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  • Adore a Deus do modo dele
    A Sentinela — 1981 | 15 de setembro
    • separarmo-nos de religiões que não promovem o modo de Deus de ser adorado. De fato, Deus nos ordena ‘sair, se não quisermos compartilhar nos seus pecados e receber parte das pragas procedentes de Deus’. — Rev. 18:4, 5; 2 Cor. 6:14-18.

      As Testemunhas de Jeová estão seriamente interessadas em harmonizar a vida com a Palavra de Deus, adorando assim o Criador “com espírito e verdade”. Terão muito prazer em ajudá-lo também em seu anseio de adorar a Deus do modo dele.

  • Paraíso: pintá-lo ou pregá-lo?
    A Sentinela — 1981 | 15 de setembro
    • Paraíso: pintá-lo ou pregá-lo?

      Conforme narrado por Randy Morales

      FUI criado na costa meridional da ilha de Porto Rico, próximo à cidade de Guayama. Nossa casa situava-se no campo, entre canaviais. De fato, era um lugar lindo, um verdadeiro paraíso. Creio que este ambiente influenciou meu desejo de tornar-me pintor, para captar tal beleza em telas.

      Foi assim que certa tarde, no fim de agosto de 1948, zarpei de San Juan com grandes esperanças. Estava a caminho da cidade de Nova Iorque, E.U.A., com sonhos de tornar-me artista. Tinha apenas 18 anos.

      O APRENDIZADO APRESENTA SURPRESAS

      Comecei a receber aulas no Instituto Pratt, em Brooklyn, Nova Iorque, em setembro. Um dos nossos compêndios, A Arte Através das Eras, era bastante revelador, assim como as preleções semanais sobre a história da arte. Aprendemos que somas enormes eram gastas no antigo Egito para decorar os templos e as pirâmides, enquanto o povo era mantido na ignorância, na superstição e no medo. Foi similar em outras nações, tais como Babilônia, Grécia e Roma. Mas a grande surpresa surgiu para mim quando estudamos a chamada Arte Cristã, especialmente durante o período da Renascença.

      Fiquei espantado de descobrir como a Igreja Católica adquiriu os fundos para construir todas aquelas catedrais na Europa, fabulosamente ornamentadas, especialmente as na Itália e no que é agora a Cidade do Vaticano. Os métodos usados por diversos papas para adquirir riquezas eram discutidos abertamente em aula. Lembro-me, desde então, da seguinte citação feita da The New Funk & Wagnalls Encyclopedia, de 1949, a respeito do Papa Alexandre VI:

      “Adquiriu riquezas e levou uma vida de prazeres mesmo após a sua ascensão ao papado, que conseguiu por meio de suborno, em 1492. . . . Conseguiu engrandecer a fortuna dos seus filhos principalmente por meio de roubo pouco disfarçado dos nobres e dos clérigos, muitos dos quais ele mandou assassinar ou envenenar para esse fim.”

      Sim, o modo como os papas exerceram seu poder para obter dinheiro, trabalhadores e artistas para construir templos e palácios para autoridades eclesiásticas abriu-me os olhos. Neste respeito, um número especial da revista Life, publicado enquanto eu freqüentava a escola, deixou-me realmente impressionado. Falava sobre as obras do grande escultor e pintor italiano, da cidade de Florença, Miguel Ângelo Buonarroti.

      Aquele número de 26 de dezembro de 1949 da Life dizia que o Papa Júlio II “literalmente teve de obrigar [Miguel Ângelo] a pintar os afrescos da [capela] Sistina. . . . Miguel Ângelo negou-se duas vezes a ir a Roma e a executar os murais. Concordou na terceira vez apenas pela insistência do governo florentino, o qual temia que o papa enfurecido atacasse a cidade de Florença com o exército papal”.

      Eu não era particularmente religioso. Minha mãe, uma católica nominal, ensinou a mim e a meu irmão a orarmos antes de dormir. Mantive o hábito de orar a la virgencita — a virgem — mas a minha fé na Igreja Católica desvanecia-se com o que eu aprendia na escola. Porém, eu ainda cria em Deus, e achava que devia haver um modo correto de adorá-lo.

      A BUSCA DE ALGO MELHOR

      Um de meus colegas de escola convidou-me para juntar-me a um clube de estudantes protestantes. Eles convidavam membros do clero, inclusive sacerdotes católicos, ministros protestantes e até mesmo rabinos, para proferirem conferências. Eu comparecia, mas ficava desapontado, por que nunca se usava a Bíblia. Os clérigos pareciam apresentar simplesmente suas próprias idéias e opiniões filosóficas.

      No início de 1950, fui visitar uma senhora que fora nossa vizinha em Guayama, e que agora morava no Bronx, em Nova Iorque. Minha mãe pediu que a visitasse, visto serem muito boas amigas. Enquanto estava lá, recebi exemplares da Sentinela, uma revista que eu nunca havia visto.

      Uns dois meses depois, em março, um casal de meia-idade visitou-me à porta, explicando que palestrava com os vizinhos sobre a Bíblia. Convidei-os a entrar, e ouvi pela primeira vez na minha vida o que é o reino de Deus. É um governo que trará paz à terra, sim, cuidará de que toda ela se transforme num magnífico paraíso. Esta foi a primeira vez que tive a oportunidade de segurar uma Bíblia e constatar que ela realmente fala sobre tais coisas maravilhosas. (Sal. 37:9-11, 29; Rev. 21:3, 4) O casal deixou comigo o compêndio bíblico “Seja Deus Verdadeiro”, e daí para frente travamos palestras bíblicas regulares.

      Em junho, fui para casa, em Porto Rico, para as férias de verão. Quando voltei à escola, perto do fim do verão, continuei com as palestras bíblicas e comecei a assistir às reuniões congregacionais na rua Columbia Heights, 124, onde se situava a sede mundial das Testemunhas de Jeová. Logo depois, comecei a transmitir a outros a maravilhosa mensagem duma terra paradísica. Fazia isso por ir de casa em casa, copiando assim o exemplo dos cristãos do primeiro século. (Atos 20:20) Daí, em 13 de maio de 1951, fui batizado em símbolo de minha dedicação a Jeová Deus.

      Encontrara finalmente a verdade que liberta as pessoas. Conforme Jesus Cristo disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32) Sim, liberta do medo do inferno de fogo, do limbo, do purgatório e de outras doutrinas falsas ensinadas em nome de Deus. Liberta da sujeição a líderes religiosos que amiúde são amantes de riquezas, dinheiro e poder terreno. Liberta da crença de que a paz mundial depende de os líderes políticos solucionarem os problemas mundiais. E liberta do temor da destruição da terra por meio de

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