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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 1/9 p. 32

Perguntas dos Leitores

● Gênesis 3:22 sugere que outros no céu, além de Jeová, possuem algum conhecimento especial do que é bom e do que é mau. É assim?

Parece que não só Jeová, mas também seu Filho unigênito tinha conhecimento do que é bom e do que é mau, no sentido indicado em Gênesis.

Depois de Adão e Eva terem pecado, Jeová os julgou. Daí, Deus disse: “Eis que o homem se tem tornado como um de nós, sabendo o que é bom e o que é mau, e agora, a fim de que não estenda a sua mão e tome realmente também do fruto da árvore da vida, e coma, e viva por tempo indefinido . . .” — Gên. 3:22.

O primeiro casal humano não estava desprovido de conhecimento do bem e do mal. Deus dissera-lhes que seria errado ou mau comer do fruto de determinada árvore; de modo inverso, obedecer a Deus era bom. (Gên. 2:16, 17) De modo que o “conhecimento” específico indicado pela “árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau” envolvia a autodeterminação quanto ao que era bom e ao que era mau. Sobre isso escreveu o Professor T. J. Conant: “Por desconsiderar a vontade divina, e por decidir e agir por conta própria, o homem escolheu saber por si mesmo o que é bom e o que é mau.” Sim, Adão e Eva rejeitaram a determinação de Deus e escolheram estabelecer suas próprias normas sobre o que era bom e o que era mau.

Então, que dizer da declaração de Deus: “Eis que o homem se tem tornado como um de nós, sabendo o que é bom e o que é mau”?

Alguns pensavam que Deus usava ali o plural de majestade, como quando um rei humano talvez diga: “Não nos agrada”, referindo-se apenas a si mesmo. No entanto, há outra possibilidade, que parece ter forte apoio bíblico.

Jeová disse, em Gênesis 1:26: “Façamos o homem à nossa imagem.” As Escrituras levam à conclusão de que Deus estava ali falando ao seu Filho unigênito, que mais tarde veio à terra como Jesus. Este, a Palavra ou o Verbo, era o mestre-de-obras de Deus, por meio de quem foram feitas todas as outras coisas. (João 1:1, 3; Col. 1:15, 16; Pro. 8:22-31) A similaridade da expressão em Gênesis 3:22 sugere que Jeová novamente falava ao que lhe era mais achegado, seu Filho unigênito.

Se for assim, indica que a Palavra já tinha “conhecimento do que é bom e do que é mau”. Em vista de sua longa e íntima associação com Jeová, o Filho certamente aprendeu bem o modo de pensar do Pai, seus princípios e suas normas. Convencido da familiaridade do Filho com eles e de sua lealdade a eles, Jeová lhe pode ter concedido certa latitude também em cuidar de assuntos sem consultar diretamente o Pai a cada instante. De modo que o Filho, até este ponto, teria capacidade e autorização para decidir o que era bom e o que era mau. No entanto, não estabeleceria normas que entrassem em conflito com as de Jeová.

No caso de Adão e Eva, chegarem a conhecer o bem e o mal envolvia violar a ordem de Jeová e rejeitar suas normas. Por isso, mereciam morrer e foram sentenciados correspondentemente.

Na Tradução do Novo Mundo, Gênesis 3:22 termina com reticências, e em algumas outras versões com travessão. Isto indica que Deus não incluiu uma declaração sobre o que se devia fazer. Antes, suas palavras são interrompidas, e o próximo versículo descreve a própria ação; expulsou Adão e Eva do jardim. Assim, a norma independente deles sobre o que era bom e o que era mau não era igual à de Jeová e de seu Filho. Antes, levou-os à calamidade. — Jer. 10:23.

● Como devemos entender Jó 3:14 sobre reis e conselheiros que constroem “para si lugares desolados”?

Estas palavras aparecem em conexão com deitar-se para o sono da morte. (Jó 3:13) De acordo com uma correção no texto massorético, a expressão “lugares desolados” pode ser vertida por “pirâmides”. As pirâmides, como grandes túmulos, certamente eram “lugares desolados”, sem habitantes humanos.

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