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  • O Novo Pacto de Deus aproxima-se da sua realização
    Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
    • CAPÍTULO 12

      O Novo Pacto de Deus aproxima-se da sua realização

      1. (a) O que aconteceria com a nossa terra, se Deus não se apegasse ao seu pacto com respeito ao dia e à noite? (b) Visto que Deus se apega lealmente aos seus pactos, que certeza podemos ter?

      O QUE faria você, se Deus não se apegasse ao seu pacto com respeito ao dia e à noite? Em vez de haver uma alternação entre o dia e a noite, nossa terra seria iluminada por uma luz contínua ou ficaria envolvida em contínua escuridão. (Gênesis 1:1, 2, 14-19) Mas, Deus apega-se lealmente aos seus pactos. De modo que podemos ter absoluta certeza de que a lua, o sol e as galáxias dos céus nunca serão destruídos; nem tampouco o nosso planeta Terra.

      2. O que disse Jeová aos judeus com respeito ao seu pacto do dia e da noite?

      2 Falando sobre o seu pacto do dia e da noite, Deus disse aos judeus que estavam sob o reino da casa real de Davi: “Se vós pudésseis violar meu pacto do dia e meu pacto da noite, sim, para não haver mais dia e noite no seu tempo, também se poderia violar meu próprio pacto com Davi, meu servo, para que não viesse a ter um filho reinando no seu trono.” — Jeremias 33:20, 21.

      3. O que indicam estas palavras a respeito de seu pacto com Davi para um Reino eterno?

      3 Estas palavras contêm a prova indireta de que a nossa terra, junto com o sol e a lua, permanecerão para sempre. (Eclesiastes 1:4) Nossa terra será sempre ocupada por habitantes humanos, para usufruírem as belezas do dia e da noite sob o Deus cumpridor de pactos, o Criador do homem. E assim como Jeová se apegou firmemente ao seu pacto do dia e da noite, assim continuou leal ao seu pacto com o antigo Rei Davi, para um Reino eterno na linhagem de Davi. Isto é assim, embora a sede do Reino tivesse de ser transferida da terra para os céus invisíveis. — Salmo 110:1-3.

      4. (a) O pacto de Deus com Davi, para um Reino eterno, está associado com que outro pacto? (b) O que disse Jesus Cristo a respeito dele, e em que circunstâncias?

      4 O pacto de Deus para um Reino eterno na linhagem descendente de Davi está associado com outro pacto, “o novo pacto”. Este pacto, que havia de substituir o antigo pacto, foi mencionado por Jesus. Isto aconteceu depois de ele ter celebrado a Páscoa judaica com seus discípulos fiéis, na noite de 14 de nisã de 33 EC. Estabeleceu o que veio a ser conhecido como “a refeição noturna do Senhor”. Ele sabia que, naquele mesmo dia pascoal, derramaria seu sangue em sacrifício. Em vista disso, pegou um copo de vinho tinto, mas antes de passá-lo para os seus apóstolos fiéis, ele disse: “Este copo significa o novo pacto em virtude do meu sangue.” — Lucas 22:20; 1 Coríntios 11:20, 23-26.

      5. A quem se fez a promessa de Deus a respeito dum novo pacto, e afirma a república de Israel estar neste pacto?

      5 Igual ao antigo pacto, o novo pacto é feito com uma nação, mas não com qualquer das nações da cristandade. Embora a promessa do novo pacto fosse feita por meio do profeta Jeremias à nação de Israel, há mais de 2.500 anos, a atual república de Israel não afirma estar no novo pacto. Antes, a república de Israel tornou-se membro da ONU.

      6. Segundo o capítulo 31 de Jeremias, por que viu Deus a necessidade de fazer um novo pacto, e em que resultaria ele?

      6 Por que queria Deus um novo pacto? Jeremias 31:31-34 explica isso: “‘Eis que vêm dias’, é a pronunciação de Jeová, ‘e eu vou concluir um novo pacto com a casa de Israel e com a casa de Judá; não um igual ao pacto que concluí com os seus antepassados no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, “pacto meu que eles próprios violaram, embora eu mesmo tivesse a posse marital deles”, é a pronunciação de Jeová.’ ‘Pois este é o pacto que concluirei com a casa de Israel depois daqueles dias’, é a pronunciação de Jeová. ‘Vou pôr a minha lei no seu íntimo e a escreverei no seu coração. E vou tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo. E não mais ensinarão, cada um ao seu companheiro e cada um ao seu irmão, dizendo: “Conhecei a Jeová!” porque todos eles me conhecerão, desde o menor deles até o maior deles’, é a pronunciação de Jeová. ‘Porque perdoarei seu erro e não me lembrarei mais do seu pecado.’”

