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  • Aprecia a paciência de Deus com você?
    A Sentinela — 1977 | 1.° de agosto
    • de que todas as promessas de Deus se cumprirão. (2 Cor. 1:20, 21) Vemos diariamente a evidência de que vivemos no “tempo do fim”. (Dan. 11:40-43; 12:1, 4; Mat. 24:7-14) Por isso se aplica a nós a exortação de Jesus Cristo: “Erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” (Luc. 21:28) Sim, dentro em breve, o Filho de Deus, como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”, agirá contra os ímpios, trazendo o bem-vindo alívio de todos os sofrimentos e opressões. — Rev. 19:11-21.

      16. Como podemos demonstrar que apreciamos a paciência de Jeová para conosco?

      16 Não devíamos pacientemente aguardar este grandioso dia, especialmente visto que está tão perto? Não devíamos querer ajudar a quantos pudermos a aprender o caminho de salvação de Deus? E no que se refere às faltas dos outros, não devíamos estar dispostos a suportá-las pacientemente? Se sinceramente apreciarmos que a paciência de Deus significa nossa salvação, seremos motivados no coração a proceder assim.

      O PRECIOSO FRUTO DA PACIÊNCIA

      17. Que ilustração, encontrada em Tiago 5:7, 8, mostra que o exercício da paciência é essencial, se havemos de ver bons frutos?

      17 Persistirmos em ter paciência, imitando os fiéis profetas, pode resultar em vermos bons frutos. Isto se evidencia no que o discípulo Tiago escreveu: “Exercei paciência, irmãos, até a presença do Senhor. Eis que o lavrador fica esperando o precioso fruto da terra, exercendo paciência com ele, até que venha a chuva temporã e a chuva serôdia. Vós também exercei paciência; firmai os vossos corações.” — Tia. 5:7, 8.

      18. Embora o lavrador não possa apressar a chuva, nem o crescimento das safras, o que pode ele fazer na expectativa duma colheita?

      18 O lavrador não pode fazer nada para apressar a chuva ou o crescimento da sua safra. Ele pode fazer seu trabalho como agricultor diligente na preparação do solo, em lançar a semente e em cuidar da lavoura. Mas não exerce nenhum controle sobre as chuvas, nem pode mudar as leis fixas de Deus quanto ao crescimento de suas safras. Sua espera, em circunstâncias que ele não pode mudar, aguardando em harmonia com as leis de Jeová, é chamada de ‘exercício da paciência’. Por fim, ao passo que o lavrador continua fazendo o que pode, as plantas crescem e produzem frutos.

      19. Onde entra a paciência no que se refere a produzir frutos na forma de genuínos discípulos?

      19 Assim é hoje com os verdadeiros cristãos. Temos a responsabilidade de proclamar as “boas novas” a outros e de ensinar a Palavra de Deus aos interessados. (1 Cor. 9:16; Mat. 28:19, 20) Mas, não podemos produzir ou acelerar o desenvolvimento espiritual por meio de nossa engenhosidade ou pelos métodos que talvez inventemos. Para isso, temos de esperar por Jeová, ao passo que pacientemente fazemos a nossa parte, agindo em plena harmonia com a sua Palavra. O apóstolo Paulo tornou isto claro ao escrever: “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus o fazia crescer; de modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus que o faz crescer. Ora, quem planta e quem rega é um só mas cada um receberá a sua própria recompensa, segundo o seu próprio labor. Pois somos colaboradores de Deus.” (1 Cor. 3:6-9) Jeová Deus não deixará de fazer a sua parte. Portanto, mostremo-nos fiéis colaboradores dele, mostrando assim que apreciamos a paciência de Jeová para conosco. Quão felizes seremos então ao ver parte do que plantamos e regemos chegar ao pleno desenvolvimento cristão! Sim, haverá frutos na forma de genuínos discípulos de Jesus Cristo.

  • Continue a ser paciente
    A Sentinela — 1977 | 1.° de agosto
    • Continue a ser paciente

      “Ficarei à espreita de Jeová. Mostrarei uma atitude de espera pelo Deus de minha salvação. Meu Deus me ouvirá.” — Miq. 7:7.

      1. Que excelentes benefícios têm resultado do exercício da paciência por Jeová?

      A PACIÊNCIA, deveras, traz grandes dividendos. O exercício da paciência por Deus abriu para a humanidade uma grandiosa oportunidade de vida eterna como seus servos aprovados. (João 17:3; 2 Ped. 3:9; 1 Tim. 2:3, 4) Isto tem concedido às pessoas tempo para se inteirarem de seus requisitos e começarem a se harmonizar com eles. Muitos fizeram isso. Em resultado, estes usufruem mesmo desde já uma vida significativa, evitando as frustrações e as dificuldades que sobrevêm àqueles que não fazem caso das normas justas de Deus.

      2. Se usarmos de paciência nos tratos com outros, que benefícios derivamos disso agora?

      2 Também no nível individual, o exercício da paciência recompensa. Quem é paciente não se permite ficar prontamente agitado, e, por isso, há menos probabilidade de ele agir com precipitação. Preserva assim uma boa consciência e evita desnecessárias altercações e brigas. Há também um benefício para a saúde. O provérbio bíblico diz: “O coração calmo é a vida do organismo carnal.” (Pro. 14:30) A calma e a paciência, mesmo em circunstâncias provadoras, promovem o bem-estar de todo o corpo. Por outro lado, contínuas perturbações e irritações são como uma doença, que pode enfraquecer a constituição humana. Em vista dos benefícios derivados do uso de paciência, certamente devemos querer demonstrar esta excelente qualidade.

      3. Por que devemos encarar como obrigação termos paciência com os outros?

      3 Há ainda outro motivo para se ser paciente. Devemos considerar este como obrigação. Por quê? Note o princípio declarado por Jesus: “Todas as coisas . . . que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” (Mat. 7:12) Agora, será que queremos que os outros sejam pacientes conosco? Nós gostamos quando os outros nos escutam com paciência num assunto importante. Dá prazer associar-nos com alguém que nos explica pacientemente as coisas que não entendemos. É muito mais fácil para nós lidar com aqueles que estão dispostos a desconsiderar nossas faltas menores e que são pacientes conosco, apesar de nossas repetidas falhas. Portanto, não são também estes os setores em que queremos usar de paciência?

      4. Qual deve ser nosso motivo básico para querermos ser pacientes?

      4 Para nós, cristãos, o motivo mais forte de querermos ser pacientes deve ser nosso desejo de agradar a Jeová Deus. Visto que ele é paciente, somos convidados

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