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  • O Verbo — quem é ele segundo João?
    A Sentinela — 1963 | 1.° de abril
    • e, sim, a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: Que nenhum eu perca de todos os que me deu.” (João 6:38,39, ALA) Assim, até mesmo no céu Jesus era menor do que seu Pai. Durante o tempo que Jesus tinha para isso, ele continuou fazendo a vontade do seu pai, seu Enviador. Disse ele: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.” (João 9:4, ALA) Tudo isto prova que Jesus não era o Deus, cuja vontade devia ser feita, mas o menor do que Deus, fazendo a vontade divina.

  • A fonte de sua vida
    A Sentinela — 1963 | 1.° de abril
    • Parte 4

      A fonte de sua vida

      33. (a) Como Filho, o que prestou Jesus ao seu Pai? (b) Até que ponto vai a honra que Jesus disse que todos os homens devem prestar ao Filho?

      VEM-SE avolumando as evidências dos próprios escritos de João de que Jesus Cristo era o Filho de Deus. Isto em si mesmo argumenta que Jesus, como Filho, dependia de Deus e não era igual a Deus. O filho não é mais do que o pai, mas precisa honrar o pai segundo os mandamentos de Deus. Como Filho de Deus, Jesus disse: “Honro a meu Pai.” (João 8:49, ALA) Como então pode alguém dizer que ele se endeusava ou se igualava a Deus quando disse: “O Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo o julgamento, a fim de que todos honrem o Filho, do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou”? (João 5:22, 23, ALA) Com estas palavras, Jesus não nos estava dizendo que o honrássemos como se fosse o Pai ou Deus. Ele não nos disse que devíamos honrar ao Filho tanto quanto ao Pai.

      34. Neste sentido, por que devia o Filho ser honrado, e quão honrado?

      34 Leia de novo as palavras de Jesus e veja por que ele disse que devia ser honrado assim como o Pai deve ser honrado. Jesus disse que o Pai o havia nomeado Juiz, para atuar como deputado ou representante de Deus, o Juiz Supremo. Portanto, visto que Deus o nomeara Juiz, o Filho merecia ser honrado. Honrando o Filho, nós respeitamos o fato de Deus o ter nomeado Juiz. Se não honrarmos o Filho como Juiz, então não honraremos “o Pai que o enviou”. Mas isto não significa que honramos ao Filho como sendo o próprio Deus nem que honramos o Filho tanto quanto ao próprio Deus que o enviou.

      35. (a) Quem foi que honrou a Jesus, e até que ponto? (b) Quanto à grandeza, como se comparou Jesus com Deus e com Abraão?

      35 Até mesmo Deus, o Pai, não honrou nem glorificou o Filho como sendo igual a ele. Mas Deus realmente honrou ou glorificou ao Filho, Jesus Cristo, mais do que todos os outros filhos. Pois então, aquele a quem Deus honra ou glorifica, nós também devemos honrar. Na realidade, Deus requer que assim façamos. O próprio Jesus disse: “Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória nada é, quem me glorifica é meu Pai, o qual vós dizeis que é vosso Deus.” (João 8:54, ALA) O Pai de Jesus era o Deus dos judeus. Eles não consideravam Jesus um Homem-Deus ou o próprio Deus encarnado; e Jesus não pretendeu ser Deus. Jesus disse que Aquele que os judeus diziam ser o Deus deles era o que o honrava. Dai Jesus prosseguiu e declarou que não era tão grande como Deus, mas era mais que Abraão, porque tinha tido uma existência pré-humana no céu.

      36. O que significa o titulo “pai”, e o que deu apropriadamente o Pai celestial ao Filho de Deus?

      36 O título “pai” se refere ao genitor masculino dos pais, e o genitor masculino é o progenitor, o autor ou fonte, o que gera ou produz descendência. Visto que Deus era o Pai de Jesus, dependia também Jesus de Deus para viver? Unicamente as próprias palavras de Jesus podem dar uma resposta convincente a esta pergunta. Note agora as seguintes palavras de Jesus: “Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem, viverão. Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo.” (João 5:25, 26, ALA) Deus, como Pai, é a Fonte da vida; e ele dá ao Filho o privilégio de ter vida em si mesmo. Agora podemos compreender o que João 1:4, 5 (ALA) diz referente ao Verbo ou Logos: “A vida estava nele, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.”

      37. De quem e mediante quem vem a luz que Ilumina os homens?

      37 A luz que ilumina os homens que estão submergindo-se na escuridão da morte procede do Pai, a Fonte, mediante o Filo, o canal. O Filho recebeu vida do Pai. Por isso, o apóstolo Pedro podia dizer corretamente ao seu Mestre, Jesus Cristo: “Senhor, para quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna; e nós cremos e sabemos que tu és o Cristo Filho de Deus.” — João 6:68, 69, Negromonte.

      38. Como foi que Jesus comparou a origem da sua própria vida com a dos que obtém a vida mediante se alimentar dele pela fé?

      38 Quando falava a seu respeito como sendo um sacrifício humano que seria oferecido pela vida dos homens crentes, Jesus indicou a origem de sua própria vida, dizendo: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue, permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e igualmente eu vivo pelo pai; também quem de mim se alimenta, por mim viverá.” (João 6:56, 57, ALA) Os que se alimentam e vivem por Jesus, vivem mediante ele. Assim também Jesus vive mediante Deus. Assim, se o Pilho fosse coeterno com o Pai e não tivesse princípio de vida como poderia ele dizer verazmente: “Eu vivo pelo Pai”? Jesus era realmente um Filho de Deus, visto ter recebido vida de Deus Ele recebeu vida de seu Pai celestial, assim como uma pessoa que se alimenta com o sacrifício humano de Jesus mediante a fé recebe vida mediante Jesus e vive por ele. Se não fosse o sacrifício humano de Jesus, não se poderia viver para sempre no novo mundo de Deus. Assim, se, não fosse Deus, o Filho nunca teria vivido.