      Um Pacto Melhor com um Mediador Melhor

      7. É o novo pacto uma renovação do pacto que os israelitas violaram? E por que é ele melhor do que o pacto da Lei?

      7 O novo pacto não é mera renovação do pacto anterior que os israelitas haviam violado. Absolutamente não! Porque o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos em Roma, dizendo: “Não estais debaixo de lei, mas debaixo de benignidade imerecida.” (Romanos 6:14) Trata-se realmente de um pacto novo, e era de esperar que fosse melhor, porque o Deus Todo-poderoso, Jeová, é capaz de melhorar as coisas com relação àqueles que admite no novo pacto. Em primeiro lugar, ele suscitou um mediador ou intermediário melhor ao fazer o novo pacto. Este Mediador não era um homem imperfeito, contaminado pelo pecado, tal como o profeta Moisés.

      8. (a) O que possui o novo pacto que o torna melhor do que o pacto da Lei? (b) Quem é o Mediador do melhor novo pacto? (c) O que diz Hebreus 8:6, 13, a respeito do novo pacto e a superioridade do seu Mediador, e com que efeito sobre o pacto anterior?

      8 O pacto da Lei, mediado pelo profeta Moisés, era intrinsecamente bom. No entanto, este pacto especificava o sacrifício de animais, cujo sangue nunca podia lavar pecados humanos. Portanto, para Jeová Deus estabelecer um pacto melhor, tinha de haver um mediador melhor, com um sacrifício melhor. Este todo-necessário Mediador mostrou ser Jesus Cristo. Indicando a superioridade deste Mediador em comparação com o profeta Moisés, a Bíblia nos fornece a seguinte explicação: “Mas, Jesus obteve agora um serviço público mais excelente, de modo que ele é também o mediador dum pacto correspondentemente melhor, que foi estabelecido legalmente em promessas melhores. . . . Ao dizer ‘um novo pacto’, tornou obsoleto o anterior.” — Hebreus 8:6, 13.

      Substituído o Antigo Pacto “Obsoleto”

      9. (a) Em que dia cessou o antigo pacto? (b) O que aconteceu naquela manhã, em confirmação de quê?

      9 Este pacto “obsoleto” ou antiquado cessou 50 dias depois da ressurreição do Mediador do novo pacto. Isto se deu no dia de Pentecostes. Na manhã daquele dia, passou a acontecer o antítipo da Festividade do Recolhimento, judaica. Como? Pois bem, 120 discípulos fiéis do Mediador do novo pacto reuniram-se numa sala de andar superior em Jerusalém e receberam o prometido espírito santo, em cumprimento da profecia de Joel 2:28-32. Isto confirmou o começo do novo pacto por fornecer prova audível e visível a todos os observadores.

      10. Como se evidenciou naquele dia de Pentecostes que os discípulos de Jesus tinham sido ungidos com espírito santo?

      10 Quando Jesus saiu das águas do batismo e se derramou sobre ele espírito santo, o espírito foi simbolizado milagrosamente pela imagem duma pomba pairando sobre a cabeça dele. Mas, no caso dos 120 discípulos hebreus, no dia de Pentecostes, como se manifestou a sua unção com espírito santo? Pelo aparecimento de línguas como que de fogo acima de sua cabeça e por serem dotados da capacidade de proclamar a Palavra de Deus em línguas estrangeiras que não haviam aprendido. — Mateus 3:16; Atos 2:1-36.

      11. (a) O que devia ser evidente aos judeus, e por quê? (b) Como sabemos que os judeus não estão dizendo um ao outro: ‘Conheça a Jeová!’, e que felicidade não têm?

      11 Devia ser evidente aos judeus e aos seus rabinos que o pacto da Lei mosaica não está mais em vigor. Desde a destruição de Jerusalém pelas legiões romanas, em 70 EC, eles não têm mais templo. Naquela ocasião perderam-se ou foram destruídos seus registros genealógicos. De modo que hoje não sabem quem pertence à tribo de Levi e quem é descendente de Arão, para servir na qualidade de sumo sacerdote para a nação judaica. Em vez de dizerem um ao outro: ‘Conheça a Jeová!’ acham que a pronúncia do nome divino é um sacrilégio. De modo que não compartilham a felicidade das Testemunhas de Jeová pelo fato de que o antigo pacto “obsoleto” foi substituído pelo novo pacto.

