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  • Erudição católica — é ela leal à Palavra de Deus?
    A Sentinela — 1984 | 15 de março
    • relatos evangélicos. — 1 Coríntios 15:1-8.

      SERÁ VOCÊ LEAL À PALAVRA DE DEUS?

      É sabido por todos que a Igreja Católica Romana incentiva os leigos a ler a Bíblia. Mas, como vimos, seus eruditos dizem muito que na verdade revela deslealdade à Bíblia.

      No entanto, que dizer de você? Considera a Bíblia como a Palavra inspirada de Deus? Se assim for, seja leal a ela. Leia e estude regularmente as Escrituras. Naturalmente, a Bíblia está escrita de tal forma que são necessários instrumentos humanos para ajudar a esclarecer a sua mensagem. Mas, não devem todos os amantes da verdade cuidar de que aqueles a quem recorrem em busca de ajuda para entender a Palavra de Deus sejam realmente leais a ela?

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1984 | 15 de março
    • Perguntas dos Leitores

      ◼ Quando Hebreus 8:13 falou de o pacto da Lei ficar “velho . . . [e] prestes a desaparecer”, referia-se ao iminente fim do sistema judaico em 70 EC?

      Não. Alguns têm explicado Hebreus 8:13 desse modo. Mas, o contexto indica que se refere a situação do pacto da Lei desde o tempo em que Jeremias predisse o novo pacto.

      Em Hebreus, capítulo oito, o apóstolo Paulo contrasta dois pactos. O “primeiro pacto” foi o pacto da Lei mediado por Moisés. O “segundo” ou novo pacto é um ‘pacto melhor’ que tem a Jesus por Mediador e que “foi estabelecido legalmente em promessas melhores”. — Hebreus 8:6-7.

      Paulo citava Jeremias 31:31-34, onde Jeová prometeu “concluir um novo pacto com a casa de Israel e com a casa de Judá. Daí, o apóstolo escreveu: “Ao dizer ‘um novo pacto’, tornou obsoleto o anterior. ora, aquilo que se torna obsoleto e fica velho está prestes a desaparecer.” — Hebreus 8:13.

      O livro de Hebreus foi escrito durante a “terminação dos sistemas [judaicos] de coisas”, provavelmente cerca de nove anos antes de os romanos destruírem Jerusalém em 70 EC. (Hebreus 9:26) Portanto, alguns têm explicado o versículo da seguinte maneira: A aprovação divina da Lei acabou com a morte de Jesus, mas a adoração no templo prosseguiu até 70 EC. Assim, quando Paulo escreveu Hebreus 8:13, o pacto da Lei estava ficando ‘velho e prestes a desaparecer complemente’, o que ocorreu em 70 EC.

      Entretanto, há outra explicação que se harmoniza melhor com o que Hebreus, capítulo 5, diz.

      Paulo salientava a declaração de Deus, por intermédio de Jeremias, de que um novo pacto substituiria o pacto da Lei, o qual não era sem defeito, pois não conseguia produzir um povo justo. (Romanos 3:20) Deve ter surpreendido os Judeus dos dias de Jeremias ouvir que o pacto da Lei havia de ser substituído por um novo pacto que poderia prover o perdão completo dos pecados.

      Mas, uma vez que Deus predissera especificamente o novo pacto, em certo sentido o pacto anterior ficou obsoleto. Embora Deus permitisse que continuasse a vigorar até que o Messias viesse e servisse de Mediador do novo pacto, podia-se dizer do pacto da Lei que seus dias estavam contados desde que Jeremias escreveu sua profecia. E por isso que o versículo inicia: “Ao dizer ‘um novo pacto’, tornou obsoleto o anterior.” Ou, como o verte Lincoln Ramos: “Dizendo ‘Aliança Nova’, deu por antiquada a primeira.”

      A prospectiva obsolência existente desde que Jeremias 31:31-34 foi escrito tornou-se plena realidade quando a morte de Jesus findou a Lei. Portanto, uns 28 anos depois, Paulo podia acrescentar no versículo seguinte: “O pacto anterior, da sua parte, costumava ter ordenanças de serviço sagrado mundano lugar santo.” — Hebreus 9:1.

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