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  • Papua Nova Guiné e as ilhas Salomão
    Anuário das Testemunhas de Jeová de 1979
    • Papua Nova Guiné e as ilhas Salomão

      Acompanhe-nos até uma série remota de ilhas recobertas de florestas, situadas logo ao nordeste da Austrália. A parte oriental de uma delas é a Papua Nova Guiné continental. A leste dela situam-se as ilhas de Manus, Nova Bretanha, Nova Irlanda, Salomões do Norte e centenas de outras ilhas que abrangem o Estado Independente de Papua Nova Guiné. A leste situam-se as Ilhas Salomão, com seu grupo subsidiário, as Ilhas de Santa Cruz. Na área continental e nestas ilhas bem espalhadas a leste de Iriã Djaia (parte da Indonésia) vivem mais de 2.800.000 pessoas. Mas, imagine só! Falam mais de 700 línguas diferentes!

      Portugueses e espanhóis achavam se entre os primeiros exploradores europeus a descobrir estas ilhas lá no século dezesseis. “Papua” é uma palavra malaia que significa “com cabelos crespos”. Tal nome foi dado inicialmente à ilha pelo explorador português, D. Jorge de Meneses. É apropriado tal nome? A pessoa certamente poderá pensar que é, ao ver os papuas com suas grandes massas de cabelo. Por outro lado, o explorador espanhol, Retez, segundo se afirmã, imaginava que as pessoas que ali viviam pareciam-se muito com os que ele vira na costa africana da Guiné. Foi assim que o nome “Papua Nova Guiné” veio a ser aplicado a esta parte interessante do mundo.

      Papua (ao sul) e Nova Guiné (ao norte) foram administradas em separado antes da Segunda Guerra Mundial. Depois disso, ambas foram administradas pelo governo australiano. Por fim, após um período de autodeterminação, a Papua Nova Guiné emergiu qual nação independente em 16 de setembro de 1975. As Ilhas Salomão têm agora seu próprio governo e se acercam da independência.

      A TERRA E SUA GENTE

      A área continental da Papua Nova Guiné possui como centro uma das maiores cadeias montanhosas da terra. Vários picos atingem mais de 3.960 metros, o majestoso monte Guilherme ascendendo a 4.509 metros. Entre tais picos acham-se os altiplanos amplos, graminosos, bem povoados. Esta área goza dum clima dotado de duas estações — a chuvosa e a seca.

      Grande parte do país é coberta de florestas tropicais. Os insetos são abundantes, havendo mariposas enormes e amiúde vividamente coloridas, e borboletas que adicionam colorido ao cenário da selva. Entre as mais de 600 variedades de aves acha-se a linda ave-do-paraíso. Dentre as 100 espécies de animais, predominam os marsupiais (animais dotados duma bolsa para transportar os filhotes). Em diferentes partes do país encontram-se 70 espécies de cobras, muitas das quais são venenosas. Aqui, também, há grande número de crocodilos de água doce e salgada, alguns destes se situando entre os maiores do mundo.

      Quando os exploradores europeus chegaram a estas ilhas do Pacífico Sul, encontraram-nas habitadas por nativos cuja cor variava do moreno claro ao negro retinto. Imagina-se que emigraram das regiões asiáticas. É possível que os primeiros a chegar a essas ilhas fossem pessoas baixas, corpulentas. Parece que muitos dos seus descendentes são agora encontrados nos altiplanos interiores da Área continental de Papua Nova Guiné e de outras ilhas amplas. Devido a localização remota e à inacessibilidade da maior parte desta ampla Área, tais constituem realmente as últimas pessoas da terra a entrar em contato com o modo moderno de vida e a ser influenciadas por ele.

      Os seguintes a chegar poderiam ter sido os melanésios, que são mais altos e mais magros. Muitos de seus descendentes são encontrados nas regiões costeiras de todas essas ilhas. Tais pessoas tiveram considerável contato com os métodos modernos de vida no último meio século, mais ou menos. Ao norte na área da Ilha Manus, encontram-se pessoas do tipo micronésio, assemelhando-se mais de perto as pessoas de características mongólicas a oeste. A leste acham-se os polinésios, de ancestrais caucasianos. No entanto, hoje em dia, havendo mais casamentos mistos, torna-se cada vez mais difícil classificar os vários habitantes destas ilhas.

      “PORTADOR DE LUZ” TRAZ LUZ ESPIRITUAL

      Queira voltar sua atenção agora para meados dos anos 30. A filial da Sociedade Torre de Vigia (EUA) na Austrália tinha então a responsabilidade de disseminar a mensagem do Reino entre os habitantes de muitas ilhas do Pacífico Sul. Como isto poderia ser feito? Por usar um barco bem-equipado, chamado “Lightbearer” (Portador de Luz).

      Manejado por uma tripulação cuidadosamente selecionada de irmãos, esse barco partiu de Sídnei, em fins de 1934, diria “indo-se ao norte, tendo a Indonésia por destino. Pouco acima de Cairns, ao nordeste de Queensland, contudo, o motor apresentou problemas, e o restante da viagem até Porto Moresby Papua, teve de ser feito à vela. Com grande perigo de ser jogado sobre recifes, pelos enormes vagalhões, o “Portador de Luz”

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