      Um “Pacto Eterno”

      12. (a) De que oração podem as Testemunhas de Jeová compartir de coração? (b) Com que foi Jesus ressuscitado dentre os mortos?

      12 Em nítido contraste com a situação judaica hoje em dia, as Testemunhas de Jeová têm um Sumo Sacerdote ativo e oficiante à direita de Deus nos céus. Ele é o Mediador do novo pacto, mediador muito maior do que Moisés. Essas Testemunhas de Jeová podem de coração compartir da oração do escritor de Hebreus 13:20, 21: “Agora, o Deus de paz, que com o sangue dum pacto eterno tirou dentre os mortos o grande pastor das ovelhas, o nosso Senhor Jesus, vos equipe com toda coisa boa, para fazerdes a sua vontade.” Visto que o “grande pastor” depôs a sua vida humana a favor das “ovelhas”, ele podia ser ressuscitado dentre os mortos num corpo espiritual imortal, exangue, mas com o valor do sangue do novo pacto, que é cumprido fielmente e é eterno nos seus bons efeitos.

      13. (a) Como é a morte do Mediador do novo pacto lembrada todo ano pelas Testemunhas de Jeová? (b) O que simbolizam os emblemas?

      13 A morte sacrificial do Mediador do novo pacto, Jesus Cristo, é lembrada todo ano pelas Testemunhas de Jeová no aniversário da “refeição noturna do Senhor”. O pão não levedado comido pelos que estão no novo pacto, durante esta “refeição noturna”, simboliza a carne perfeita do Mediador, e o vinho simboliza o sangue puro, incontaminado, que, segundo as Escrituras, continha o valor da própria vida do Mediador. — 1 Coríntios 11:20-26; Levítico 17:11.

      14. Quando os que estão no novo pacto tomam dos emblemas da Comemoração, o que fazem em sentido simbólico?

      14 Quando os que estão no novo pacto tomam do copo comemorativo de vinho, na “refeição noturna do Senhor”, é apenas em sentido figurativo que bebem sangue, o sangue do Mediador do novo pacto. É também de modo simbólico que comem sua carne, quando comem do pão asmo, comemorativo. Por fazerem isso, em sentido simbólico demonstram sua fé no sacrifício resgatador do Filho de Deus, o Redentor de toda a humanidade.

      15. (a) Quanto tempo já dura o novo pacto, e como mostrou deveras ser um pacto melhor? (b) Por que pode o novo pacto ser chamado de “pacto eterno”?

      15 O novo pacto, agora já com mais de 1.950 anos, aproxima-se da realização de seu objetivo. Já dura mais séculos do que o pacto da Lei mosaica. Baseado em promessas melhores e num sacrifício melhor, e tendo um Mediador melhor, mostra ser deveras um pacto melhor. Por não precisar ser trocado ou substituído por um pacto novo e melhor, o bem-sucedido novo pacto é chamado de “pacto eterno”. — Hebreus 13:20.

      16. O que devemos agradecer a Jeová Deus?

      16 Graças ao Deus Todo-poderoso, Jeová, que ele suscitou um Mediador melhor do que Moisés, podendo por meio dele retirar legalmente o pacto da Lei mosaica por pregá-la na estaca de tortura e prover o sangue do novo pacto eterno!

  • O “Príncipe da Paz” volta-se para os que não estão no Novo Pacto
    Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
    • CAPÍTULO 13

      O “Príncipe da Paz” volta-se para os que não estão no Novo Pacto

      1. Por que não podem os judeus hoje negar que o pacto mosaico, feito com os seus antepassados, havia de terminar?

      OS JUDEUS naturais da atualidade, que são descendentes carnais do patriarca Abraão, não podem negar que o antigo pacto da Lei mosaica havia de ser substituído por um pacto novo e melhor. Não podem apagar dos seus manuscritos das Escrituras Hebraicas as palavras de Deus, em Jeremias 31:31: “‘Eis que vêm dias’, é a pronunciação de Jeová, ‘e eu vou concluir um novo pacto com a casa de Israel e com a casa de Judá’.”

