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As boas novas segundo MateusA Sentinela — 1962 | 15 de março
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e sua predição de que a casa deles ficaria abandonada.
Em seguida, notamos uma breve trégua ara respirar, por assim dizer, em que para fala de Jesus dar em particular a vários de seus discípulos, no Monte das Oliveiras, imediatamente fora de Jerusalém, a sua grande profecia no tocante à sua segunda presença. Esta profecia teve o seu surpreendente cumprimento nos eventos ocorridos desde 1914: guerras, terremotos, escassez de viveres e, entre outras coisas, a pregação mundial das boas novas do reino de Deus. Após isso, Mateus nos dá mais três parábolas do Reino, das dez virgens, dos talentos e das ovelhas e dos cabritos.
Passa então a vir brevemente a descrição de Mateus sobre a instituição, por parte de Jesus, da “Ceia do Senhor”, seu julgamento e ‘a sua morte — eventos que são do conhecimento de todos os nossos leitores. Vem então o empolgante ponto; culminante com a ressurreição de Jesus, no capítulo 28 — as melhores de todas as novas; pois, sem a ressurreição de Jesus; tudo seria em vão. E, visto que a conclusão é a coisa que mais provavelmente será lembrada, Mateus conclui sàbiamente o seu Evangelho com a comissão mundial a seus discípulos e a sua promessa segura de que estaria com eles: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado. Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do sistema de coisas.”
O Evangelho de Mateus são realmente boas novas. A sua eficiente seleção e a ordem dos eventos do ministério terrestre de Jesus mostram o efeito do espírito santo sobre uma mente ansiosa e reconhecida. A consideração disto, num relance, não resta dúvida de que aumentará a nossa apreciação. Sejamos melhores cristãos em virtude de nossa aumentada apreciação!
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O paraíso da GaliléiaA Sentinela — 1962 | 15 de março
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O paraíso da Galiléia
O PRÓPRIO Deus Jeová cientificou os israelitas de que a terra na qual ele os estava introduzindo manava leite e mel. E Moisés, em seu discurso de despedida, exaltou as virtudes da terra na qual entravam. De toda a terra da Palestina, a Galiléia era a mais fértil e a mais bonita, e dela, a planície de Genesaré, ao noroeste do Mar da Galiléia, era a preferida. Com referência a ,ela o historiador Josefo escreveu:
“Seu feitio e beleza são maravilhosos; o solo tão frutífero que cresce nele toda a espécie de árvores, e os habitantes concordemente plantam todas as espécies de árvores ali; quanto à temperatura é tão mista que se harmoniza bem com as diversas espécies. Especialmente a noz, que requer temperatura mais fria, cresce ali em grande quantidade; há também as palmeiras que crescem melhor onde é quente; também figueiras e oliveiras crescem perto delas, as quais requerem temperatura ainda mais fresca. Alguém pode chamar a este lugar a ambição da natureza, onde aquelas plantas que por natureza inimigas, se harmonizam; é uma ,contenda alegre de estações, como se cada uma delas reclamasse possuir o lugar; pois não só alimenta as espécies diferentes de frutos do outono além da expectação humana, mas os preserva por muito tempo; abastece continuamente os homens com os frutos principais, uvas e figos, durante dez meses no ano, e o resto. dos frutos à medida que amadurecem, durante o ano todo; pois além da boa temperatura, é também regada por uma fonte muito fértil.” — Guerras, Livro 3, 10:8.
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