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    A Sentinela — 1979 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Por que disse o apóstolo Paulo: “Quanto a mim, morri por intermédio da lei para com a lei”? — Gál. 2:19.

      As palavras do apóstolo fazem parte de um argumento mostrando que o homem não pode justificar a si mesmo perante Deus através de “obras da lei”. Paulo escreveu: “Nós, os que somos judeus por natureza e não pecadores das nações [que não tinham a lei mosaica e se comportavam de modo desregrado do ponto de vista dos judeus], bem sabendo que o homem é declarado justo, não devido a obras da lei, mas apenas por intermédio da fé para com Cristo Jesus, sim, nós temos depositado a nossa fé em Cristo Jesus, para sermos declarados justos devido à fé para com Cristo e não devido a obras da lei, porque nenhuma carne será declarada justa devido a obras da lei.” — Gál. 2:15, 16.

      A Lei fez o apóstolo Paulo aperceber-se do fato de que ele simplesmente não podia guardá-la perfeitamente. Ela o condenava como pecador, merecedor da morte. Não importava quão escrupulosamente ele tentasse observar os requisitos da Lei, ele se veria incapaz de alcançá-los. (Rom. 7:7-11) Assim, “morri por intermédio da lei para com a lei”. Ou, como o verte A Bíblia na Linguagem de Hoje: “Portanto, quanto à Lei, estou morto — morto pela própria Lei — a fim de viver para Deus.” Por aceitar, com fé, as provisões de Jeová para a salvação por meio de Cristo, Paulo foi justificado por Deus para viver novamente. Assim, ele veio a viver espiritualmente. Em resultado de sua fé, o apóstolo veio a estar debaixo da influência do espírito santo, com os frutos deste manifestos em sua vida. Por isso é que Paulo acrescentou, “a fim de que me tornasse vivo para com Deus”. — Gál. 2:19.

  • Usar de tato é proveitoso
    A Sentinela — 1979 | 15 de outubro
    • Usar de tato é proveitoso

      Certa manhã, uma proclamadora do Reino, em La Orotava, na ilha de Tenerife, bateu a uma porta onde foi atendida por um homem muito sonolento. Vendo que ela o havia acordado, a Testemunha pediu desculpas e apresentou brevemente revistas cristãs, que foram aceitas.

      Mais tarde, esta Testemunha, com seu marido, visitou este homem, chamado Isidro. Ele observou que, embora ocasionalmente tivesse lido a Bíblia, não a havia entendido. Isidro aceitou um livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna.

      Embora Isidro não tivesse nada entre as páginas de sua Bíblia quando recebeu a primeira visita, o casal de Testemunhas notou, na revisita, que ela e o livro Verdade estavam cheios de “santinhos”. Durante a palestra, um deles caiu no chão. A Testemunha visitante o apanhou e pôs na mesa.

      Mais tarde, Isidro disse à Testemunha que isso havia sido uma armadilha, porque soubera que os protestantes queimavam imagens religiosas quando visitavam um lar. Naturalmente, as Testemunhas de Jeová não são protestantes, mas Isidro estava curioso de saber o que fariam. No entanto, depois de estudarem certo capítulo do livro Verdade, ele e sua esposa eliminaram pessoalmente todos os objetos idólatras de seu lar.

      Não demorou muito, porém, até que Isidro e sua esposa tivessem progredido espiritualmente e fizessem planos para ser batizados como verdadeiros cristãos. Também, pelos seus esforços, seis de seus parentes começaram a estudar a Bíblia. Três deles estavam considerando as Escrituras com o próprio Isidro — o homem cauteloso que certa manhã fora acordado do profundo sono e que tirara proveito do tratamento com tato.

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