      2. Como foi finalmente revelado quem seria o Mediador do novo pacto?

      2 Jeremias não predisse quem seria o mediador deste novo pacto. Mas, na noite de 14 de nisã de 33 EC, quando Jesus Cristo entregou o copo de vinho pascoal aos seus discípulos, ele mostrou que era ele mesmo este Mediador. (Lucas 22:20) Em Hebreus 7:22 somos informados de que ele é o “penhor”, a caução ou a garantia deste novo “pacto melhor”.

      3. Que outro cargo com relação a Deus ocupa Jesus Cristo, e dá-se isso por causa da sua descendência?

      3 Jesus, por meio de seu sacrifício a favor do novo pacto, tornou-se o Sumo Sacerdote de Jeová. Não se tornou isso por descendência natural de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel. Foi juramentado no cargo de Sumo Sacerdote pelo juramento do Deus Altíssimo, Jeová, Aquele que constitui sacerdotes. As palavras do Salmo 110:4 aplicam-se a Jesus: “Jeová jurou (e não o deplorará): ‘Tu és sacerdote por tempo indefinido à maneira de Melquisedeque!’” — Hebreus 7:20, 21.

      4. (a) Com que tipo de “Israel” fez Jeová o prometido novo pacto, e por quê? (b) Os incluídos no novo pacto tornam-se filhos de que pais?

      4 Com a exceção dum pequeno restante, a nação do Israel natural rejeitou a Jesus Cristo como Mediador do novo pacto. De modo que “a casa de Israel” com que Deus fez o predito novo pacto mostrou ser um Israel espiritual, “o Israel de Deus”. (Gálatas 6:16) Este Israel espiritual nasceu no dia de Pentecostes de 33 EC. Sendo espiritual, podia incluir entre os seus cidadãos também não-judeus ou gentios crentes. (Atos 15:14) Pedro chamou-o de “raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial”. (1 Pedro 2:9) Esta “nação santa” é composta dos filhos espirituais do Abraão Maior, Jeová, o Criador e Cumpridor do pacto abraâmico. Portanto, ao mesmo tempo são os “filhos” da organização-esposa celestial de Jeová, prefigurada por Sara, esposa de Abraão. O novo pacto do Abraão Maior inevitavelmente leva em conta esta organização celestial como a mãe do prometido “descendente”, prefigurado por Isaque.

      “Outras Ovelhas” Incluídas no Um só Rebanho

      5. O que exigia o novo pacto aqui na terra?

      5 Este novo pacto precisava de ministros ativos aqui na terra, e os membros do restante ungido têm servido como adequadamente habilitados “ministros dum novo pacto”, o qual substituiu o antigo pacto da Lei mosaica. (2 Coríntios 3:6) Não são ministros clericais dentro das centenas de seitas religiosas da cristandade, que é a parte destacada da hodierna Babilônia, a Grande. Acataram a convocação imperativa de Revelação (Apocalipse) 18:4 e saíram daquele império mundial da religião falsa.

      6. (a) A que número se limitam os ministros do novo pacto? (b) Como sabemos que o Pastor Excelente voltaria sua atenção para os que não estão no novo pacto?

      6 O número dos ministros desse novo pacto ficaria limitado a 144.000. (Revelação 7:1-8; 14:1-5) Portanto, forçosamente havia de vir o tempo em que o Pastor Excelente voltaria sua atenção para outros, além dos ministros do novo pacto. O Primeiro-ministro de Jeová previu isso e mencionou-o ao dizer, em João 10:16, que ele tinha “outras ovelhas” que não eram do “pequeno rebanho” de 144.000. — Lucas 12:32.

      7. (a) Por que é que os membros da classe das “outras ovelhas” não são ministros do novo pacto? (b) De que modo já se tornou o restante dos que estão no novo pacto uma bênção para as famílias e nações da terra?

      7 Embora os das “outras ovelhas” não fossem do “pequeno rebanho”, eles também seriam ministros de Deus, mas não ministros do novo pacto. E tornarem-se essas “outras ovelhas” “um só rebanho” com o restante desses “ministros dum novo pacto” indicava algo grandioso. O quê? O seguinte: Os do restante, antes de serem glorificados no Reino celestial, teriam uma associação pessoal com os das “outras ovelhas” na terra. Desta maneira, os do restante do descendente espiritual de Abraão começariam a ser uma bênção para todas as famílias e nações, antes da “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Armagedom, e antes do começo do Milênio. — Gálatas 3:29; Revelação 16:14, 16.

      8. Quando foi que o Pastor Excelente voltou sua atenção para os que estão fora do novo pacto, e que passo preliminar deram estes das “outras ovelhas”?

