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A qüinquagésima oitava turma de Gileade — disposta e apreciativaDespertai! — 1975 | 8 de agosto
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concluiu seu discurso, dizendo: “Nós . . . nutrimos a seu respeito o mesmo sentimento do apóstolo Paulo para com os cristãos em Filipos, quando escreveu: ‘Estou confiante nesta mesma coisa, que aquele que principiou uma boa obra em vós a levará também a cabo até o dia de Jesus Cristo.’” — Fil. 1:6.
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A controvérsia sobre o celibato sacerdotalDespertai! — 1975 | 8 de agosto
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Qual É o Conceito da Bíblia?
A controvérsia sobre o celibato sacerdotal
“É FELIZ, é adorável, é católico. Temos de conservá-lo e defendê-lo.” Tais palavras foram ditas pelo Papa Paulo VI a respeito do celibato sacerdotal, lei que proíbe os sacerdotes católicos romanos de casar-se. Ao passo que se tornar sacerdote católico é algo voluntário, quem deseje continuar no sacerdócio tem de ficar sem se casar.
Considerável controvérsia tem surgido quanto ao celibato sacerdotal. Os protestantes continuamente denunciam o celibato obrigatório como antibíblico e desnatural. Muitos católicos romanos, inclusive clérigos de altas posições, adicionaram suas vozes a este protesto. Muitos acham que o celibato sujeitou os sacerdotes católicos à solidão, contribuiu para a imoralidade dos sacerdotes e levou ao abandono em larga escala do sacerdócio nos anos recentes.
Apesar dos protestos, contudo, o Papa Paulo VI declarou em sua encíclica Sacerdotalis Caelibatus (“O Celibato Sacerdotal”, 1967): “Cremos . . . que a lei do sagrado celibato atualmente em vigor deve ainda em nossos dias e firmemente ser ligada ao ministério sacerdotal.” Será que a Bíblia apóia a posição da Igreja Católica Romana?
Interessante é que a encíclica mencionada acima admite que a primeira objeção à lei do celibato sacerdotal “parece provir da fonte mais autorizada: o Novo Testamento, em que nos é conservada a doutrina de Cristo e dos Apóstolos, não exige o celibato dos ministros sacros, mas o propõe como livre obediência a uma vocação especial, a um carisma especial. O próprio Jesus não o pôs como condição preliminar à escolha dos Doze, nem também os Apóstolos para os homens que eram prepostos às primeiras comunidades cristãs”.
Muitos ficam surpresos ao saber o que o “Novo Testamento” realmente diz sobre o casamento e o estado de solteiro entre os “ministros sacros”.a Por exemplo, o apóstolo Paulo escreveu: “É porém, necessário que o Bispo seja irrepreensível, que só se tenha casado uma vez” e “os diáconos só devem ter sido casados uma vez”. (1 Tim. 3:2, 12) Até mesmo o apóstolo Pedro, a quem os católicos consideram ser o primeiro papa, era casado. Lermos em 1 Coríntios 9:5 (The New American Bible, da Ass. Bíbl. Católica dos EUA): ‘Não temos o direito de nos casar com uma mulher crente, assim como os demais dos apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Céfas [Pedro]?” Naquele tempo os “bispos” e os “diáconos” e todos os outros ativos no ministério cristão estavam livres para se casar.
Alguns, todavia, afirmam que outros textos apóiam a idéia do celibato sacerdotal. Referem-se à declaração de Jesus: “Há alguns que renunciaram livremente ao sexo por causa do reino de Deus.” (Mat. 19:12, NAB) O apóstolo Paulo sublinhou que pode haver valor em permanecer solteiro, afirmando: “Desejo que fiqueis
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