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Jesus nos ensina a orarA Sentinela — 1971 | 15 de junho
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O importante na oração é que realmente creia que Jeová está escutando. Crê que Jeová o ouve? É também importante que seja sério no que diz a Deus. É realmente sério no que diz em suas orações?
O que deve dizer nas suas orações a Jeová? Diga-me: Quando ora, o que diz a Deus?
Jeová nos dá muitas coisas boas, e é direito que as agradeçamos a ele, não é? Agradecemo-lhe o alimento que comemos. Mas já lhe agradeceu o céu azul, as árvores verdes e as flores bonitas? Ele também fez a estes. Fez também os cachorros que abanam o rabo, os gatinhos que ronronam e os belos pássaros que cantam. Há tanta coisa que lhe podemos agradecer!
Os discípulos de Jesus pediram-lhe certa vez que lhes ensinasse a orar. E o Grande Instrutor mostrou-lhes quais as coisas mais importantes pelas quais se deve orar. Sabe quais são? Pegue a sua Bíblia e abra-a em Mateus, capítulo 6. Nos versículos 9 a 13, encontramos o que muitos chamam de “oração do Pai Nosso”.
Aprendemos aqui que Jesus nos disse que devemos orar a respeito do nome de Deus. Disse que devemos orar que o nome de Deus seja santificado ou tratado como santo. Qual é o nome de Deus? A Bíblia nos diz que é Jeová e que devemos amar este nome. Em segundo lugar, Jesus nos ensinou a orar pela vinda do reino de Deus. Este reino é tão importante porque trará paz à terra e fará dela um paraíso. Terceiro, o Grande Instrutor disse que devemos orar para se fazer a vontade de Deus na terra, assim como no céu. Isto significa que devemos fazer a vontade de Deus.
Jesus também nos ensinou a orar pelo alimento que precisamos para o dia. Disse que devemos dizer a Deus que lamentamos as coisas erradas que fizemos. Devemos pedir que Deus nos perdoe. Mas primeiro temos de perdoar aos outros, se nos fizeram algum mal. Faz isso? Por fim, Jesus disse que devemos orar para que Jeová Deus nos proteja contra o iníquo, Satanás, o Diabo. Portanto, todas estas coisas são boas para se orar a Deus.
Jesus sabia que alguns se esqueceriam de orar. Deixariam de falar a Deus. Por isso, o Grande Instrutor contou uma pequena história sobre a necessidade de se continuar a pedir a Deus as coisas certas e de não se parar de orar.
Jesus disse que devia fazer de contas que um amigo seu, de longe, vem visitá-lo. Ele vem no meio da noite. Seu amigo está com fome, depois de sua longa viagem. Mas você não tem nada para comer na casa, e os armazéns estão fechados. O que vai fazer?
Talvez decida ir ao vizinho e pedir-lhe que lhe empreste um pão. Mas, e se o vizinho disser: ‘Deixe-me dormir. Já é tarde. Já fui deitar-me. Não me posso levantar e lhe dar alguma coisa’? O que fará então?
Jesus disse que, se pedir ao homem vez após vez para se levantar, ele o fará. Mesmo que não queira fazer isso, vai levantar-se e dar-lhe pão. Deus não é como aquele homem. Deus quer que nos cheguemos a ele em oração. Mas Jesus disse que devemos continuar a orar para mostrar que realmente cremos em Deus e que realmente somos sérios no que dizemos. — Luc. 11:5-9.
Por isso devemos crer que Jeová ouve nossas orações e devemos continuar a pedir a ele. Deus responderá então às nossas orações. Jeová gosta de nos ouvir orar a ele. Ele se sente feliz quando somos sérios no que dizemos em oração e quando lhe pedimos as coisas certas. E ele nos dará estas coisas. Crê nisso?