      8 Isto se tornou realidade especialmente desde 1935. Desde então, milhões dos das “outras ovelhas” têm-se associado com as dezenas de milhares de congregações das Testemunhas de Jeová em todo o globo e têm-se dedicado ao Pastor Supremo, Jeová Deus. Foram assim admitidos no “um só rebanho” do Pastor Excelente, Jesus Cristo.

      9. Significa a ampliação da atenção do Mediador do novo pacto que o ministério do novo pacto havia terminado na terra?

      9 Visto que o Mediador do novo pacto daí em diante estava ampliando sua atenção para incluir também os das “outras ovelhas”, significa isso que o ministério do novo pacto terminou em 1935? Não, porque ainda existe na terra um restante dos ministros do novo pacto, e eles ainda têm de terminar este ministério.

      10. Quem se beneficia hoje do ministério do novo pacto, conforme exercido pelos oito escritores das Escrituras Gregas Cristãs?

      10 Hoje em dia, tanto os do restante do “pequeno rebanho” como os da crescente “grande multidão” das “outras ovelhas” do Pastor Excelente são beneficiados pelo ministério de outros que os precederam, tais como o apóstolo Paulo. No desincumbimento fiel de seu ministério do novo pacto, até a sua morte em Roma algum tempo antes da destruição de Jerusalém em 70 EC, Paulo foi inspirado a escrever 14 dos 27 livros das Escrituras Gregas Cristãs. Quão gratos podem ser os do restante ungido e os da “grande multidão”, que homens fiéis do primeiro século, tais como o apóstolo Paulo e os outros sete escritores das Escrituras Gregas Cristãs, cumpriram seu ministério do novo pacto até o fim de sua vida terrestre! E no nosso tempo, milhões dos das “outras ovelhas” já se beneficiam do ministério do novo pacto, conforme executado pelo restante ungido sob o Mediador, Jesus Cristo. O “Príncipe da Paz” voltou agora sua atenção para essas queridas “outras ovelhas”, cujo número aumenta rapidamente.

      11. (a) Quanto tempo já está em vigor o novo pacto, e o que indica isso? (b) Em que qualidade servem hoje os do restante dos ministros do novo pacto?

      11 Todavia, o tempo já se deve estar esgotando! O novo pacto já está em vigor por 1.953 anos, 407 anos mais do que o pacto da Lei mosaica que substituiu, e o número dos ministros do novo pacto está diminuindo, ao passo que seus membros desaparecem do cenário terrestre na morte. Mas o atual restante desses ministros continua a servir como “escravo fiel e discreto”, a quem o Amo, Jesus Cristo, designou “sobre todos os seus bens”. — Mateus 24:45-47.

      Faz-se o Convite: “Vem!”

      12. Segundo Revelação 22:17, que convite estão fazendo os da classe da “noiva”, e a quem?

      12 Quão amoroso é o serviço prestado por esses ministros do novo pacto! Por exemplo, em Revelação 22:17 lemos: “O espírito e a noiva estão dizendo: ‘Vem!’ E quem ouve diga: ‘Vem!’ E quem tem sede venha; quem quiser tome de graça a água da vida.” Os da classe da “noiva”, junto com a força ativa ou o espírito de Jeová, fazem este convite aos que não estão no novo pacto. Não se faz o convite aos atualmente mortos nos túmulos memoriais, que hão de ser abençoados com uma ressurreição dentre os mortos, mas a pessoas agora vivas, que estão em perigo de ser destruídas no Armagedom, mas que têm ouvidos atentos.

      13. (a) Foi em vão o convite feito pelos da classe da “noiva”? Explique isso. (b) O que fazem os que já aceitaram o convite, em obediência a Revelação 22:17? (c) Qual deve ser o caso com respeito ao tempo que resta para se fazer o convite?

      13 Este convite não está sendo feito em vão, em todo o mundo, especialmente desde 1935. Já mais de três milhões de pessoas aceitaram o gracioso convite de vir e de beber. Tendo dado ouvidos com apreço, estão dizendo obedientemente a mais outros milhões de pessoas sedentas duma vida infindável na terra paradísica: ‘Venham!’ Mas o tempo para se fazer tal convite gracioso aos das “outras ovelhas” é limitado. Depois de ser feito já por mais de meio século, o tempo que resta já deve ser muito curto, visto que a guerra de Deus, no Armagedom, assoma ominosamente sobre “esta geração” da humanidade. — Mateus 24:34.

