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  • Fenícia
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    • residentes da Fenícia demonstraram sua fé por viajarem por terra até a Galiléia a fim de ouvirem Jesus e serem curados de suas moléstias. (Mar. 3:7-10; Luc. 6:17) Mais ou menos um ano depois, Jesus visitou as planícies costeiras da Fenícia e ficou tão impressionado com a fé duma senhora siro-fenícia que ali vivia que curou milagrosamente a filha dela, possessa de demônio. — Mat. 15:21-28; Mar. 7:24-31.

      Quando irrompeu a perseguição na Judéia, depois do martírio de Estêvão, alguns cristãos fugiram para a Fenícia. Ali, por algum tempo, proclamaram as boas novas apenas aos judeus. Mas, depois da conversão de Cornélio, começaram a surgir congregações ao longo da costa da Fenícia, contendo uma mistura de judeus e de não-judeus, como ocorreu em outras partes do Império Romano. O apóstolo Paulo visitou algumas destas congregações na Fenícia, no decorrer de suas viagens, a última visita registrada aos crentes que ali moravam ocorrendo em Sídon, a caminho de Roma, já como prisioneiro, em 58 E.C. — Atos 11:19; 15:3; 21:1-7; 27:1-3.

  • Fênix
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    • FÊNIX

      [tamareira]. “Um porto de Creta.” (Atos 27:12) O navio graneleiro em que Paulo viajava como prisioneiro para Roma tentou velejar de Bons Portos até Fênix, para abrigar- se do inverno setentrional. Apanhado por uma tempestade, sofreu um naufrágio subseqüente na ilha de Malta. — Atos 27:13 a 28:1.

      Quanto à localização de Fênix, a narrativa dos Atos indica apenas que se situava a O de Bons Portos, do lado S de Creta, e que fornecia uma invernada segura. Assim sendo, propõem-se dois locais. Um deles é Loutro, no lado E dum cabo, a uns 65 km a O de Bons Portos, e o outro é Fineca, do lado oposto deste cabo.

  • Fermento
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    • FERMENTO

      Substância adicionada à massa de farinha ou a líquidos para provocar a fermentação, especialmente uma parte da massa fermentada que era guardada para ser utilizada em assar pão. Este tipo de agente fermentador é especificado pela palavra hebraica se’ór (“massa lêveda” [Êxo. 12:15]), e pela palavra grega zyme (“fermento” [Luc. 13:21]). Algo fermentado é designado pela palavra hebraica hhaméts. — Lev. 2:11.

      NA LEI DE DEUS PARA ISRAEL

      Nenhuma oferta de cereais que os israelitas apresentassem por fogo a Jeová devia ser feita de ‘algo levedado’. (Lev. 2:11) Não obstante, podia-se usar fermento em conexão com as ofertas de comunhão e agradecimento, em que o ofertante voluntariamente fazia tal apresentação num espírito de agradecimento pelas muitas bênçãos de Jeová. A refeição devia ser jubilosa; normalmente se comia pão levedado nas ocasiões felizes. Junto com a carne (isto é, com o animal) oferecida, e os pães não-fermentados, o ofertante trazia bolos de forma anular de pão levedado, que não eram colocados no altar, mas eram comidos pelo ofertante e pelo sacerdote oficiante. — Lev. 7:11-15.

      Na apresentação das primícias da colheita de trigo, no dia de Pentecostes, o sumo sacerdote movia perante Jeová dois pães fermentados de trigo. (Lev. 23:15-21) É digno de nota que, no dia de Pentecostes de 33 E.C., os primeiros membros da congregação cristã, a saber, os discípulos de Jesus Cristo retirados dentre os judeus, foram ungidos com espírito santo. Jesus Cristo, como o grande Sumo Sacerdote de Jeová, pôde apresentar perante Deus os primeiros de seus irmãos espirituais. Estes foram tirados de entre a humanidade pecaminosa. (Atos 2:1-4, 41) Cerca de três anos e quatro meses depois, os primeiros conversos gentios incircuncisos ao cristianismo, Cornélio e sua casa, foram ungidos com espírito santo, desta forma sendo apresentados perante Deus. Estes provinham igualmente da humanidade pecadora. — Atos 10:24, 44-48; Rom. 5:12.

