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  • Entende sempre o ponto em questão?
    A Sentinela — 1987 | 1.° de abril
    • talvez fale de modo indireto, procurando não agir sem tato ou de modo brusco. Discernirmos prontamente o ponto em questão ajudará o aconselhador na sua tarefa e talvez nos poupe a sentimentos feridos.

      Ocasionalmente, pode acontecer que o aconselhador use dum exemplo ou duma ilustração para nos ajudar a entender o ponto em questão. Certo jovem ainda não se tornara transgressor manifesto, mas estava tomando um caminho errado. Ao raciocinar com ele, um cristão mais velho apanhou uma régua que estava na mesa. Vergando a régua com as mãos, perguntou: “Envergando a régua assim, consigo ainda traçar com ela uma linha reta?” O jovem entendeu o ponto em questão. Ele havia tentado torcer as regras segundo os seus próprios desejos. A ilustração ajudou-o a seguir o conselho sábio de Provérbios 19:20: “Escuta o conselho e aceita a disciplina.”

      Reconheça o Conselho Indireto

      Tal discernimento pode ajudar-nos a tirar proveito dum conselho indireto, mesmo sem a intervenção de alguma pessoa. Isto aconteceu no caso dum jovem em Portugal. Ele estava estudando a Bíblia e obteve um exemplar do livro Sua Juventude — O Melhor Modo de Usufruí-la. Alguns dias mais tarde, revelou que já lera o livro três vezes e que fora ajudado por ele. Em que sentido? Isto foi o que o jovem disse:

      ‘Eu não tinha nenhuma esperança real quanto ao futuro, mas o capítulo 2 [“Por Que Pode Encarar o Futuro com Confiança”] deu sentido à minha vida. Também, eu me masturbava já por alguns anos; ninguém jamais me disse que isso desagradava a Deus, e que era também prejudicial para mim. Depois de ler o capítulo 5 [“A Masturbação e o Homossexualismo”], tomei a decisão de descontinuar este vício. O capítulo 7 [Sua Roupa e Sua Aparência Falam Sobre Você”] ajudou-me a avaliar a minha própria aparência, e, como pode ver, já cortei o cabelo.’ Ele prosseguiu: ‘Fumei durante anos. O capítulo 15 [“As Drogas — São a Chave Para Realmente Viver?”] endireitou-me neste respeito. Tenho orado a Jeová, e desde domingo não fumei mais nenhum cigarro. Acontece que, por algum tempo, mantive relações sexuais com minha namorada, mas o capítulo 18 [“Tem Sentido a Moralidade em Questões Sexuais?”] trouxe à minha atenção o ponto de vista de Deus sobre este assunto. Já falei com ela sobre isso, e ela decidiu terminar nosso relacionamento.’ Quanta alegria dá ver tais mudanças, em tão pouco tempo, na vida duma pessoa jovem! O que tornou isso possível? O reconhecimento de que aquilo que lia era conselho que se aplicava a ele pessoalmente.

      Acatar Conselhos Traz Benefícios

      Os conselhos — quer os recebamos indiretamente por meio da Bíblia ou de literatura bíblica, quer diretamente de um amigo podem ser benéficos. Isto se vê na experiência dum pai, que procurou ajuda de homens espiritualmente mais velhos na sua congregação, porque seu filho de 18 anos não correspondia aos seus esforços de discipliná-lo. Os anciãos cristãos raciocinaram amorosamente com o pai, que era zeloso em servir a Deus, mas pelo visto precisava de mais equilíbrio nos tratos com sua família.

      Leram para ele as palavras de Paulo: “E vós, pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” (Efésios 6:4) Pediu-se ao pai que refletisse: Será que a maneira em que tentava encorajar seu filho, embora com boa intenção, na realidade irritava o rapaz? Era o caso de o pai esperar que o filho acompanhasse o próprio zelo dele pelas reuniões e o serviço cristãos, sem tentar implantar no coração dele o amor por tais coisas? Havia ajudado o filho a ‘aprender a temer a Jeová, seu Deus’? — Deuteronômio 31:12, 13.

