BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • A exposição do falso reino de refúgio
    A Sentinela — 1976 | 1.° de junho
    • “a Igreja nominalmente cristã” ou ‘a organização de professos cristãos, incluindo os verdadeiros e os falsos’, a simbólica rede de arrasto será realmente eliminada. Tal dispositivo religioso, que inclui a cristandade, será lançado fora e nunca mais usado. Até o fim da “terminação do sistema de coisas”, Jeová Deus terá obtido todos os seus “peixes” bons para o verdadeiro “reino dos céus”. (Mat. 4:17; 13:47-50) Portanto, não ser isso ilustrado pela parábola não prova que a figurativa rede de arrasto não atinja seu objetivo e não seja eliminada, posta de lado, para nunca mais ser usada. Contudo, Jesus disse que “o reino dos céus” era semelhante a essa rede de arrasto. Certamente, pois, a própria rede não representava em si mesma a classe do Reino, de 144.001 membros.

      QUE DIZER DE COISAS FERMENTADAS OFERECIDAS A JEOVÁ?

      25. Embora a organização nominalmente cristã esteja levedada com coisas babilônicas, que pergunta poderá ter alguém ainda sobre o fermento escondido na massa por uma mulher, e por quê?

      25 Não há dúvida de que a organização nominalmente cristã, representada pela “árvore” mostardeira cheia de aves, ficou corruta com ensinos e práticas babilônicos. Na consideração precedente, salientou-se que este corrompimento da organização professamente cristã foi representado na parábola de Jesus, em que certa mulher escondeu um pouco de fermento em três grandes medidas de farinha, a fim de levedar a massa inteira. (Mat. 13:33) No entanto, alguém talvez ainda ache dificuldade nesta explicação da parábola. Poderá perguntar-se: Será que o fermento nesta parábola retrata realmente algo ruim, que corrompe a religião? Não poderá representar o poder que permeia a verdadeira congregação cristã de herdeiros do Reino com justiça e santidade? Ora, veja as coisas que se ofereciam a Jeová Deus segundo a lei de Moisés e que continham fermento e que tinham a Sua aceitação! Não indica isso que as Escrituras Sagradas usam o fermento como símbolo do que é bom e justo? Não se poderá dar isso também no caso da parábola de Jesus a respeito do fermento metido numa grande quantidade de massa?

      26. Como poderia tal indagador raciocinar a respeito do fermento nos dois pães de trigo que o sumo sacerdote oferecia no dia de Pentecostes?

      26 Um caso destacado, que se poderia citar, de coisas levedadas oferecidas a Jeová sob as ordens dele e que tinha sua aceitação são os dois pães levedados de trigo que o sumo sacerdote judaico oferecia no dia da Festividade das Semanas, ou Pentecostes, que caía no sexto dia do mês lunar primaveril de sivã. Este era o qüinquagésimo dia depois de 16 de nisã, em que o sumo sacerdote oferecia as primícias da ceifa da cevada. (Lev. 23:15-17; Deu. 16:9-12; Atos 20:16; 1 Cor. 16:8) Em vista de todo o respeito com que se tratavam estes dois pães, poderia raciocinar-se do seguinte modo: Jeová aceita no dia festivo os dois pães de trigo contendo fermento. Então, não significa neste caso a aceitação de algo levedado por Jeová que o fermento assume um significado favorável? Não prova isso que o fermento, às vezes, assume um valor simbólico bom perante Deus? Ora, o pão fermentado era pão favorito entre o antigo povo escolhido de Jeová, ao passo que o pão não fermentado era chamado de “pão de tribulação”. (Deu. 16:1-3) Isto certamente deve dar ao fermento um aspecto favorável quando usado como símbolo na Bíblia!

      27. Se seguirmos tal raciocínio, a que conclusão nos levará quanto ao significado do fermento, no antítipo, nos dois pães pentecostais de trigo?

      27 Se seguíssemos tal raciocínio com respeito aos dois pães levedados de trigo, apresentados no dia festivo das Semanas, aonde nos levaria isso coerentemente? Ao seguinte: Aqueles dois pães pentecostais eram típicos, prefigurando coisas vindouras, segundo o propósito de Deus. Portanto, no antítipo daquela apresentação dos dois pães levedados em 6 de sivã, o que era simbolizado por aquele fermento nos pães tinha de ser algo de bom, justo e virtuoso. Por isso, perguntamos: O que tipificavam aqueles dois pães fermentados de trigo? Tipificam a verdadeira congregação cristã de crentes humanos imperfeitos, a qual veio à existência no dia de Pentecostes do ano 33 E. C. (Zion’s Watch Tower de 1.º de março de 1898, página 68, parágrafo 4) Portanto, se o fermento, no dia de Pentecostes, representava algo de bom, então de modo coerente, a nova congregação cristã é retratada como tendo começo com um antitípico fermento do que é bom em si mesma, alguma especial “graça do espírito santo”. Tudo isso se daria antes do derramamento do espírito santo!