      A Festividade dos Pães Não-Fermentados ocupava os sete dias depois da Páscoa, a saber, de 15 a 21 de abibe ou nisã. Nesses dias, nada levedado nem qualquer massa lêveda devia sequer ser encontrada nas casas dos israelitas ou “vista” com eles. (Êxo. 12:14-20; 13:6, 7; 23:15) Isto servia para lembrar-lhes de sua libertação às pressas do Egito, pela mão de Jeová, quando não tiveram tempo nem de esperar que sua massa fermentasse, mas, com pressa, levaram-na com eles, junto com suas amassadeiras. — Êxo. 12:34.

      SIGNIFICADO SIMBÓLICO

      “Fermento” foi amiúde usado na Bíblia para indicar pecado ou corrupção. Jesus Cristo disse a seus discípulos: “Vigiai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus”, e: “Vigiai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.” Os discípulos, de início, não entenderam que Jesus empregava um simbolismo, mas, por fim, discerniram que ele os avisava a ficarem vigilantes quanto à doutrina falsa e às práticas hipócritas, “o ensino dos fariseus e dos saduceus”, ensino este que tinha efeito corrompedor. (Mat. 16:6, 11, 12; Luc. 12:1) Ele também mencionou Herodes (incluindo, evidentemente, os seus partidários) em um de seus avisos, afirmando: “Mantende os olhos abertos, acautelai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes.” (Mar. 8:15) Jesus denunciou destemidamente os fariseus como hipócritas, preocupados com a ostentação. (Mat. 23:25-28) Apontou o conceito doutrinal errôneo dos saduceus. Expôs a hipocrisia e as artimanhas políticas dos partidários de Herodes. — Mat. 22:15-21; Mar. 3:6.

      O apóstolo Paulo utilizou o mesmo simbolismo quando ordenou à congregação cristã de Corinto que expulsasse um homem imoral da congregação, dizendo: “Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Retirai o velho fermento, para que sejais massa nova, conforme estiverdes livres do levedo. Pois, deveras. Cristo, a nossa páscoa, já tem sido sacrificado.” Mostrou então claramente o que queria dizer por “fermento”: “Conseqüentemente, guardemos a festividade, não com o velho fermento, nem com o fermento de maldade e iniqüidade, mas com os pães não fermentados da sinceridade e da verdade.” (1 Cor. 5:6-8) Paulo extraía aqui um significado pictórico da Festividade dos Pães Não-Fermentados, judaica, que se seguia, sem lapso de tempo, à celebração da Páscoa. Assim como uma pitada de massa fermentada faria com que toda a massa ou fornada de pão ficasse levedada, assim a congregação, como um grupo, caso não removesse a influência corrompedora daquele homem imoral, tornar-se-ia impura aos olhos de Jeová. Tinham de agir, a fim de remover o “fermento” do seu meio, assim como os israelitas não podiam ter fermento em sua casa durante aquela festividade.

      O fermento estava ligado à corrupção, mesmo na mente de outros povos da antiguidade, além de os hebreus. Por exemplo, Plutarco, biógrafo grego, falou dele como “sendo em si a prole da corrupção, e corrompendo a massa de farinha com a qual é misturada”.

      Foi com ironia que Jeová disse ao transgressor Israel, nos dias de Amós: “Com o levedado fazei fumegar um sacrifício de agradecimento e proclamai ofertas voluntárias.” (Amós 4:5) Deus lhes dizia que toda a adoração que prestavam em Betel e em Gilgal constituía uma transgressão contra Ele, de modo que poderiam muito bem ir ao cúmulo de oferecer também pão levedado no altar — sem restrições. Tudo isso ainda seria em vão, porque estavam cometendo idolatria.

  • Ferro (Aço)
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    • FERRO (AÇO)

      Um dos mais antigos metais conhecidos do homem. Atualmente é classificado como o mais abundante, o mais útil e o mais barato de todos os metais. Trata-se do quarto elemento mais abundante na crosta terrestre, ao passo que se diz que o núcleo da terra se compõe quase de 90 por cento de ferro. Outrossim, é incomum no comércio o ferro puro. O ferro-gusa contém cerca de 3 por cento de carbono, além de pequenas quantidades de outros elementos. O ferro forjado possui muito menos carbono. (Jó 40:18) As muitas variedades de aço são simples ligas de ferro com carbono e outros componentes, para lhes dar características especiais. (2 Sam. 22:35; Jó 20:24; Sal. 18:34; Jer. 15:12) Devido às fornalhas e aos métodos rudimentares de fundição, nos tempos bíblicos o ferro jamais era totalmente purificado, mas era uma liga de carbono e de outros elementos. Tubalcaim, do quarto milênio A.E.C., foi a primeira pessoa de que se tem conhecimento que forjou o ferro e trabalhou com ele. (Gên. 4:22) Em vista da facilidade com que o ferro se oxida e corrói, é notável que se tenham achado objetos de ferro que datam de mil anos ou mais antes da Era Comum. Também foram encontrados alguns artigos antigos de aço.