      O pai escutou o conselho e o aplicou. Com que resultado? Seu filho de 18 anos freqüenta agora as reuniões cristãs, e o pai dirige para ele um estudo bíblico semanal. E, conforme o pai comentou: “Temos agora um relacionamento muito melhor de pai e filho.” Sim, tanto o pai como o filho entenderam o ponto do conselho.

      Não há dúvida de que todos cometemos erros e ocasionalmente precisamos de conselhos. (Provérbios 24:6) Se entendermos o ponto em questão e acatarmos o conselho sábio teremos muitas bênçãos. Entre estas estará a bênção mais preciosa de todas: cultivar e manter uma relação significativa e pessoal com o nosso amoroso Pai celestial, Jeová. Repetiremos assim as palavras do Rei Davi: “Bendirei a Jeová que me aconselhou.” — Salmo 16:7.

  • “Encontro mui precioso”
    A Sentinela — 1987 | 1.° de abril
    • “Encontro mui precioso”

      DURANTE o verão de 1984, Gerard, um jovem na França, empreendeu uma aventura de seis meses de duração — percorrer de bicicleta os Estados Unidos e o Canadá. As majestosas Montanhas Rochosas o fascinaram, os parques tranqüilos o sossegaram, mas o que ele observou em Montmagny, Quebec, no Canadá, foi o que mais o impressionou; mudou seu rumo na vida.

      No domingo, 16 de setembro, Gerard estava pedalando por Montmagny, quando notou uma longa fila de carros estacionados à beira da estrada. A seguir, viu centenas de pessoas em movimento no canteiro de obras duma construção. “O que está acontecendo aqui?” perguntou a um dos trabalhadores, que dirigia o trânsito. Embora o homem estivesse ocupado, tomou tempo para explicar a Gerard que todos esses trabalhadores eram Testemunhas de Jeová, que usavam seu fim-de-semana para construir um salão para as suas reuniões religiosas. Sem querer, Gerard havia chegado durante as últimas horas agitadas dum projeto de construção de Salão do Reino em dois dias. Ele ficou impressionado com o que via e ouvia. Naquela noite, escreveu no seu diário: “À noitinha, cheguei a conhecer as Testemunhas de Jeová. Construíram uma casa em dois dias. Havia mais de 1.000 delas. Um encontro mui precioso.”

      Pouco depois, Gerard voltou para a França. Dois anos mais tarde, em 26 de julho de 1986, enviou uma carta ao Salão do Reino das Testemunhas de Jeová em Montmagny. Ele escreveu:

      ‘Lembram-se ainda de conversar com um ciclista da França, durante o segundo dia da construção do seu Salão do Reino? Naquele dia, o controlador do trânsito lançou a semente. Alguns meses mais tarde, as Testemunhas me visitaram na França, e eu aceitei a oferta de estudar a Bíblia com elas. Visto que sou duma família solidamente católica, o estudo não foi fácil. Mas Jeová fez a semente crescer. Há duas semanas, fui batizado num congresso em Nantes. Agradeço a Jeová ter-me deixado encontrar a verdade e sou grato por tudo o que aquele irmão me ensinou naquele domingo, 16 de setembro de 1984. Saudações fraternais dum aventureiro convertido para a verdade.

      Quanta alegria deu à congregação de Montmagny ouvir esta carta de Gerard lida no seu Salão do Reino! Todos os que ajudaram na construção do salão sentiram a veracidade das palavras de Salomão: “Envia teu pão sobre a superfície das águas, pois no decorrer de muitos dias o acharás de novo.” (Eclesiastes 11:1) Sim, o bom efeito dos projetos de Salões do Reino em muitos sentidos é duradouro e de longo alcance.

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