington, D. C. (E. U. A.), ao qual foram convidados especialmente os da classe chamada de Jonadabe.

      3. (a) O discurso então proferido tinha que tema, e quantos foram depois batizados? (b) O cumprimento de Mateus 25:31-46 tornou-se então parte de que “sinal”?

      3 Naquele dia, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.) falou sobre o tema “A Grande Multidão” e considerou a profecia de Revelação 7:9-14. Identificou a “grande multidão” como sendo o mesmo que as “ovelhas” da parábola de Jesus em Mateus 25:31-46. Esta explicação foi aclamada com alegria tanto pelos do restante ungido como pelos da classe de Jonadabe. No dia seguinte, realizou-se um batismo, e 840 simbolizaram sua dedicação a Jeová Deus pela imersão em água. A maioria destes mostrou ser das “ovelhas” que se tornaram amigos dos “irmãos” espirituais do Rei Jesus Cristo. Isto tornou-se então parte do “sinal” que prova que Jesus Cristo, reinante, está invisivelmente presente e também que vivemos na “terminação do sistema de coisas”.

      4. Como foi esta informação irradiada a todas as “ovelhas”, e que obra de ajuntamento, prosseguiu então?

      4 Esta informação foi irradiada em toda a terra, a todos os semelhantes a ovelhas, por sua publicação na Sentinela de 1.º e 15 de agosto de 1935 (em inglês). Daí prosseguiu o recolhimento da classe de Jonadabe, com a autorização concedida por Jeová Deus.

      5. (a) Desde então, até que ponto se expandiu a obra de recolhimento? (b) Mas que obra anterior de recolhimento, não ficou impedida?

      5 Apesar de todos os impedimentos causados pela Segunda Guerra Mundial de 1939 a 1945, e pela terrível perseguição das Testemunhas de Jeová durante esses tempos ardentes, o recolhimento das “outras ovelhas” teve sua atividade ampliada a mais de 200 terras e grupos de ilhas. Todavia, o recolhimento dos da “grande multidão” não impediu o ajuntamento de membros adicionais da classe de Rute e Ester. Não, mas continuavam a ser ajuntados mais “ramos” dignos de se tornarem parte da “videira”, Cristo. (João 15:1-8) Mais “ramos” continuaram a ser ajuntados para serem ‘enxertados’ na simbólica “oliveira cultivada”, conforme descrito em Romanos 11:17-24.a — Deu. 16:13.

      6. (a) O que disse Jeová sobre qual devia ser a disposição das pessoas durante esta festividade do sétimo mês lunar? (b) Eram a festividade das barracas e a festividade do recolhimento duas celebrações diferentes, cada uma começando numa época diferente?

      6 Portanto, a partir de 1919, tem havido uma verdadeira antitípica festividade de recolhimento, assinalada por uma alegria que era o destaque especial da antiga festividade das barracas. As palavras de Jeová, a respeito dos celebrantes da festividade das barracas, tornaram-se a ordem do dia: “Tens de ficar de todo alegre.” (Deu. 16:15) Não nos esqueçamos aqui de que a festividade das barracas e a festividade do recolhimento são a mesma festividade, não sendo o caso de uma começar após a outra já ter começado muito antes. A festividade do recolhimento era concomitante à moradia em barracas. No tipo antigo, a festividade de sete dias, durante o sétimo mês lunar, recebeu dois nomes simplesmente porque a moradia em barracas devia ocorrer no tempo da colheita do sétimo mês, tisri (etanim). Visto que a colheita, no tipo antigo, era a dos israelitas, era apropriado que o cumprimento da festividade do recolhimento começasse em 1919, junto com a colheita dos que foram tipificados pelos israelitas naturais, a saber, o restante dos israelitas espirituais. — Veja A Sentinela de 15 de janeiro de 1968, páginas 57, 58.

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