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NoruegaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1978
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especial entre a geração mais jovem, que toma sua posição contra a maior parte dos erros praticados em nome da religião.
Desde a Segunda Guerra Mundial, o padrão de vida na Noruega tem aumentado rápido. O materialismo possui forte garra sobre as pessoas, e os cristãos precisam ficar vigilantes para não caírem em seus laços. O crime e o uso errado de drogas crescem de forma alarmante, e o padrão moral declina.
O povo de Deus, porém, anda nas “veredas de Jeová”, e goza de Sua benevolência. (Sal. 25:10) As Testemunhas de Jeová na Noruega se deleitam de ser um grupo ativo, unido, que cresce rapidamente, de adoradores verdadeiros. Nossa oração é no sentido que Jeová Deus continue a nos considerar dignos de fazer Sua grande obra, aqui na Noruega, “a terra em direção ao norte”.
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PanamáAnuário das Testemunhas de Jeová de 1978
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Panamá
Venha conosco à “terra dos muitos peixes”. Esse título tem sido aplicado ao Panamá, um istmo comprido e estreito que forma o vínculo entre a América Central e a do Sul. Tendo cerca de 770 quilômetros de comprimento, e estendendo-se em linhas gerais do leste para o oeste, este país tem o formato dum “S” reclinado. Faz fronteira com a Colômbia, a sudeste, e com a Costa Rica, a noroeste. A largura do istmo do Panamá varia de 193 quilômetros a cerca de 60 quilômetros. O ponto mais estreito é entre a Cidade do Panamá e Colón, o que tornou essa região a escolha lógica para a localização dum canal interoceânico. Essa renomada via navegável — o Canal do Panamá — é importante vínculo entre o Atlântico e o Pacífico.
Diz-se que o Panamá foi descoberto por Rodrigo de Bastidas por volta de 1500 de nossa Era Comum. O istmo foi explorado por Colombo em 1502, e Balboa o atravessou em 1513, ao descobrir o Oceano Pacífico em 26 de setembro daquele ano.
O Panamá possui uma área terrestre total de cerca de 74.100 quilômetros quadrados. É povoado por calculadamente 1.700.000 habitantes, de muitas diferentes origens, inclusive indianos, e mormente por uma mistura de espanhóis e indígenas. O espanhol é o idioma oficial, embora se use o inglês na Zona do Canal, e se falem vários dialetos indígenas.
Esta terra tropical é cruzada por duas principais cadeias de montanhas, e entrelaçada por centenas de rios. A precipitação pluviométrica varia anualmente entre 2.290 e 3.300 milímetros, em diferentes áreas do país. O Panamá é considerado como tendo mais de 2.000 plantas diferentes, peculiares aos trópicos, bem como ampla variedade de animais, inclusive o puma, o pecari ou caititu, a preguiça, o tamanduá e o aligátor. Adicione-se a estes um número generoso de cobras, algumas delas venenosas, que podem matar um homem em questão de minutos.
No século dezesseis, a Espanha conquistou o Panamá e o tornou uma colônia sua. O Catolicismo Romano se tornou a religião estatal. No ano de 1718, o Panamá se tornou parte da vice-realeza de Nova Granada. A sua independência da Espanha foi proclamada em 1821, e realizou-se sua união com a Colômbia. Por meio do Tratado de Bidlack, de 1846, os Estados Unidos conseguiram o direito de transporte pelo istmo e construíram uma ferrovia de costa a costa. Isto facilitava a viagem da costa leste dos Estados Unidos para a Califórnia e suas fabulosas minas de ouro.
Em 1903, quando a Colômbia recusou-se a permitir que os Estados Unidos construíssem um canal, o Panamá declarou sua independência. Daí, o Panamá cedeu aos Estados Unidos o direito de construir o canal e usar em perpetuidade (ponto este que, desde então, tem sido disputado) uma faixa de 8 quilômetros de largura de terra de cada lado da via navegável, a fim de conservar e proteger o canal O Canal do Panamá ficou pronto em 1914, e, em 1920, tornou-se formalmente o “Funil do Comércio Mundial”. Assim se conseguiu, ao custo de cerca de US$ 366.000.000 (uns Cr$ 5.490 milhões), uma “Terra Dividida — um Mundo Unido”, pelo menos no sentido comercial.
Do ponto de vista econômico, o Panamá é, comparativamente, próspero na atualidade. As bananas são o principal produto de exportação, crescendo em importância a criação de gado bovino para a exportação. Frutas, legumes e café também são exportados. Milhões de dólares de renda, direta ou indiretamente relacionada à operação do Canal, vão para a República do Panamá. Também, o turismo cresce em importância.
O Panamá é uma nação de liberdade religiosa. A maioria da população professa-se católica. No entanto, a maioria das igrejas protestantes se acham representadas, bem como as religiões orientais.
OUVE-SE AS BOAS NOVAS
A obra do Reino no Panamá começou por volta do despontar do século. Em fins de 1890, um agente da Sociedade Bíblica Americana trouxe algumas das publicações da Sociedade Torre de Vigia (EUA) para o país, e começou a distribuí-las. Logo outros ficaram interessados na mensagem do Reino e começaram a falar sobre ela. Isaiah Richards, professor da cidade de Colón, organizou uma classe (ou “eclesia” como era chamada) e presidia os estudos bíblicos semanais. Isso se deu por volta de 1900.
Houve íntima conexão entre a disseminação da verdade de Deus na ilha da Jamaica e no Panamá, pois muitos
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