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A Bíblia ensinada aos filhosA Sentinela — 1971 | 15 de junho
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A Bíblia ensinada aos filhos
CERTA mãe, na África do Sul, que é testemunha de Jeová, relata a seguinte experiência:
“Meu marido não é testemunha de Jeová e não toma parte nos assuntos espirituais. Por isso cabe a mim o privilégio de dirigir um estudo bíblico domiciliar com nosso filho e nossa filha, em que faço o possível para inculcar a lei de Deus na mente e no coração deles. Sempre procuramos fazer regularmente nosso estudo bíblico semanal, mesmo quando estamos de férias.
“Nem sempre tem sido fácil. As crianças muitas vezes estavam cansadas por causa da escola e das tarefas. E eles tornavam bem evidente que prefeririam estar brincando lá fora. Às vezes era difícil manter seu interesse. Deixavam a mente vagar e os olhos passar pela sala, pensando em tudo menos no que devíamos estudar. Muitas vezes pensei que seria o último estudo que ia ter com meus filhos incompreensivos. Mas, com a ajuda de Jeová, eu continuava a tentar manter sua atenção e seu interesse, não deixando que o estudo se tornasse uma sessão de aborrecimento.
“Verifiquei que uma das coisas mais importantes para tornar agradáveis os nossos estudos bíblicos era uma boa preparação da minha parte. Usávamos também os mapas na Bíblia. Eu explicava as narrativas bíblicas de modo a estimular a imaginação das crianças e também procurava sempre aplicar na nossa vida diária o que havíamos aprendido. Aprendemos juntos a ter apreço da grande benevolência de Jeová, de seu maravilhoso conselho e dos seus princípios para a vida.
“Nosso estudo bíblico domiciliar tornava-se uma ocasião para se raciocinar com os filhos sobre a obediência, o respeito e a boa moral. Era a ocasião de eles aprenderem a louvar nosso grande Deus e a glorificarem seu nome. Depois de nosso estudo regular costumávamos usar pontos tirados do Anuário das Testemunhas de Jeová, pequenos artigos da revista A Sentinela e assuntos dos Esboços de Sermões, por cerca de quinze minutos. Considerávamos diversos aspectos da obra de Deus feita hoje em dia. E preparávamos pequenos sermões para usar na pregação a outros.
“Posso deveras agradecer a Jeová este grande privilégio de dirigir um estudo bíblico domiciliar com os meus filhos. Minha filha se empenha agora na obra de pregação por tempo integral e meu filho prega regularmente, já por vários anos, as boas novas de Deus. Quanta bênção resulta se perseverarmos nos nossos estudos bíblicos domiciliares com os nossos filhos, não importa a idade que tenham!”
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Seus esforços para assistir a uma assembléiaA Sentinela — 1971 | 15 de junho
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Seus esforços para assistir a uma assembléia
✔ Um rapaz de quinze anos que é testemunha de Jeová, no Canadá, quis assistir à Assembléia “Paz na Terra”, em 1969. Mas a família dele não lhe podia financiar a viagem. Visto que estava determinado a assistir à assembléia, decidiu ele mesmo ganhar o dinheiro necessário. Assim, com três meses de antecedência, ele iniciou seu projeto de assembléia — ajuntar sucata e vendê-la. Por isso, todo tempo de folga que tinha, após as aulas e nos fins-de-semana, ele ia em busca de ferro velho, limpando-o e levando-o na sua pequena carroça ao comprador local de sucata.
Embora isso ocupasse grande parte de seu tempo, nunca deixou de estudar a Bíblia ou de se empenhar regularmente na obra de pregação. Ao fim de três meses, esta Testemunha de quinze anos havia vendido uns 350 quilos de alumínio, 85 quilos de metal branco, uns 60 quilos de cobre, 110 quilos de aço inoxidável e 12 quilos de outro metal.
Com a venda desta sucata ganhou mais dinheiro do que precisava para financiar a sua viagem à assembléia. E ele ajudou generosamente a outras Testemunhas que eram pregadores de tempo integral na sua localidade. A atitude excelente e altruísta dele foi grandemente abençoada por Jeová Deus e ele usufruiu a assembléia ao máximo.
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