      14. Por que devemos agradecer e louvar a Jeová?

      14 Portanto, devem-se agora agradecimentos a Jeová por ter provido o Mediador apto que cumpre com bom êxito o objetivo do novo pacto, de produzir um povo de 144.000 pessoas para o Seu nome! Também cabe louvor a Jeová por seu Mediador, como Pastor Excelente, já estar trazendo crescentes milhões de “outras ovelhas” ao “um só rebanho”, no qual já gozam dos benefícios antecipados advindos do novo pacto para a humanidade!  

      [Foto na página 111]

      Milhões dos das “outras ovelhas”, nestes últimos dias, ingressaram na organização visível de Jeová.

  • Após o Novo Pacto — o Reino Milenar
    Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
    • CAPÍTULO 14

      Após o Novo Pacto — o Reino Milenar

      1, 2. (a) Com quem podem ser comparados hoje os milhões de beneficiários da operação do novo pacto? (b) O que especificam os termos do novo pacto?

      MILHÕES de pessoas, em toda a terra, já derivaram grandes benefícios da operação do novo pacto, embora não estejam nele. São iguais aos residentes não-israelitas que viviam em Israel durante os dias em que ainda vigorava o pacto da Lei mosaica. (Êxodo 20:10) Como se dá isso com os crescentes milhões de beneficiários que se associam hoje com o restante dos israelitas espirituais?

      2 Na profecia de Jeremias 31:31-34, Aquele que estabeleceu os termos do novo pacto disse: “Vou pôr a minha lei no seu íntimo e a escreverei no seu coração. E vou tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo.”

      3. (a) Em que forma foi a lei do antigo pacto mosaico dada a Israel? (b) Antes de se começarem a escrever as Escrituras Gregas Cristãs, onde fez Deus que se escrevessem as leis do novo pacto?

      3 No caso do pacto da Lei, Jeová Deus, por meio do profeta Moisés qual mediador, deu ao Israel natural “o documento manuscrito . . . que consistia em decretos”. (Colossenses 2:14) Mas, que dizer da lei do novo pacto? Seu Mediador não devia escrevê-la em pedra, nem em forma de manuscrito. Seu Mediador não deixou nenhuns escritos do próprio punho. Descobrimos à base das inspiradas Escrituras Gregas Cristãs qual é a lei do novo pacto. (2 Timóteo 3:16) No entanto, mesmo já antes de se começarem a escrever essas Escrituras Gregas, a partir de aproximadamente 41 EC, Jeová Deus começou a escrever sua lei do novo pacto. Quando? No dia de Pentecostes de 33 EC. Onde? Exatamente onde há muito prometera escrevê-la: “Porei as minhas leis na sua mente e as escreverei nos seus corações.” — Hebreus 8:10.

      4. Que bom efeito produz escrever Deus suas leis no coração de seus servos e pô-las na mente deles?

      4 Essas leis, inscritas no coração, teriam menos probabilidade de deixar de ser amadas pelos que obedecessem a elas. Postas “na sua mente”, havia menos probabilidade de serem esquecidas. Portanto, os cumpridores dessas leis dizem, nas palavras do Salmo 119:97: “Quanto eu amo a tua lei! O dia inteiro ela é a minha preocupação.” Do seu íntimo, fixam suas afeições nas leis de Jeová, conforme dadas por meio de Seu Mediador, Jesus Cristo. Assim, com a motivação correta, estão determinados a cumprir essas leis preciosas. Isto se aplica tanto aos do “pequeno rebanho” que estão no novo pacto, como aos da “grande multidão” de “outras ovelhas” que não estão no novo pacto, mas estão sob ele. — Veja 1 João 5:3; João 14:15.

      A Questão do Reino em Destaque!

      5. O que predisse o Mediador do novo pacto em Mateus 24:12-14?

      5 Os que cumprem as leis do novo pacto não se atrevem a sucumbir ao que o Mediador, Jesus Cristo, predisse como parte do “sinal . . . da terminação do sistema de coisas”: “Por causa do aumento do que é contra a lei, o amor da maioria se esfriará. Mas, quem tiver perseverado até o fim é o que será salvo. E estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações.” — Mateus 24:3, 12-14.

      6. (a) Era Mateus 24:14 apenas uma profecia? (b) Quem o aceitou como mais do que apenas algo profético, e o que se pode dizer sobre a sua perseverança?

