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  • O que espera de sua religião?
    Despertai! — 1979 | 22 de novembro
    • do mundo’ a minha igreja, não sendo contaminada pelo seu baixo nível moral, por sua política, por suas contendas egoístas, conforme Tiago, o escritor bíblico, descreve as qualidades da verdadeira religião, em Tiago 1:27?

      Muitos, nessa época inquieta, estão reexaminando sua religião. Quer sejam jovens quer idosos, é o tempo apropriado de fazê-lo. Se se sente perturbado quanto à sua religião, primeiro sente-se e leia um pouco a Bíblia, se possível, junto com sua esposa ou seu marido, e outros membros de sua família. Usando uma concordância ou dicionário bíblico, verifique se os ensinos de sua igreja estão em harmonia com a Bíblia. Daí, considere se sua religião produz bons frutos. Expressam seus membros “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”? (Gál. 5:22, 23) Existe a motivação de ensinar as verdades bíblicas a outros? Mantém-se sua religião ‘sem mancha do mundo’?

      Se notar que sua religião falha em alguns destes aspectos, procure cristãos que se empenham em ajudar outros a entender a Bíblia — que se dispõem a dirigir um estudo ou palestra bíblica com o leitor. Veja se fazem isto com genuíno amor, não por qualquer motivo comercial ou egoísta, mas no espírito pacífico da Palavra de Deus. Veja se seguem o padrão dos discípulos primitivos de Cristo. Associe-se com os cristãos que, em harmonia com o conselho da Bíblia, estão ‘considerando uns aos outros para se estimularem ao amor e a obras excelentes’. — Heb. 10:24, 25.

      Se fizer isto, poderá estar certo de que Deus o ajudará a conseguir o que precisa da religião e, ademais, o que verdadeiramente lhe satisfaz o coração. — Mat. 6:33, 34.

  • A Igreja Católica, como a Itália a vê
    Despertai! — 1979 | 22 de novembro
    • A Igreja Católica, como a Itália a vê

      RECENTES acontecimentos no Vaticano causaram comoção em todo o mundo católico. Sacerdotes e outros intimamente relacionados à hierarquia da Igreja ficaram grandemente abalados. O que dizer do povo italiano?

      Os católicos italianos ficaram pesarosos com a morte do Papa João Paulo I (Luciani). A cobertura do rádio e da televisão sobre os assuntos relativos à morte dele, em 28 de setembro de 1978, foi excecional. No entanto, os comentários feitos pelo povo parecem revelar que, em geral, estão mais interessados no aspecto não-religioso das notícias.

      Muitos italianos queixaram-se do cancelamento de filmes e de outros programas favoritos para dar lugar a noticiários quase que constantes sobre o funeral, o conclave para eleição, etc. Com respeito à morte de João Paulo I, o periódico L’Espresso, de 8 de outubro de 1978, citou o diretor de um programa nacional de notícias como tendo dito: “Certamente não mostraríamos grande respeito pelo público se o continuássemos a bombardear quantitativa e qualitativamente como o fizemos por ocasião da morte de Paulo VI.”

      Tinha-se também a sensação de que as habilitações políticas, ao invés de as religiosas, exerciam maior força nas eleições papais. A imprensa deu ampla cobertura às “manobras políticas” por trás da eleição do sucessor de João Paulo I. O jornal Il Messaggero, em seu número de 3 de outubro de 1978, estampava uma manchete de primeira página que perguntava: “Um pastor de almas como Luciani ou um Papa ‘voltado para a política’?” E, em 7 de outubro, um artigo sobre “O Jogo de Benelli” considerava as manobras que esse influente cardeal fazia na eleição do sucessor do papa. Mesmo antes da eleição de Luciani, o jornal La Nazione, em sua edição de 27 de agosto, declarara: “Durante os últimos dias, deu-se demasiada importância à análise dos vários cardeais, de sua posição política e de sua origem geográfica, esquecendo-se a crise em que a Igreja se encontra atualmente.”

      Suspeitas Sobre a Morte de João Paulo I

      A suspeita de intriga política foi ressaltada pela morte súbita de João Paulo I. “Eles o mataram”, e “Mataram-no por motivos políticos” foram comentários repetidamente ouvidos Um sociólogo citado em Corriere della Sera, datado de 2 de outubro de 1978, comentava: “É muito estranho como o rumor se espalhou, de que o Papa tinha sido envenenado.” A revista Panorama, de 10 de outubro de 1978 (num breve artigo intitulado “Por Que as Pessoas Dizem que Ele Foi Assassinado?”), comentou: “Em Roma, esta dúvida começou de imediato a insinuar-se na mente do povo, assim como se o relógio tivesse voltado 500 anos, aos dias das intrigas dos Bórgia, fomentadas pelo Papa Alexandre VI e seus filhos, Lucrécia e César. Os motoristas de táxi e lojistas só tinham um tópico de conversa nos últimos dias: que houve alguma espécie de trama por trás da morte do Papa.”

      Mas não foi só o público que nutria suspeitas. Vários jornais estamparam manchetes que chamavam a morte do papa de mistério, e sugeriam que se fizesse uma investigação. O secretário do “Civiltà Cristiana”, um movimento tradicionalista católico, declarou: “Os rumores, as perplexidades e as dúvidas sobre certas circunstâncias e as causas da morte do Papa são muitos e variados. Por este motivo, achamos que seria correto que as autoridades judiciais nos dessem uma resposta inequívoca.” O jornal Corriere

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