      28. No entanto, em harmonia com A Torre de Vigia, o que representa o fermento nos dois pães típicos de trigo, de Pentecostes?

      28 Todavia, será que os membros humanos da congregação cristã começaram com algum mérito próprio, no íntimo, no dia de Pentecostes, quando foi derramado sobre eles o espírito santo de Deus, Não; não possuíam nenhuma justiça própria. Portanto, o fermento encontrado na oferta das primícias da colheita de trigo já por muito tempo está sendo explicado como significando pecado, o pecado que os membros da congregação cristã dos co-herdeiros do Reino herdaram do desobediente Adão. (Rom. 5:12; veja The Watch Tower de 15 de junho de 1912, página 198, o segundo parágrafo debaixo do título “Parábola do Fermento”.) Contudo, lá no dia de Pentecostes de 33 E. C., aconteceu com os membros imperfeitos da congregação cristã que “o sangue de Jesus, seu Filho, purifica-nos de todo o pecado”. — 1 João 1:7; veja a página 229, parágrafo 1, até a página 231 do livro The Temple (O Templo), de Alfred Edersheim, edição de 1881.b

      29. (a) Com que dia de oferta de primícias relaciona-se o dia de Pentecostes, e como? (b) Que dizer da questão do fermento com relação àquele dia anterior da oferta de primícias da colheita?

      29 Tal explicação do fermento nos dois pães pentecostais de trigo é apoiada por outro fato. É o seguinte: Pentecostes, o dia festivo das Semanas (Shabuoth), é relacionado pela contagem do tempo com o dia da oferta das primícias da ceifa de cevada. Esta oferta era feita no dia 16 de nisã, no terceiro dia depois da Páscoa. (Lev. 23:9-17) Em 16 de nisã, quando o sumo sacerdote movia para lá e para cá “um molho das primícias da . . . colheita” de cevada por Israel, não se oferecia nenhum fermento junto com ele. Ofereciam-se dois décimos dum efa de flor de farinha umedecida com azeite, junto com um quarto de um him de vinho, mas nenhum fermento. (Lev. 23:13) De fato, essa cerimônia caía dentro da festividade dos pães não fermentados, de sete dias de duração, tempo durante o qual não podia haver fermento por perto ou ser consumido. Então, por que não havia fermento nesta cerimônia, em 16 de nisã, enquanto na festividade relacionada de Pentecostes havia fermento presente?

      30. (a) Se o fermento tipificasse algo justo então, o que indicaria a sua ausência no dia da oferta das primícias da cevada? (b) O que tipificou o molho das primícias da ceifa da cevada?

      30 Se o fermento devesse ser encarado como símbolo favorável, porque Deus o aceitava no dia de Pentecostes, por que não era permitido nas ofertas feitas quando se movia o molho das primícias da ceifa de cevada? Se o fermento fosse um símbolo em sentido bom, então, não indicaria a ausência de fermento que faltava algo de bom na oferta do molho de cevada pelo sumo sacerdote? Sim, tipificaria que, no cumprimento deste quadro profético, faltava alguma virtude ou alguma “graça do espírito santo”. Mas, era este realmente o caso? Para obtermos a resposta, temos de considerar o que foi tipificado pelo molho das primícias da ceifa da cevada. Não é outro senso o próprio ressuscitado Senhor Jesus Cristo. — 1 Cor. 15:20.

      31. (a) Em que dia foi Jesus ressuscitado, e por que então? (b) O que foi representado a respeito da ressurreição de Cristo por não se permitir fermento naquele dia, em Israel?

      31 Em harmonia com isso, Jesus Cristo foi ressuscitado dentre os mortos no domingo, 16 de nisã de 33 E. C., no meio da festividade dos pães ou bolos não fermentados, de uma semana de duração. Nesta gloriosa ressurreição, certamente não lhe faltava algo de bom, alguma virtude ou “graça do espírito santo”, o que seria representado se o fermento ausente fosse encarado como símbolo favorável, como algum chamado ‘fermento da justiça’. Bem ao contrário, a ausência do fermento em 16 de nisã, por ocasião de se mover o molho das primícias da ceifa da cevada tipificava que Jesus Cristo foi ressuscitado como pessoa espiritual perfeita, justa e sem pecado. Na sua ressurreição, como diz 1 Timóteo 3:16, ele “foi declarado justo em espírito”. Não havia nele nenhum simbólico “fermento”.

      32. (a) O que disse Jesus a respeito do pão que partiu ao instituir a Ceia do Senhor? (b) Portanto o que simbolizava ali a qualidade ázima desse pão?

