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Abolir a Religião?
“Se não houver meios de isolar da religião a política e os assuntos de Estado, [dever-se-á] cogitar a abolição da própria religião.” Assim sugeriu o escritor John Bartlow Martin, ex-embaixador, ao escrever para o USA Today. Mencionando a dominância da religião em eventos passados tais como as Cruzadas e a Inquisição espanhola, o seu presente poder divisório, e o derramamento de sangue e a agitação causados pelos atuais “apóstolos do fanatismo”, o sr. Martin disse: “Quando alguém assiste ao noticiário da noite na televisão, não pode deixar de ficar surpreso de ver quantos dos problemas do mundo estão arraigados na religião. E poucas rivalidades políticas seculares chegam a gerar o fervor sangüinário da guerra religiosa.”
Jeová Deus, também, tem observado os modos ‘sangüinários’ da religião falsa. Chamando-a de Babilônia, a Grande, Sua Palavra prediz a aniquilação da religião falsa às mãos dos poderes políticos — isto prenunciará a completa destruição do atual sistema iníquo de coisas. Embora o sr. Martin declare que a concretização de sua sugestão de abolir a religião seja ‘provavelmente impossível’, Deus nos assegura de que a Sua decisão justa contra a religião falsa realmente será executada. — Revelação 17:1-6, 15-17; 18:4, 5.
Pergunta a Deus
Se pudesse, que três perguntas faria a Deus? Essa foi a pergunta proposta por uma recente pesquisa Gallup entre homens e mulheres em 300 cidades. Conforme noticiado no Daily News de Nova Iorque, o evangelista Pat Robertson decidiu descobrir, por meio da pesquisa, se outros nos Estados Unidos fariam a pergunta que ele gostaria de fazer a Deus, se tivesse oportunidade: “Quando acabará o mundo?” Os resultados o surpreenderam. “As pessoas estão mais preocupados com o que acontece agora do que com o que ocorrerá algum dia no futuro”, disse Robertson.
“Haverá algum dia duradoura paz mundial?”, resultou ser a pergunta que as pessoas mais gostariam de fazer. A seguir, na ordem, estavam: (2) “Como posso tornar-me uma pessoa melhor?” (3) “O que o futuro reserva para mim e minha família?” (4) “Haverá algum dia cura para todas as doenças?” (5) “Por que existe sofrimento no mundo?” e (6) “Existe vida após a morte?”
Contudo, Deus não deixou o homem desinformado quanto a nenhuma de tais perguntas. Amorosamente, mediante as páginas de sua Palavra, a Bíblia, ele tem apresentado claramente as respostas. De fato, diversas delas são respondidas num único versículo — parte da visão inspirada do apóstolo João sobre “as coisas que têm de ocorrer em breve”. João escreveu: “[Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá, mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” (Revelação 1:1; 21:4) As respostas bíblicas completas a todas as perguntas supramencionadas poderão ser encontradas nas edições desta revista.
Crenças Pagãs “Cristianizadas”
“Em 601 AD, o papa Gregório I, conhecido como Gregório, o Grande, emitiu um decreto a seus missionários concernente às crenças e aos costumes nativos dos povos que ele esperava converter”, declarava uma edição recente da revista Natural History. “Em vez de se tentar obliterar os costumes e as crenças dos povos, as instruções do papa eram: usem-nos. Se certo grupo de pessoas adora uma árvore, em vez de a derrubarem, consagrem-na a Cristo e permitam que elas prossigam em sua adoração.” Chamando isso de “conceito brilhante” e de “princípio básico da obra missionária católica”, o artigo continuava: “Os dias santos católicos foram propositalmente fixados na ocasião de dias santos nativos. O Natal, por exemplo, foi estabelecido na data arbitrária de 25 de dezembro porque correspondia a celebração de inverno de muitos povos. Pela mesma razão, o dia de São João foi estabelecido no solstício de verão [no hemisfério setentrional].”
Por mais “brilhante” que a idéia fosse para a propagação do cristianismo nominal, certamente não é a maneira de Deus fazer as coisas. Quando os israelitas estavam prestes a entrar na Terra Prometida, foram instruídos por Deus a destruir completamente toda adoração falsa que lá existia. (Números 33:52; Deuteronômio 7:5, 6) E, para os verdadeiros cristãos, a adoração “pura e imaculada” requer que se mantenham “sem mancha do mundo”. — Tiago 1:27.