      O ferro dos meteoritos era um dos tipos usados desde os primeiros tempos pelo homem. Nas tumbas egípcias, encontraram-se contas de ferro cuja composição provou terem sido feitas de meteoritos. Mas o homem não se limitava a esta fonte de suprimento. Extraía óxidos e sulfetos de ferro, e os fundia, apesar das elevadas temperaturas exigidas para a fusão do ferro. (Jó 28:2; Eze. 22:20; veja REFINO, REFINADOR.) Seu emprego era bem limitado, em comparação com o cobre e o bronze, que podiam ser trabalhados a frio. Sem embargo, o ferro era, por certo, especialmente apreciado por causa de sua grande dureza e utilidade. Em Daniel 2:32, 33, é alistado junto com outros metais valiosos, inclusive o ouro, a prata e o cobre. (Compare com Isaías 60:17.) O ferro achava-se incluído entre os despojos de guerra que os israelitas tanto apreciavam. (Núm. 31:22; Jos. 6:19, 24; 22:8) O seu quinhão, contudo, seria maior do que o de ferro capturado. Moisés prometeu que, ao chegarem à Palestina, eles encontrariam depósitos de ferro, e assim aconteceu. (Deut. 8:9) Outras fontes de ferro mencionadas na Bíblia são Társis, Dã e Javã de Uzal. — Eze. 27:12, 19.

      Em sua conquista da Terra Prometida, os israelitas se viram confrontados com carros de guerra equipados de foices de ferro. (Jos. 17:16, 18; Juí. 1:19) Em certo ponto, durante o período dos juízes, “não se achava ferreiro [metalúrgico] em toda a terra de Israel”. Devido a uma proscrição imposta pelos filisteus nos dias de Saul, apenas o rei e seu filho, Jonatã, possuíam uma espada; Israel se via obrigado a levar todas as ferramentas de metal aos filisteus para afiá-las. (1 Sam. 13:19-22) Mais tarde, contudo, o Rei Davi juntou vastas quantidades de ferro para ser usado na construção do templo. Sob o reinado de Salomão, foi contribuído “ferro no valor de cem mil talentos”, ou, segundo muitas traduções: “Cem mil talentos de ferro.” — 1 Crô. 22:14, 16; 29:2, 7.

      O ferro tinha muitas finalidades: ferramentas (Núm. 35:16; Deut. 27:5; 2 Sam. 12:31; 1 Reis 6:7; 1 Crô. 20:3; Isa. 10:34; Amós 1:3; 1 Tim. 4:2); pregos (1 Crô. 22:3); assadeiras (Eze. 4:3); estilos para escrita (Jó 19:24; Jer. 17:1); portas (Atos 12:10); armas e armaduras (Juí. 4:3, 13; 1 Sam. 17:7; 2 Sam. 23:7; Jó 20:24); barras e grilhões das prisões (Sal. 105:18; 107:10, 16; 149:8; Isa. 45:2); deuses falsos. — Dan. 5:4.

      A fornalha de ferro é um símbolo duma opressão dura e ardente (Deut. 4:20; 1 Reis 8:51; Jer. 11:4); os jugos de ferro, de escravidão interminável. (Deut. 28:48; Jer. 28:13, 14) Em sentido figurado, o ferro simboliza dureza (Lev. 26:19; Deut. 28:23), teimosia (Isa. 48:4; Jer. 6:28), força (Jer. 1:18; Dan. 7:7; Rev. 9:9), poder régio e autoridade judicial. — Sal. 2:9; Rev. 2:27; 12:5; 19:15.

  • Ferrugem
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    • FERRUGEM

      A camada avermelhada, porosa e quebradiça que se forma sobre o ferro quando quimicamente atacado pelo ar úmido; por extensão, a camada produzida pela corrosão em quaisquer dos vários outros metais. O ferro enferruja, e diz-se que o cobre e a prata se corroem; até mesmo o ouro pode ser atacado por certos ácidos ou elementos. A palavra hebraica

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