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  • Por que crescem as esperanças de uma “geração de paz”
    Despertai! — 1973 | 22 de abril
    • terra, trazendo-a a novas vias de comunicações e de relações comerciais.

      E, por outro lado, a “Reunião de Cúpula de Moscou” presenciou os Estados Unidos se declararem dispostos a aceitar uma situação de “paridade nuclear” com a segunda grande potência do mundo, a União Soviética. Nos anos 60, os EUA insistiam na “superioridade nuclear”. Agora, só falam da “suficiência nuclear”.

      Chamando-a de “a mais estranha reunião de cúpula até à data”, a revista Time indicou que a reunião de cúpula de Moscou ocorreu apesar de os EUA terem acabado de minar os portos do Vietnam do Norte e destruírem continuamente suas ferrovias. Todavia, a imprensa soviética minimizou este esforço total estadunidense de parar o fluxo de armas para o aliado comunista e destacou a persistência russa em prosseguir com a reunião de cúpula como uma grande consecução em sua busca da paz.

      Há, contudo, um fator ainda mais distintivo quanto a estes movimentos de paz, um que tem um significado que poucos depreendem. Qual é este fator significativo que passa grandemente despercebido?

      Tem que ver com a religião.

      Talvez objete: “Mas, o que tem a religião a ver com tudo isto? Como é que entrou no quadro?” Considere a seguinte evidência.

  • Surpreendente inversão
    Despertai! — 1973 | 22 de abril
    • Surpreendente inversão

      AS ABERTURAS dos EUA para com Pequim e Moscou eram notáveis já em si. Mas, uma alteração ainda mais surpreendente já havia precedido isto. Qual é?

      Pense em uma ou duas décadas atrás. Lembra-se de como, através do mundo ocidental, o comunismo era regular e violentamente condenado como “bolchevismo ímpio e ateu”?

      Quem constituía as principais fontes desta denúncia? Eram as igrejas da cristandade, em especial as do Ocidente. Todavia, ocorreu surpreendente inversão. A fim de avaliar quão grande foi esta mudança, considere o seguinte:

      “Guerra Fria” Religiosa Contra o Comunismo

      Em 1937, o Papa Pio XI expediu uma encíclica (Divini Redemptoris), em que disse: “Intrinsecamente mau é o comunismo, e não se pode admitir, em campo algum, a colaboração recíproca, por parte de quem quer que pretenda salvar a civilização cristã.” — New Catholic Encyclopedia (1967), Vol. IV, p. 924.

      Esta era, efetivamente, uma declaração oficial de guerra por parte do Vaticano contra o comunismo. O que se seguiu?

      Na segunda guerra mundial, a Alemanha nazista subitamente rompeu seu pacto com a Rússia e, em 22 de junho de 1941, atacou a União Soviética. O bispo católico-romano de Eichstätt, Alemanha, então enviou uma carta pastoral chamando a invasão alemã de “cruzada, guerra santa . . . pela fé e pela igreja”. — The Catholic Church and Nazi Germany (1964), de Guenter Lewy, págs. 230, 231.

      Similarmente, na Itália, o Arcebispo Constantini se referiu à “Rússia Bolchevista” como aquela “terra infindável em que Satanás parece ter encontrado seus instrumentos e seus melhores colaboradores”, e orou pedindo a bênção de Deus sobre os soldados alemães e italianos

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