      39, 40. (a) De que dependia Jesus para continuar vivendo? (b) Como foi que o depender Jesus de Deus para viver foi demonstrado miraculosamente de outra maneira?

      39 Jesus, para continuar vivendo, depende de sua obediência a Deus, seu Pai. Mui apropriadamente, então, quando Jesus foi tentado pelo Diabo para que fizesse as pedras virarem pães depois de estar quarenta dias de jejum, Jesus aplicou a si mesmo as palavras do profeta Moisés: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca, de Deus.” (Mat. 4:4, ALA) Depender Jesus de Deus, o Pai, para viver é indicado também de outro modo. Como? No fato de Deus ter ressuscitado seu Filho, Jesus, dos mortos no terceiro dia depois de ele ter deposto a sua vida humana em sacrifício.

      40 Em João 5:21 (ALA) Jesus falou do poder de Deus ressuscitar os mortos e de dar-lhes vida, dizendo: “Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer.” Jesus não ressuscitou a si mesmo dos mortos; ele dependia do seu Pai imortal no céu, para tirá-lo da morte. No terceiro dia apos a sua morte sacrificial, Deus ressuscitou seu Filho e deu-lhe vida novamente, e d Filho a recebeu, aceitou-a ou a tomou de novo. Foi justamente o que Jesus tinha dito: “Por isso o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai.” — João 10:17, 18, ALA.

      41. Como e por que depôs Jesus a sua vida, e como a reouve ele?

      41 Jesus entregou a sua vida (grego: psykhé; alma). Naturalmente foram os soldados romanos que o mataram no Calvário, mas Jesus permitiu que assim fizessem, e isto em harmonia com a vontade de seu Pai ou pelo mandamento que o Pai dera a Jesus. Jesus reouve a sua vida, não que ele retirasse do altar o seu sacrifício humano ou que ele ressuscitasse a si mesmo para a vida, mas que no terceiro dia Deus ordenou que Jesus saísse dentre os mortos. Jesus fez isto mediante aceitar ou receber vida das mãos do Pai, pela autoridade de Deus. Foi como Jesus dissera: “Tenho autoridade . . . para reavê-la. Este mandamento recebi do meu Pai.” — ALA.

      42. Conforme Jesus disse a João, como é ele “o primeiro e o último”?

      42 Jesus vive novamente no céu. Depois de ter voltado para seu Pai, Jesus apareceu em visão ao apóstolo João e disse: “Eu sou o primeiro e o último, e o que vivo; fui morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos; e tenho as chaves da morte e do Hades:” Ele foi o primeiro e o último ria questão da ressurreição, pois João fala a respeito dele como “Jesus Cristo, a fiel testemunha, o primogênito dos mortos, . . . Aquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados”. (Apo. 1:17, 18, 5, NTR) Ele foi o primeiro sobre a terra a quem Deus ressuscitou dos mortos para viver “pelos séculos dos séculos”. Foi também o último a quem Deus ressuscitou diretamente, pois agora Deus deu ao ressuscitado Jesus o poder de abrir as “chaves da morte e do Hades”. Por isso, durante o seu reinado, Jesus, o Juiz, ressuscita e dá vida s quem ele quiser.

      43. (a) Qual é o argumento dos trinitaristas quanto ao significado de Apocalipse 3:14? (b) Mas, sobre a obra da criação de quem calava Jesus ali?

      43 Tudo isto nos ajuda a compreender o verdadeiro significado daquilo que o ressuscitado Jesus mandou que João escrevesse á congregação de Laodicéia, na Ásia Menor. Disse Jesus: “Estas cousas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o principio da criação de Deus.” (Apo. 3:14, ALA)a Os trinitaristas argumentam que isso significa que Jesus Cristo é o Iniciador, o Originador ou a Origem da criação de Deus; eles podem apontar traduções da Bíblia tais como Uma Tradução Americana e a tradução de Moffatt, em inglês, que dizem: “A origem da criação de Deus.” Note a expressão: “Criação de Deus.” Isto, naturalmente, não significa criar Deus, pois Deus é incriado. Jesus disse “criação de Deus” e não “criação por mim”, como se ele estivesse falando de coisas criadas por ele. Jesus falava de coisas criadas por outrem, isto é, das coisas criadas por Deus.

      44, 45. (a) Em que caso está a palavra “Deus” em grego — caso nominativo ou genitivo? (b) Segundo certos gramáticos, o que indica o chamado caso Genitivo Subjetivo?

      44 No texto grego, a palavra “Deus” [Theoũ] está no caso genitivo. Ora, no grego, bem como no português, o caso genitivo pode ter diversas relações ou conexões diferentes das que a palavra no caso genitivo tem com a pessoa ou coisa que ela modifica.

      45 Segundo o Dr. A. T. Robertson, ela pode ser genitiva de diversos modos, tais como Genitiva Possessiva, Genitiva Atributiva, Genitiva Subjetiva e Genitiva Objetiva.b Certa gramática grega explica a genitiva da fonte ou autoral, dizendo: “O Genitivo Subjetivo. Temos um genitivo subjetivo quando um substantivo no genitivo produz a ação, estando, portanto,

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