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    • quando Jesus estava a caminho de Jerusalém, pela última vez, em 33 E.C. (Luc. 19:1, 28) O motivo dessa ilustração, conforme declarado no versículo 11, era que “estavam imaginando que o reino de Deus ia apresentar-se instantaneamente”.

      No Império Romano, era comum alguém de ascendência nobre viajar a Roma em busca de poder régio. Arquelau, filho de Herodes, o Grande, fizera isto, mas os judeus enviaram cinqüenta embaixadores à corte de Augusto para suscitar acusações contra ele, e, se possível, frustrar-lhe o pedido de poder. As minas de prata — uma delas sendo dada inicialmente a cada escravo — equivaliam ao salário de oitenta e oito dias naqueles tempos.

      25. Os dois filhos (Mat. 21:28-31)

      Proferida no templo de Jerusalém, em 11 de nisã de 33 E.C. Essa ilustração fazia parte da resposta de Jesus às perguntas constantes no versículo 23: “Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te deu esta autoridade?” Tendo lidado com as perguntas dos líderes religiosos, Jesus usou algumas ilustrações para mostrar-lhes que espécie de pessoas eles realmente eram.

      Jesus aponta a aplicação de sua ilustração nos Vv. 31 e 32. Indica que os principais sacerdotes e anciãos de influência aos quais falava eram comparáveis ao primeiro filho, ao professarem servir a Deus, mas, em realidade, deixando de fazê-lo. Por outro lado, os coletores de impostos e as meretrizes que criam em João, o Batizador, eram como o segundo filho, que de início rudemente se recusou a servir a Deus, mas que, mais tarde, sentiu-se arrependido e mudou de proceder.

      26. Os cultivadores assassinos (Mat. 21:33-44; Mar. 12:1-11; Luc. 20:9-18)

      Proferida no templo, em Jerusalém, em 11 de nisã de 33 E.C., apenas três dias antes de ser morto Jesus, o Filho de Deus. Esta ilustração também foi dada em resposta à pergunta sobre a fonte da autoridade de Jesus. (Mar. 11:27-33) Imediatamente depois da ilustração, os relatos dos Evangelhos declaram que os líderes religiosos compreenderam que ele falava a respeito deles. — Mat. 21:45; Mar. 12:12; Luc. 20:19.

      A cerca em volta do vinhedo poderia ter sido de pedra (Pro. 24:30, 31), ou poderia ter sido uma cerca viva. (Isa. 5:5) O lagar de vinho era freqüentemente escavado na rocha e consistia em dois níveis, o suco fluindo do superior para o inferior. A torre era um ponto de vigília para o guarda, que devia afastar os ladrões e os animais. Em alguns casos, os cultivadores utilizados recebiam certa parte dos frutos. Em outros casos, os cultivadores pagavam o aluguel do terreno em dinheiro ou concordavam em dar ao dono uma quantidade definida dos produtos agrícolas, este último sendo, aparentemente, o caso na ilustração. Por assassinarem o filho, o herdeiro, eles talvez pensassem em apoderar-se do vinhedo, uma vez que aquele que o plantara estava ausente do país. Em Isaías 5:1-7, diz-se que o “vinhedo de Jeová” é “a casa de Israel”. Conforme indicado pelos escritores dos Evangelhos, Jesus citou o Salmo 118:22, 23, como a chave para se entender essa ilustração.

      27. A festa de casamento do filho do rei (Mat. 22:1-14)

      Proferida no templo, de Jerusalém, em 11 de nisã de 33 E.C. Conforme indicado pelo versículo 1, esta ilustração é continuação da discussão que a antecede, e faz parte da resposta de Jesus à pergunta sobre com que autoridade ele cumpria sua obra. (Mat. 21:23-27) Para sua aplicação, observe os Vv. 2 e 14.

      28. As dez virgens (Mat. 25:1-13)

      Proferida no monte das Oliveiras, junto de Jerusalém, em 11 de nisã de 33 E.C. Esta ilustração a respeito do “reino dos céus” faz parte da resposta de Jesus à pergunta de seus discípulos, registrada em Mateus 24:3. O objetivo da ilustração é indicado claramente em Mateus 25:13; veja CASAMENTO (Celebração).