      6 Esta última declaração, a respeito dum testemunho global do Reino, não era mera predição. Era uma diretriz para seus discípulos que vivessem na “terminação do sistema de coisas”. Era uma orientação para o proceder correto deles até o fim completo dum sistema de coisas que não tem amor e que está cheio de violações generalizadas da lei, não apenas com desrespeito à lei de Deus. Quem mostra hoje ser verdadeiros cristãos, aceitando essas palavras de Jesus Cristo como diretriz para si? Os fatos históricos acumulados desde 1919 respondem verazmente: as “Testemunhas de Jeová”! Sua campanha de educação bíblica a respeito do Reino é a maior de que há registro, e elas têm mostrado perseverança nela durante os últimos 67 anos. Cada ano aumenta em alcance e força.

      7, 8. (a) Durante a Primeira Guerra Mundial, o que procurou Satanás fazer com os que estavam no novo pacto? (b) Como passou a destacar-se a questão do Reino no período do após-guerra?

      7 Satanás, o Diabo, procurou impedir esta fenomenal campanha de educação bíblica por fazer com que o pequeno restante dos israelitas espirituais fosse eliminado durante a Primeira Guerra Mundial. Mas, ele fracassou nisso! Prontamente, após a revivificação deles dum estado semelhante à morte, em meados do ano de 1919, realizaram seu primeiro congresso de após-guerra em Cedar Point, Ohio, EUA, em setembro daquele ano. No segundo congresso em Cedar Point, em setembro de 1922, a questão do reino passou a ter destaque. No quarto dia daquele congresso, intitulado “O Dia”, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA) culminou seu emocionante discurso por exclamar:

      8 “Então, voltem ao campo, ó filhos do altíssimo Deus! Ponham sua armadura! Sejam sóbrios, vigilantes, ativos, valentes. Sejam testemunhas fiéis e verdadeiras do Senhor. Avancem na luta até que fique desolado todo vestígio de Babilônia. Proclamem a mensagem em toda a parte. O mundo precisa saber que Jeová é Deus e que Jesus Cristo é Rei dos reis e Senhor dos senhores. Este é o dia de todos os dias. Eis que o Rei reina! São os seus agentes de publicidade. Portanto, anunciem, anunciem, anunciem o Rei e seu Reino.”

      Chegar a Conhecer a Jeová com Maior Discernimento

      9. (a) Que posição têm de tomar as pessoas por causa do aumento da evidência a respeito de tal governo justo? (b) Que conhecimento recebem os que tomam uma posição favorável?

      9 Já se passaram agora mais de 70 anos desde que Cristo foi entronizado no poder do Reino em 1914. Desde então aumentou tremendamente a evidência a respeito do governo justo de Deus. As pessoas do mundo da humanidade têm de tomar posição quanto à questão do Reino, quer a favor do Reino, quer contra ele. E os que tomam sua posição a favor deste governo divino recebem o cumprimento das seguintes palavras vitais do novo pacto: “Não mais ensinarão, cada um ao seu companheiro e cada um ao seu irmão, dizendo: ‘Conhecei a Jeová!’ porque todos eles me conhecerão, desde o menor deles até o maior deles.” — Jeremias 31:34.

      10. (a) Assim, sob que designação passaram os do restante dos israelitas espirituais a acolher as “outras ovelhas”? (b) Que conhecimento adquiriram os das “outras ovelhas”?

      10 Em 1935, o restante dos israelitas espirituais começou a acolher as “outras ovelhas” do Pastor Excelente na sua associação ativa no “um só rebanho” sob Jesus Cristo, todos eles sendo Testemunhas de Jeová. Daí, os destas “outras ovelhas”, que começaram a aumentar até ser “uma grande multidão” sem número predeterminado, empreenderam, junto com o restante gerado pelo espírito, a ‘observar os mandamentos de Deus’ e a fazer “a obra de dar testemunho de Jesus”. (Revelação [Apocalipse] 7:9-17; 12:17) Assim, desde o começo em 1935, os dessas “outras ovelhas” também chegaram a conhecer a Jeová, “desde o menor deles até o maior deles”.

      11. Em que difere o conhecimento cristão a respeito de Jeová daquele dos judeus sob o pacto da lei, sendo melhor do que o destes?

