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  • A bênção da liberdade de reunião na Grécia!
    A Sentinela — 1976 | 15 de janeiro
    • nossos homens estarão ali.” De modo que em Tessalônica, assim como anteriormente em Atenas, as autoridades demonstraram seu respeito pela nova constituição grega.

      Todos os presentes gostaram muito desta bênção da liberdade de reunião, para ouvir a Palavra de Deus, assim como seus irmãos três semanas antes, em Atenas.

  • Por que um preço de resgate tão caro?
    A Sentinela — 1976 | 15 de janeiro
    • Por que um preço de resgate tão caro?

      NO DECORRER da história, tem havido pessoas que sacrificaram sua vida para que outros pudessem continuar a viver mais alguns anos. O que tais pessoas fizeram tem sido considerado como nobre e louvável. Entre os que deram sua vida houve um cuja morte realizou muito mais do que a de todos os outros em conjunto. Este foi Jesus Cristo. Sua morte sacrificial, numa estaca de execução, lançou a base para os homens obterem não apenas mais alguns anos de vida, mas uma vida infindável.

      Para muitos, não tem sido fácil entender que a morte de Jesus Cristo tenha realizado tanto. Em outros casos, como quando a vida das pessoas é ameaçada por fogo, inundações e coisas assim, a necessidade de ação e os benefícios resultantes dela podem ser prontamente vistos. Mas, depor Jesus a sua vida tem-se mostrado um assunto inteiramente diferente. Muitos permitiram que a morte sacrificial dele numa estaca de execução fosse um obstáculo para aceitarem a verdade cristã. Há mais de dezenove séculos atrás, o apóstolo Paulo escreveu: “A palavra a respeito da estaca de tortura é tolice para os que estão perecendo, mas para nós, os que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. . . . Pregamos Cristo pendurado numa estaca, que é para os judeus causa de tropeço, mas para as nações, tolice.” — 1 Cor. 1:18, 23.

      As palavras do apóstolo Paulo indicam que há grave perigo em encarar a morte de Jesus e o que ela realizou como “tolice”, ou em tropeçar por causa disso. Conforme ele disse, este é o efeito que tem sobre “os que estão perecendo”. Portanto, é sabedoria da nossa parte considerar exatamente por que o resgate da humanidade por Jesus Cristo só pôde ser feito por ele dar a sua vida em sacrifício.

      USO DE RESGATE NAS ESCRITURAS HEBRAICAS

      Um exame do modo em que as Escrituras Hebraicas usam a palavra “resgate” pode ajudar-nos neste sentido. Em Êxodo 21:29-31, o termo “resgate” é usado primeiro em conexão com a lei que envolvia um touro que escornava. Lemos: “Se o touro anteriormente escornava e se tiver advertido o seu dono, mas este não o tiver mantido sob guarda, e ele matou um homem ou uma mulher, o touro deve ser apedrejado e também o seu dono deve ser morto. Se lhe for imposto um resgate, então terá de dar o preço de redenção pela sua alma, segundo tudo o que se lhe impor. Quer tenha escornado um filho, quer tenha escornado uma filha, deve-se-lhe fazer segundo esta decisão judicial.”

      Em vista desta lei, pode-se ver que o resgate envolve contrabalançar as coisas. Por matar alguém, o touro perdeu o direito à vida. Do mesmo modo o dono, ao permitir que um animal perigoso andasse solto, compartilhava da responsabilidade na morte de quem foi escornado pelo seu touro. Este é o motivo pelo qual o dono talvez tivesse de pagar com a sua própria vida pela vida de quem foi morto. Uma vida, uma alma humana, era assim contrabalançada com outra alma humana.

      No entanto, o dono do animal perigoso nem sempre tinha de ser morto. Em vista de circunstâncias atenuantes, talvez se lhe impusesse um resgate. Para que se lhe pudesse poupar a vida, o dono tinha de cumprir os termos da lei e pagar o preço de redenção pela sua própria alma ou vida.

      A lei dizia também: “Se tiver sido um escravo ou uma escrava a quem o touro escornou, dará o preço de trinta ciclos ao amo dele, e o touro será apedrejado.” (Êxo. 21:32) Significava isso realmente contrabalançar as coisas? Sim, do ponto de vista da então existente sociedade e de sua permissão da escravidão. O escravo era considerado propriedade particular. Como alma, era propriedade de seu amo e por isso possuía um valor comercial legalmente estabelecido — trinta ciclos. Portanto, o dono do touro escornador tinha de pagar trinta ciclos, para que ele mesmo pudesse continuar a viver. O amo do escravo morto podia então comprar outro escravo por trinta ciclos, substituindo assim a vida escrava perdida por outra vida escrava. Assim se realizava uma equiparação na questão.

      Com tal fundo histórico e os princípios envolvidos, podemos apreciar melhor por que a raça humana precisava ser resgatada e como Jesus Cristo podia realizar isso. Considere o seguinte:

      A NECESSIDADE DUM RESGATE

      Na ocasião em que o primeiro homem Adão transgrediu a lei de Deus, perdeu a vida humana perfeita, com seus direitos e suas perspectivas. Como homem imperfeito, só podia então gerar descendentes imperfeitos, homens e mulheres que seriam incapazes de estar à altura das normas perfeitas do Criador. Todos os descendentes de Adão vieram assim a estar numa condição moribunda, desde a nascença. Por serem humanos pecadores, estavam sob a condenação à morte. Conforme a Bíblia o expressa: “Pela transgressão de um só a condenação chegou a todos.” — Rom. 5:18, Mateus Hoepers.

      A situação da humanidade, como um todo, é comparável à do dono israelita dum touro perigoso que havia escornado um homem até à morte. Como? Porque, assim como tal israelita, estão sob condenação. A menos que o caso do israelita fosse julgado como podendo ser resolvido pelo pagamento dum resgate, nada podia protegê-lo contra a aplicação nele da plena penalidade da lei — a morte. De modo similar, no caso da humanidade, não pode haver isenção da condenação à morte sem haver um resgate que satisfaça a norma perfeita de justiça, de Deus.

      Como evidencia a lei mosaica, tal resgate para a humanidade precisa resultar — na balança da justiça — em se contrabalançar o que foi perdido. Adão perdeu uma vida humana, perfeita. Portanto, o preço de resgate pela raça humana teria de ser uma vida humana, perfeita. Apenas uma vida humana, perfeita, podia pôr em equilíbrio a balança da justiça perfeita. Nenhum dos descendentes de Adão podia prover tal preço precioso para si mesmo ou para outros. A incapacidade da humanidade foi bem descrita na Bíblia: “Nenhum deles pode de modo algum remir até mesmo um irmão, nem dar a Deus um resgate por ele, (e o preço de redenção da alma deles é tão precioso, que cessou por tempo indefinido,) que ele ainda assim viva para sempre e não veja a cova.” — Sal. 49:7-9.

      COMO DEUS PROVEU O RESGATE NECESSÁRIO

      Por conseguinte, a raça humana condenada estava na situação impotente de

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