      32 Relacionado com isso há o seguinte fato: O dia 16 de nisã, quando se apresentava a Jeová Deus as primícias da ceifa da cevada, era o terceiro dia depois da Páscoa. Depois de Jesus Cristo ter celebrado a ceia pascoal em 14 de nisã de 33 E. C., tomou um pão não levedado ou ázimo, partiu-o e disse aos seus apóstolos fiéis: “Tomai, comei. Isto significa meu corpo.” (Mat. 26:26) Visto que não havia fermento no pão usado, significa isso que, segundo o raciocínio de que o fermento é um bom símbolo, ao corpo carnal de Jesus faltava alguma coisa, faltava justiça ou alguma “graça do espírito santo”? De modo algum! A qualidade ázima do pão, o qual, segundo disse Jesus, representava seu corpo, retratava que o corpo carnal de Jesus era livre de todo o pecado e da imperfeição. — Heb. 7:26

      33. Assim, pois, como usam as Escrituras Sagradas o fermento de modo simbólico, e que testemunhas temos em apoio disso?

      33 De acordo com todo o precedente, os números de 15 de maio de 1900 e de 15 de junho de 1910 da revista Torre de Vigia (Sentinela), em inglês, estavam corretos ao dizer que o fermento, ou a massa lêveda, como símbolo, é usado em todas as Escrituras com sentido desfavorável ou aspecto negativo. Desde a primeira menção de fermento ou massa lêveda na Bíblia, em Êxodo 12:15-20; 13:7, até a última menção, em Gálatas 5:9, as Escrituras Sagradas usam o fermento como símbolo de algo mau. Se precisarmos testemunhas disso, temos pelo menos DUAS testemunhas, atestando que a Bíblia usa invariavelmente o fermento como símbolo de algo mau, da injustiça, do erro e do pecado. Jesus mencionou o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes. (Mat. 16:6-12; Mar. 8:15; Luc. 12:1) O apóstolo Paulo adverte contra o fermento que leveda a massa inteira. Ele se refere à festividade típica dos pães não fermentados e define claramente o que o fermento simboliza, pois, ele diz: “Cristo, a nossa páscoa, já tem sido sacrificado. Conseqüentemente, guardemos a festividade, não com o velho fermento, nem com o fermento de maldade e iniqüidade, mas com os pães não fermentados da sinceridade e da verdade.” — 1 Cor. 5:6-8; veja Deuteronômio 17:6, 7; 19:15; 1 Timóteo 5:19; Hebreus 10:28.c

      34. Por conseguinte, o que ilustra a parábola do fermento?

      34 Em face disso, Jesus não fez uma exceção com respeito ao significado do fermento, quando contou a parábola da mulher, que escondeu um pouco de fermento em três grandes medidas de farinha. Na sua coerência de ensino, ele usou ali o fermento como símbolo de algo desfavorável. De modo que a parábola precisa ilustrar algo desfavorável nos assuntos que têm que ver com o “reino dos céus”. A fermentação da grande quantidade de massa representa ali profeticamente o corrompimento da congregação professamente cristã com erro babilônico de ensino e prática. Representa a fermentação simbólica daquilo que é ilustrado pela mostardeira plenamente desenvolvida. Tanto Mateus como Lucas, apropriadamente, colocam a parábola do fermento ao lado da parábola do grão de mostarda, e Lucas faz isso logo após a causticante censura dos religiosos hipócritas. — Luc. 13:10-21.

  • Fuga para o verdadeiro reino de refúgio
    A Sentinela — 1976 | 1.° de junho
    • Fuga para o verdadeiro reino de refúgio

      1. (a) Como foi exposta a organização retratada pela “árvore” mostardeira da parábola de Jesus? (b) Como se mostrou a maioria das pessoas na cristandade assim como descrito em Isaías 6:8-10?

      A ORGANIZAÇÃO representada pela “árvore” que se desenvolveu dum grão de mostarda, na parábola de Jesus, tem sido exposta pela pregação mundial das testemunhas cristãs de Jeová. (Mat. 13:31, 32) Relativamente poucos professos cristãos têm fugido daquela organização religiosa, a saber, a cristandade, e se têm refugiado no reino messiânico de Deus, proclamado pelas testemunhas cristãs de Jeová. Estas Testemunhas, iguais ao profeta Isaías, do oitavo século A. E. C., têm ido e ainda vão repetidas vezes aos povos da cristandade, mas em que condição espiritual mostra encontrar-se a grande maioria da cristandade? Assim como predisse o profeta Isaías, a saber, de olhos grudados, de ouvidos insensíveis e de coração sem apreço da mensagem do Reino. — Isa. 6:8-10.

      2. Por quanto tempo ficarão tais pessoas espiritualmente doentes na cristandade?

      2 Por quanto tempo permanecerão tais naquele estado de doença espiritual, dentro

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar