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Festividade Das BarracasAjuda ao Entendimento da Bíblia
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“Do seu mais íntimo manarão correntes de água viva”’”. (João 7:37, 38) Também, talvez fizesse alusão à iluminação de Jerusalém pelas lâmpadas e tochas na área do templo, durante a festividade, ao dizer pouco depois aos judeus: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, de modo algum andará na escuridão, mas possuirá a luz da vida.” (João 8:12) Pouco depois de sua palestra com os judeus, Jesus talvez ligasse Siloé com a festividade e suas luzes, ao encontrar um homem que nascera cego. Depois de declarar a seus discípulos: “Sou a luz do mundo”, ele cuspiu no chão e fez barro com a saliva, colocou tal barro sobre os olhos daquele homem e lhe disse: “Vai lavar-te no reservatório de água de Siloé.” — João 9:1-7.
Por certo, a Festividade das Barracas era uma conclusão apropriada para o ano agrícola e para o ciclo de festividades do ano. Tudo relacionado com ela exala alegria, bênçãos abundantes das mãos de Jeová, revigoramento e vida.
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Festividade Das TrombetasAjuda ao Entendimento da Bíblia
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FESTIVIDADE DAS TROMBETAS
Esta festividade acontecia no primeiro dia (ou na lua nova) do sétimo mês, etanim (tisri). Assinalava o começo do ano secular dos judeus. Destacava-se da Festividade da Lua Nova nos outros onze meses como sendo mais importante. A ordem declara adicionalmente sobre a Festividade das Trombetas que ela devia ser reservada como um dia de santo congresso, no qual não se devia fazer nenhuma sorte de obra laboriosa.
A festividade obtém seu nome da seguinte ordem: “Deve haver para vós um completo repouso, um memorial ao toque de trombeta.” “Deve mostrar-se para vós um dia de toque de trombeta.” Neste dia, eram apresentados os sacrifícios de um novilho, um carneiro, sete cordeiros sadios de um ano, junto com uma oferta de cereais de flor de farinha, umedecida com azeite, e um cabritinho como oferta pelo pecado. Isto era em adição às ofertas diárias constantes, bem como aos sacrifícios que eram especialmente ofertados nos dias de lua nova. — Lev. 23:24; Núm. 29:1-6.
Em Levítico 23:24, onde se fornece uma ordem específica de tocar a trombeta na lua nova do sétimo mês, o termo “trombeta” provém da palavra hebraica hhatsohtseráh. Esta designa uma trombeta reta, uma corneta, em contraste com a trombeta shohphár, que era feita dum chifre animal. Parece que trombetas shohphár também eram sopradas nessa ocasião, bem como nas outras luas novas, conforme indicado pelo Salmo 81:3. A tradição também sustenta que ambas as espécies eram usadas na Festividade das Trombetas.
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Festividade Do SábadoAjuda ao Entendimento da Bíblia
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FESTIVIDADE DO SÁBADO
O sábado do sétimo dia é mencionado em relação com as festividades designadas e as luas novas, e, em especial, era reservado qual dia para meditação sobre coisas espirituais e para instrução na lei de Deus. Certos dias das festividades e também as luas novas eram sábados. Falando-se em sentido geral, o sábado do sétimo dia era mais restritivo quanto às atividades normais da vida do que a maioria dos santos congressos ou sábados associados com as festividades. Nenhuma obra de qualquer espécie, nem obra laboriosa, nem trabalho comercial, nem serviço doméstico, podiam ser feitos no sábado do sétimo dia, nem mesmo acender fogo ou juntar gravetos para tal finalidade. No deserto, na época em que foi instituído, não se fornecia nenhum maná para ser colhido no sábado, sendo necessário juntar duas vezes mais dele no sexto dia. — Êxo. 16:22-27; 20:8; 35:2, 3; Núm. 15:32-36; veja ANO SABÁTICO; SÁBADO, DIA DE.
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Festividade Dos Paes Não-fermentadosAjuda ao Entendimento da Bíblia
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FESTIVIDADE DOS PAES NÃO-FERMENTADOS
Esta festividade começava em 15 de nisã, o dia depois da Páscoa, e continuava por sete dias até 21 de nisã. Seu nome deriva-se dos pães não-fermentados (Heb. , matstsáh), o único pão permitido durante os sete dias da festividade. O pão não-fermentado é trabalhado com água, mas sem fermento. Tem de ser preparado rapidamente, se há de impedir-se a fermentação.
O primeiro dia da Festividade dos Pães Não-Fermentados era uma assembléia solene ou sábado. No segundo dia, 16 de nisã, trazia-se ao sacerdote um molho das primícias da cevada colhida, a primeira safra a amadurecer na Palestina. Antes desta festividade, não se podia comer nenhum cereal novo, ou pão, ou cereal tostado da nova safra. O sacerdote oferecia simbolicamente tais primícias a Jeová, por mover o molho do cereal para a frente e para trás, ao passo que se oferecia um carneiro sadio, em seu primeiro ano, como oferta queimada, junto com uma oferta de cereal umedecida em azeite e uma oferta de bebida. (Lev. 23:6-14) Não havia ordem de queimar parte do cereal ou de sua farinha sobre o altar, conforme feito mais tarde pelos sacerdotes. Durante esta ocasião festiva, não só havia uma oferta pública ou nacional de primícias, mas também se fazia provisão para que toda família e todo indivíduo que tivesse uma herança em Israel oferecesse sacrifícios de agradecimento. — Êxo. 23:19; Deut. 26:1, 2.
SIGNIFICADO
O comer os pães não-fermentados nessa ocasião estava em harmonia com as instruções que Moisés recebera de Jeová, conforme registradas em Êxodo 12:14-20, que incluem a injunção estrita, no versículo 19: “Por sete dias não se deve achar nenhuma massa lêveda nas vossas casas.” Em Deuteronômio 16:3, os pães não- fermentados são chamados de “pão de tribulação”, e eram um lembrete anual para os judeus de sua partida apressada da terra do Egito (quando não tiveram nem tempo de deixar fermentar sua massa [Êxo. 12:34]). Assim lembravam a condição atribulada e a escravidão das quais Israel foi liberto, como o próprio Jeová dissera: “Para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito todos os dias da tua vida.” A concretização de sua libertação vigente
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