      11 Em que sentido, porém, é o conhecimento cristão a respeito de Jeová diferente e melhor do que o conhecimento que os judeus tinham sob o antigo pacto da Lei mosaica? O Celebrador celestial do novo pacto prossegue, dizendo-nos: “Porque perdoarei seu erro e não me lembrarei mais do seu pecado.” (Jeremias 31:34; Hebreus 8:12) Isto se deve a que o novo pacto se baseia num sacrifício melhor, por meio dum Mediador melhor. (Hebreus 8:6; 9:11, 12, 22, 23) O sacrifício melhor do Mediador melhor não precisa ser repetido, assim como se fazia no anual Dia da Expiação sob o antigo pacto da Lei mosaica. (Hebreus 10:15-18) Em vista de tudo isso, o conhecimento de Jeová, possuído por aqueles que estão no novo pacto ou sob ele, é deveras melhor, mais abundante, mais discernidor, mais pleno do que o conhecimento que os judeus sob o pacto da Lei tinham de Deus.

      12. Acima de tudo, que posição ocupa Jeová para com os que são aceitos no novo pacto e para com os que estão sob ele?

      12 Acima de tudo, Jeová Deus, o Celebrador de pactos, é o Rei daqueles a quem aceita no novo pacto e daqueles que coloca sob ele. (Mateus 5:34, 35; Jeremias 10:7) O apóstolo Paulo, 1.850 anos antes de Jesus ser entronizado como Rei nos céus, em 1914, salientou o reinado de Jeová sobre os que obedecem às leis do novo pacto, dizendo: “Ora, ao Rei da eternidade, incorruptível, invisível, o único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém.” — 1 Timóteo 1:17.

      O Reino Milenar Após a “Grande Tribulação”

      13. (a) Quando e em que circunstâncias receberão os da “grande multidão” a plena medida de bênçãos advindas do novo pacto? (b) Que grandioso propósito terá alcançado o novo pacto?

      13 Os da “grande multidão” de “outras ovelhas”, que não estão no novo pacto, mas estão sob ele, esperam sair da “grande tribulação” com vida. Depois da destruição do atual condenado sistema de coisas, eles usufruirão durante mil anos o reinado de Jesus Cristo e dos co-herdeiros dele, exercido sobre a terra purificada. (Revelação 7:9-14) Assim se terá alcançado o objetivo do novo pacto, o de produzir um “povo para propriedade especial”, para se tornar herdeiros do Reino celestial de Deus. (1 Pedro 2:9; Atos 15:14) Por meio do Reino de Deus advirão bênçãos em plena medida para os da “grande multidão” de “outras ovelhas” sobreviventes. Satanás, o Diabo, e sua organização demoníaca, invisível, terão sido lançados no abismo e não poderão mais interferir. — Revelação 21:1-4; 20:1-3.

      14. Que boa preparação terão tido os da “grande multidão” sobrevivente?

      14 Os da “grande multidão” sobrevivente das “outras ovelhas” terão tido uma boa preparação para empreender a vida no novo sistema de coisas. Iguais aos do restante dos israelitas espirituais, terão chegado a conhecer a Deus “desde o menor deles até o maior deles”. (Jeremias 31:34) O Rei reinante disse certa vez em oração a Deus: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Assim, este conhecimento universal de Jeová Deus resultará em salvação eterna. Isto se dará não somente com a “carne” que será salva com vida na “grande tribulação”, mas também com os bilhões de mortos humanos, que ouvirão a voz do Rei e sairão de seus túmulos memoriais. Todo o conhecimento necessário a respeito de Jeová será transmitido a tais ressuscitados. — Mateus 24:21, 22; João 5:28, 29; Revelação 20:11-15.

      15. Por que não resultará o cumprimento do novo pacto em alguma perda para a “grande multidão” das “outras ovelhas”?

      15 Felizmente, o cumprimento do novo pacto de Deus até o seu grandioso sucesso não resultará numa perda para a “grande multidão” de pessoas semelhantes a ovelhas, que sobreviverão à destruição deste condenado sistema de coisas. Antes, abrirá o caminho para bênçãos ainda mais grandiosas aqui na terra purificada, que será delas por herança, cabendo-lhes a parte inicial da transformação dela num paraíso global. (Mateus 25:34; Lucas 23:43) Dentro em breve desaparecerão os que arruínam a terra, “mas os que esperam em Jeová são os que possuirão a terra. . . . Os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz”. (Salmo 37:9-11) Que todos aclamem o Reino milenar de Jeová Deus, por meio do “Príncipe da Paz”, que se seguirá ao cumprimento do novo pacto!

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