      29. Os talentos (Mat. 25:14-30)

      Proferida no monte das Oliveiras, em 11 de nisã de 33 E.C. Esta ilustração sobre um homem prestes a viajar para o exterior foi proferida por Jesus a quatro de seus discípulos, apenas três dias antes de morrer, não demorando muito até que ascendeu ao céu. Ela, também, faz parte da resposta de Jesus à pergunta constante em Mateus 24:3. — Mar. 13:3, 4.

      Diferente da ilustração das minas, em que cada escravo recebeu apenas uma mina, os talentos nesse caso foram dados “a cada um segundo a sua própria capacidade”. (Mat. 25:15; Luc. 19:11-27) O talento de prata, a que se faz referência aqui, pelo que parece, era o máximo que um trabalhador podia ganhar em quatorze anos, naqueles dias. Todos os escravos deviam estar interessados na propriedade de seu amo, e, assim, deviam ter negociado com diligência e sabedoria os bens de seu amo que lhes foram confiados. O mínimo que poderiam ter feito era depositar o dinheiro com os banqueiros, de modo que, caso não quisessem eles mesmos aumentar os bens de seu amo, o dinheiro não ficasse inteiramente parado, mas rendesse juros. Mas o escravo iníquo e preguiçoso escondeu no solo o talento que lhe foi confiado, desta forma, com efeito, trabalhando contra os interesses de seu amo.

      30. As ovelhas e os cabritos (Mat. 25:31-46)

      Proferida no monte das Oliveiras, em 11 de nisã de 33 E.C. Conforme declarado nos Vv. 31, 32, 41, 46, o que se ilustra aqui é a separação e o julgamento das pessoas das nações, quando chega o Filho do homem em sua glória. Esta ilustração faz parte da resposta de Jesus à pergunta de seus discípulos a respeito do ‘sinal de sua presença e da terminação do sistema de coisas’. — Mat. 24:3.

      As Escrituras às vezes empregam ovelhas para representar os do povo de Deus, e isto de modo apropriado, visto que elas são facilmente conduzidas e dependem de seu pastor. (Sal. 100:3; João 10:16) Os cabritos, por outro lado, são mais teimosos e independentes. A ‘mão direita’, onde as “ovelhas” são colocadas, é um lugar de honra. (Atos 2:33; Efé. 1:19, 20) A “esquerda”, onde são colocados os “cabritos”, representa um lugar de desonra. (Compare com Eclesiastes 10:2.) Observe que se mostra que as “ovelhas”, colocadas à mão direita do entronizado Filho do homem, são diferentes dos “irmãos” de Jesus Cristo, aos quais elas demonstram atos de bondade. — Mat. 25:34-40; Heb. 2:11, 12.

      O livro de Revelação (Apocalipse)

      O livro de Revelação conclui as Escrituras Sagradas com uma das mais notáveis concentrações de ilustrações que se acha em toda a Bíblia. Como relata o próprio escritor, João, ele lhe foi apresentado “em sinais”. (Rev. 1:1) Assim, pode-se dizer verazmente que, do início ao fim, a Bíblia se notabiliza pelo uso de ilustrações apropriadas.

      Ilustrações feitas pelos discípulos de Cristo

      Além de registrarem as proferidas por Jesus Cristo, os escritores cristãos da Bíblia também fizeram muito bom uso de ilustrações. No livro de Atos, Lucas registra as excelentes ilustrações usadas pelo apóstolo Paulo quando falava a não-judeus em Atenas. Paulo se referiu aos objetos de devoção com os quais estavam familiarizados e aos escritos de seus próprios poetas. (Atos 17:22-31) Como revelará a leitura da carta aos Hebreus, o mesmo apóstolo (a quem geralmente se atribui a escrita desta carta) empregou livremente ilustrações tiradas da história das relações de Deus com Israel; aos em Corinto, familiarizados com os esportes gregos, ele comparou o proceder cristão a uma corrida. (1 Cor. 9:24-27) Notável é a ilustração da oliveira, com seu aviso sobre a complacência e sua admoestação aos cristãos para executarem o serviço sagrado a Deus com sua faculdade de raciocínio. — Rom. 11:13-32; 12:1, 2.

