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Uma língua radicalmente diferenteDespertai! — 1975 | 8 de novembro
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comunicação entre os habitantes da terra. Basta apenas viajar para um país estrangeiro sem se conhecer sua língua para compreender quão desvalida e frustrada a pessoa pode sentir-se quando não consegue entender o que as pessoas dizem e quando não é compreendida por elas.
Nos interesses da livre comunicação entre todos os homens, por certo seria grande bênção se toda a humanidade falasse apenas uma língua comum. Mas, como poderia ser isso num mundo cada vez mais nacionalista e dividido?
Felizmente, embora uma tarefa pareça estar além da habilidade de realização do homem, não é inexeqüível para o Criador da humanidade, Jeová Deus. Com efeito, é Sua vontade expressa que, no futuro bem próximo, toda a humanidade esteja unida sob o governo justo e perfeito do reino de Deus às mãos de seu Filho, Jesus Cristo. Daí, podemos razoavelmente esperar ver toda a humanidade falar uma só língua comum que possa expressar perfeitamente seus pensamentos e sentimentos.
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Eu era um guarda PalatinoDespertai! — 1975 | 8 de novembro
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Eu era um guarda Palatino
TALVEZ jamais soubesse que o papa tem um exército. Mas, é verdade. Durante nove anos, servi nas forças militares do Vaticano como membro da Guarda de Honra Palatina.
Naturalmente, o papa não tem um exército regular, como os papas costumavam ter. O Papa Júlio II, no início do século 16, costumava assumir pessoalmente o comando de seu exército e liderá-lo na batalha. Também, a Igreja Católica Romana, no passado, mantinha ordens religiosas militares. Sobre estas, The Catholic Encyclopedia afirma: “Tais ordens sobrepujavam, naquela coesão que é o ideal de toda organização militar, os mais famosos grupos de soldados selecionados que a história conheceu.” — 1911, Vol. X, página 307.
Assim, não deveria surpreender a ninguém que o estado moderno da Cidade do Vaticano tivesse também uma milícia.
Recente Organização Militar
Dentre as quatro corporações armadas que o Vaticano mantinha nos anos recentes, a Guarda Suíça é provavelmente a mais conhecida. Desde 1505, quando o Papa Júlio II fez um tratado com os Suíços para lhe fornecerem constantemente 250 homens como seus guarda-costas, uma corporação de militares suíços serve ao papa. Em agosto de 1959, o Papa João XXIII reorganizou a corporação de modo a incluir vários oficiais, dois tamboreiros, um capelão, e setenta guardas.
A Guarda Nobre, pelo que parece, certa vez gozava de ainda maior prestígio, visto que The Catholic Encyclopedia a chamava de a “mais distinta corporação do serviço militar papal”. Foi formada em 1801. Os Gendarmes Papais e a Guarda Palatina completavam as corporações de defesa do papa.
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