      Tiago, meio-irmão de Jesus, entremeou lindamente seus escritos de circunstâncias comuns da vida diária, referindo-se a um homem que se olha no espelho, ao freio dum cavalo, ao leme dum navio, etc., para inculcar verdades espirituais. (Tia. 1:23, 24; 3:3, 4) Pedro e Judas se respaldaram muitíssimo em escritores inspirados anteriores para obter incidentes que ilustrassem a mensagem que o espírito santo os moveu a transmitir. Todas essas excelentes ilustrações, orientadas pelo espírito de Deus, cumprem seu objetivo de tornar a Palavra de Deus, a Bíblia, um livro vivo.

  • Imagem (Estátua)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • IMAGEM (ESTÁTUA)

      Qualquer representação ou figura duma pessoa ou coisa. — Mat. 22:20.

      Ao passo que as referências a imagens na Bíblia freqüentemente se relacionam à idolatria, isto nem sempre acontece. Deus, ao criar o homem, disse primeiramente: “Façamos o homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança.” (Gên. 1:26, 27) Visto que o Filho de Deus declarou que seu Pai é um “Espírito”, isto elimina qualquer semelhança física entre Deus e o homem. (João 4:24) Antes, o homem possuía qualidades que refletiam ou espelhavam as do seu Criador celeste, qualidades estas que positivamente distinguiam o homem da criação animal. (Veja ADÃO N.º 1.) Embora feito à imagem de seu Criador, o homem não foi feito para ser objeto de adoração ou veneração.

      Assim como Sete, filho do próprio Adão (nascido, porém, na imperfeição), nascera “à sua semelhança, à sua imagem” (Gên. 5:3), a semelhança de Adão com Deus originalmente o identificava como filho terrestre de Deus. (Luc. 3:38) Apesar da queda do homem na imperfeição, ter sido a humanidade feita originalmente à imagem de Deus foi citado após o Dilúvio noáquico como sendo a base para a lei divina que autorizava os humanos a servirem quais executores, infligindo a pena de morte aos assassinos. (Gên. 9:5, 6) Nas instruções cristãs a respeito da cobertura feminina para a cabeça, disse-se aos varões cristãos que eles não deviam usar tal cobertura, uma vez que o homem é “imagem e glória de Deus”, ao passo que a mulher é a glória do homem. — 1 Cor. 11:7.

      O Filho primogênito de Deus, que mais tarde se tornou o homem Jesus, é a imagem de seu Pai. (2 Cor. 4:4) Uma vez que tal Filho era, obviamente, aquele a quem Deus falara ao dizer: “Façamos o homem à nossa imagem”, essa semelhança do Filho para com seu Pai, o Criador, já existia desde o começo da criação do Filho. (Gên. 1:26; João 1:1-3; Col. 1:15, 16) Quando na terra, qual homem perfeito, ele refletia as qualidades e a personalidade de seu Pai no máximo grau possível, dentro das limitações humanas, de modo que podia dizer que “quem me tem visto, tem visto também o Pai”. (João 14:9; 5:17, 19, 30, 36; 8:28, 38, 42) Esta semelhança, contudo, foi certamente ressaltada no tempo da ressurreição de Jesus à vida espiritual, e ao lhe ser concedida “toda a autoridade no céu e na terra” por seu Pai, Jeová Deus. (1 Ped. 3:18; Mat. 28:18) Visto que Deus então exaltou Jesus a “uma posição superior”, o Filho de Deus refletia então a glória de seu Pai num grau ainda maior do que a refletira antes de deixar os céus para vir à terra. (Fil. 2:9; Heb. 2:9) Ele é agora a “representação exata do . . . próprio ser [de Deus]”. — Heb. 1:2-4.

      Todos os membros ungidos da congregação cristã são predeterminados por Deus para serem

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